PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

Entrevista D. Duarte de Bragança

“Corre-se o risco de uma ditadura tomar o poder” – vídeo

por Adriano Nobre, Publicado em 22 de Agosto de 2009

D. Duarte de Bragança teme ver o país entregue a uma comissão estrangeira. Sobre escutas é claro: “Não me importo que me escutem. Nada tenho a esconder”

A causa monárquica voltou à ribalta com a polémica da bandeira hasteada na Câmara Municipal de Lisboa (CML). O chefe da Casa Real, D. Duarte de Bragança, desvaloriza o incidente e defende que o episódio até pode ter “um aspecto positivo” se “despertar a atenção para as bandeiras portuguesas”. Sobre a actualidade do país, assume que o caso das escutas em Belém não o preocupa. “Não me importo nada que me escutem. Nada tenho a esconder. E também deve ser esse o caso do Presidente da República”.

Como reagiu à notícia de que Lisboa tinha acordado com uma bandeira monárquica na CML?

É claro que nunca iria apoiar algo de ilegal e considero que se tratou de uma irreverência de juventude que não me parece condenável, porque a bandeira retirada foi devolvida e não houve nenhum desrespeito a símbolos nacionais, ao contrário do que disseram as pessoas que reagiram aborrecidas.

Então não aceita que isto seja tratado como um caso de polícia?

Não foi cometido nenhum estrago ou acto violento, portanto não me parece que exista aqui um caso.

Mas tem simpatia por esta iniciativa?

Nos países que prezam a sua história, as bandeiras históricas são todas consideradas com a mesma dignidade e colocadas muitas vezes em conjunto. Nas academias militares de Portugal, Brasil ou Estados Unidos, há esse culto. Faz parte da cultura cívica do povo. Se este episódio serve para despertar a atenção para as bandeiras portuguesas, pode ser um aspecto positivo. Mas claro que não é legal entrar num lugar público e mudar coisas que estejam lá expostas. É uma pequena ilegalidade, não me parece que se possa levantar um grande problema.

Esta acção também significa que a causa monárquica está viva?

A vitalidade do movimento monárquico em Portugal mede-se de outra maneira: por sondagens de opinião pública, pelas cerca de dez mil pessoas na Reais Associações e muitos outros grupos organizados de monárquicos em grupos de actividades diversas. Não têm é expressão eleitoral, no sentido em que os monárquicos que temos no Parlamento estão dispersos por muitos partidos.

Gostava de fazer uma consulta aos portugueses para saber se preferiam ter um rei como chefe de Estado?

Já foi feita, mas não foi divulgada. E tem resultados muito curiosos: 29% dos portugueses acha que um rei seria melhor do que um PR. Mas a maioria não tem opinião. Era bom que os portugueses tivessem liberdade para exprimir-se sobre esse assunto, mas num contexto honesto e não fazendo uma pergunta como a pergunta do aborto, que era totalmente direccionada para votar sim.

Cem anos depois da implantação da República, que balanço faz à situação actual da democracia portuguesa?

O que me preocupa mais é que ao haver 60% de abstenção numas eleições, damos uma importância excessiva a minorias muito militantes. Isto põe em causa o significado da democracia. Se as pessoas não votam por estarem desiludidas com a política, estão a deixar que alguns falem por eles. Se a política é tomada como um campeonato de futebol, em que se vota num partido por ser “o seu”, então não interessam as medidas que se defendem. A democracia não pode resumir-se a colocar um voto numa caixa de quatro em quatro anos. Tem de haver mais participação cívica, opinião, referendos.

Acha que isso acontece pelo descrédito da classe política junto dos eleitores?

Há gente muito boa e decente a fazer política. O problema é a própria instituição da democracia e o sistema em que estamos a viver, que gera esta situação. Temos um excelente Presidente da Republica (PR), deputados muito bons e pessoas muito decentes no governo. Mas não há uma cultura de participação cívica ou de raciocínio lógico.

Como assim?

Surgiu um movimento para as pessoas comprarem produtos portugueses, e acho muito bem. Mas a maioria das pessoas cujo emprego está em risco, que sabem que as empresas estão a fechar ou que a agricultura está a falir, insistem em comprar tudo estrangeiro. Em todo o Estado ou na administração pública não vejo um único carro fabricado em Portugal. Os alfas pendulares foram todos importados de Itália e depois os ministros vêm chorar porque o capitalismo é horroroso e deixa fechar a fábrica da Bombardier? É uma incoerência chocante e revoltante. E os portugueses deviam revoltar-se contra isso. Não faz sentido estarmos a pagar impostos para sustentar indústrias noutros países.

Está preocupado com a crise económica que vivemos e com o défice do país?

Parece-me perfeitamente claro que isto assim não pode continuar. Qualquer família que gaste mais do que aquilo que ganha vai à falência e isso também acontece com os Estados. Nós estamos a endividar os nossos netos, que vão ter de pagar os desperdícios e disparates que estamos a fazer hoje. O povo português ficou contente com a Expo, o CCB ou as auto-estradas em todos os cantos do país, mas essas coisas pagam-se. E depois falha-nos o dinheiro noutras coisas, como no sistema de saúde, que é fraco.

Como é que avalia a justiça portuguesa?

Os deputados fizeram uma legislação que torna muito difícil a aplicação da justiça, por causa dos procedimentos, recursos e picuinhices que empatam a justiça e dificultam o seu exercício. E depois não funciona para ninguém. Nem nos grandes casos nem nos pequenos.

Que comentário faz ao caso Freeport?

Nenhum. Não foi julgado, portanto não posso dar opiniões. Não quero ser injusto com ninguém.

Acompanhou a recente polémica sobre as alegadas escutas no Palácio de Belém?

O Presidente da República é uma pessoa de bem sob todos os aspectos, portanto não se deve importar nada que lhe façam escutas.

Mas acha normal que o Palácio de Belém possa estar a ser vigiado?

Depende de quem faça as escutas. Se tivermos um serviço de segurança bom e eficiente – e temos, como se prova por não haver terrorismo em Portugal – é preferível escutas e vigilância a mais do que a menos. Onde as escutas são inconvenientes é quando servem para espiar, por exemplo entre empresas ou indústrias, ou para saber escândalos da vida privada que possam ser utilizados em chantagens. O importante em democracia é que tenhamos confiança nos serviços que suportam a nossa segurança. Não me importo nada que me escutem, porque não tenho nada a esconder. E acho que também deve ser esse o caso do PR. Mas não sei se é escutado ou não. O que acho é que quem tem cargos públicos de responsabilidade deve aceitar que a sua vida seja transparente.

Concorda com a ideia de Ferreira Leite de que o país vive um clima de asfixia e retaliação criado pelo governo?

Não sei dizer. Acho é que há um pouco a tendência dos partidos no poder, sobretudo se tiverem maioria, para acharem que têm o direito a privilégios, lugares e vantagens. Isso é muito perigoso. Devíamos seguir mais o modelo inglês, em que a administração é uma coisa e a política outra: as pessoas competentes que estão na administração ficam, independentemente dos partidos no poder.

Acha que um governo minoritário pode ser prejudicial ao país?

Não. Um governo de coligação é benéfico, no sentido em que se cria uma maior dinâmica de diálogo e participação. Mas o importante é que tem de haver um acordo entre as principais forças políticas para que se tomem as medidas difíceis que têm de ser tomadas. Se não houver esse acordo, os partidos que estiverem no poder não tomam medidas duras com medo de se queimarem eleitoralmente. Se essas medidas forem tomadas por consensos, todos se responsabilizam.

É favorável a um Bloco Central?

Não faz diferença se é Bloco Central ou aliança com os pequenos partidos. Quanto mais forças políticas participarem, mais se pode mobilizar o país para que um governo possa governar a sério. Quanto mais tarde forem tomadas medidas, pior, e se não forem tomadas corre-se o risco de ser uma ditadura a tomar conta do poder para fazer o que é preciso. E falo de uma ditadura que não é necessariamente militar. Se o país entrar em bancarrota, o BCE ou o FMI podem dizer que ajudam a salvar o país, com a condição de nos governarmos de determinada maneira, com uma comissão de gestão estrangeira. E caminhamos para aí: se não fizermos o caminho certo, alguém vai ter de tomar conta de nós.

Que opinião tem sobre os dois principais candidatos a primeiro-ministro?

Nunca tomo posições partidárias. Não posso fazê-lo devido à minha condição de chefe da Casa Real portuguesa.

Não vota nas legislativas?

Voto nas eleições autárquicas, porque é uma democracia mais directa, conheço as pessoas. Votar mas legislativas seria tomar uma posição partidária que não posso tomar.

Fonte: i Online – ver também o vídeo!

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Susceptibilidades

C%C3%B3pia+de+bandei10%5B1%5DQuando digo que sou Monárquico, acima de tudo, obviamente é no sentido de querer um futuro melhor para Portugal. As razões serão inumeras vezes apontadas, assim Deus o permita.

Mas também não posso fechar os olhos à Europa, que precisa de reafirmar as suas Nações e só a Monarquia Parlamentar e Democrática poderá ajudar, tal como para Portugal.

Por outro lado, não posso fechar os olhos ao mundo, como por exemplo, agora, na actualidade, o Irão está à beira de acabar com um regime de uma Ditadura Teocrática que já dura há 30 anos! Vejo um povo ávido de liberdade e que deseja a Democracia e a igualdade entre todos. Sem dúvida nenhuma que Sua Alteza Imperial Reza Sha II, o filho do Xá Reza Pahlevi, que tem demonstrado grande preocupação com o futuro do seu País, no que toca, obviamente, aos Direitos Humanos, constantemente violados pelo regime dos Ayatollahs.

Daí, no Projecto Democracia Real, demonstrarmos solidariedade para com os movimentos monárquicos democráticos existentes no mundo. Mas também não deixando de informar com base em fontes credíveis, o que são as Monarquias Europeias, o que elas representam e para que servem.

Muitos dos artigos aqui colocados que sejam em língua inglesa ou francesa, também devem ser tidos em consideração pelos Portugueses, porque é também com a experiência externa que aprendemos. Um povo universalista como o povo português, não pode pôr de parte um intercâmbio com outros povos e culturas. Está-nos no sangue desde há várias gerações! É algo que já nasce connosco.

Somos um Povo muito humano e sabemos receber, assim como sabemos ser recebidos.

Sem subterfúgios, espero, sinceramente, para bem do povo Iraniano, que haja uma mudança que beneficie o futuro desse mesmo povo. Talvez seja o primeiro passo para pôr fim ao fanatismo religioso. O Islão é uma religião de Paz e Concórdia, tal como é o Cristianismo ou o Budismo. Também o fanatismo Católico existiu entre nós durante séculos, com o Tribunal do Santo Ofício. É tempo de um mundo mais Humano. De respeito pelo próximo e pelas diferenças. Todas as sociedades deste mundo devem ter o direito à diferença de opinião, ao direito à reunião, à criação de partidos políticos e o direito à escolha do seu futuro colectivo.

Em países como em Portugal, França, Itália, entre outros, Constitucionalmente, os povos não podem escolher entre uma Monarquia e uma Republica. Porquê? Porque as Republicas servem um propósito, hoje em dia, federalista ao nível da Europa que quer, precisamente, acabar com as Monarquias, quando estas mesmas, cada vez mais, são vistas, pelos seus povos, como verdadeiras alternativas, porque tiveram a visão suficiente e o raciocínio lógico, de perceberem que nenhum modelo republicano de regime funciona e cria estabilidade. E o exemplo de Portugal está à vista de todos os Portugueses.

Sejamos os primeiros a avançar com um Referendo que dê a esperança que os Portugueses merecem. Quando os Portugueses perceberem que não precisamos de ser candidatos a presidentes da republica e não precisamos, nem faz sentido, eleger um chefe de Estado partidário, teremos ganho uma Monarquia, com um Rei independente, isento, que não estará ligado nem a partidos políticos, nem a grupos de interesse económico. A unica ambição do Rei é servir a republica, isto é, o bem comum de todos. Quando os Portugueses começarem a perceber que mais vale perder aquelas duas prerrogativas para garantir um futuro melhor para as próximas gerações, teremos Monarquia.

Mas para fazer entender aos Portugueses este raciocínio, poderá demorar anos, porque há sempre a célebre questão dos Direitos e dos Deveres. Devemos ter o Direito a servir, da melhor forma possível Portugal. E temos o Direito a um futuro melhor. Neste sentido, devemos ter o Direito à Monarquia. E o Dever de a proteger, para bem do futuro de Portugal.

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Royal Families of the World

The following is a list of heads of royal families and royal heads of state and in some cases the royal heir. This page, however, is incomplete and in some cases controversy exists about who is the rightful head. We are working to make this list as accurate and inclusive as possible. The valid and genuine Princes of India and most of the “de jure” royalty of Asia are unfortunately not included. Any additions or corrections are most welcome. Thank you.
AFGHANISTAN: HM King Mohammad Zahir Shah passed away in the Summer of 2007  /  Heir: HRH Crown Prince Ahmed Shah Khan
ALBANIA: HM King Leka I  /  Heir: HRH Crown Prince Keka
ANTIGUA AND BARBUDA: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
ASIA (The “de jure” sovereign kings, emirs, etc. of various former little nations — too many to keep track of) (See: “Royal News,” December 2007)
AUSTRALIA: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
AUSTRIA-HUNGRY: HIRH Archduke Otto von Hapsburg, Royal Prince of Bohemia /  Heir: HIRH Archduke Karl
BAHAMAS: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
BARBADOS: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
BAHRAIN: HM King Shaikh Hamad bin Isa Al-Khalifa  /  Heir: HH Crown Prince Shaikh Sulman bin Hamad al-Khalifa
BELGIUM: HM King Albert II /  Heir: HRH Prince Philippe, Duke of Brabant
BELIZE: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
BHUTAN: HM King Jigme Singye Wangchuck /  Heir: HRH Dasho Kesar Jigme Wangchuk
BRAZIL: HIRH the Prince Dom Pedro Carlos of Orleans and Bragança / Heir: HIH Prince Pedro Thiago of Orléans-Braganza
BRAZIL: HIRH Prince Dom Luís of Orléans-Braganza /  Heir: HIRH Prince Dom Bertrand of Orléans-Braganza
BRUNEI: HM Sultan Haji Hassanal Bolkiah of Brunei and Yang Di-Pertuan of Negara Darussalam /  Heir: HRH Crown Prince Muda Haji al-Muhtadee Billah ibni Sultan Haji Hassanal Bolkiah Mu
BULGARIA: HM King Simeon II, elected Prime Minister 2001 /  Heir: HRH Crown Prince Kardám, Prince of Tirnovo
BURUNDI: HRH Crown Princess Rose Paula Iribagiza /  Heir: Prince Charles Muhirwa
CAMBODIA: HM King Norodom Sihamoni of Cambodia
CANADA: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
DENMARK: HM Queen Margrethe II of Denmark /  Heir: HRH Crown Prince Frederik
EGYPT: HM King Ahmed Fouad II  /  Heir: Prince Muhammad Ali
ETHIOPIA: HIH Crown Prince Zera Yacob Amha-Selassie
FRANCE: The Royal House: HRH Prince Henri Philippe Pierre Marie d’Orléans, Comte de Paris, “de jure” King of France  /   Heir: HRH Jean, Duke of Vendôme—designated “regent” for his older brother: HRH Prince François, Count of Clermont.
FRANCE: A Competing Royal House: HRH Prince Luis Alfonso Gonzalo Víctor Manuel Marco de Borbón y Martínez-Bordiú, Duke of Anjou, Duke of Bourbon and Duke of Touraine /  Heir presumptive: HM King Carlos I of Spain
FRANCE: The Imperial House: HIH Prince Charles Napoléon  /  Heir: HIH Prince Jean-Christophe Louis Ferdinand Albéric Napoléon
GEORGIA: HRH Prince Nugzar Bagration-Gruzinsky  /  Heir: HRH Princess Anna Bagration-Gruzinsky  (Princess Anna has married Prince Davit Bagration-Mukhranski on February 8, 2009 uniting the two ancient Georgian houses.
GERMANY–Anhalt: HH Julius Eduard, Duke of Anhalt (http://en.wikipedia.org/wiki/Eduard,_Prince_of_Anhalt)
GERMANY–Baden: HDGH Maximilian Andreas Friedrich Gustav Ernst August Bernhard, Grand Duke of Baden /  Designated Heir: Bernhard, Hereditary Prince of Baden
GERMANY–Bavaria: HRH Duke Franz von Bayern /  Heir: HRH Prince Max-Emanuel Ludwig Maria Herzog in Bayern, Duke in Bavaria
GERMANY–Hanover & Bruswick: HRH Prince Ernst August V  /  Heir: HRH Prince Ernst August of Hanover, Duke of Brunswick-Lüneburg
GERMANY–Hesse: HRH Prince Moritz Friedrich Karl Emanuel Humbert Landgraf of Hessen-Kassel, Grand Duke of Hesse and by Rhine  /  Heir: HRH Prince Donatus of Hesse
GERMANY–Lippe-Biesterfeld: HSH Friedrich Wilhelm, Prince of Lippe (This is contested by HSH Prince Armin of Lippe who renounced his rights in 1953)
GERMANY–Mecklenburg-Schwerin & Strelitz: HIRH Prince Georg Friedrich, Prince of Prussia, Grand Duke of Mecklenburg  /  Heir presumptive: HRH Prince Christian-Sigmund of Prussia
GERMANY–Oldenburg: HRH Anton Günther, Grand Duke of Oldenburg  /  Heir: HRH Christian, Duke of Oldenburg
GERMANY–Prussia: HRIH Prince Georg Friedrich  /  Heir presumptive: HRH Prince Christian-Sigmund of Prussia
GERMANY–Reuss-Schleiz: Heinrich VIII
GERMANY–Reuss-Schleiz-Köstritz: HSH Prince Heinrich IV
GERMANY–Saxe-Coburg and Gotha: HSH Andreas Michael Friedrich Hans Armin Siegfried Hubertus  /  Heir: HSH Hubertus, Hereditary Prince of Saxe-Coburg and Gotha
GERMANY–Saxe-Meiningen: HSH Prince Johann Friedrich Konrad Carl Eduard Horst Arnold Matthias Prinz von Sachsen-Meiningen, Duke of Saxe-Meiningen  /  Heir: HSH Princess Feodora of Saxe-Meiningen
GERMANY–Saxe-Weimar-Eisenach: HSH Prince Michael-Benedict, Grand Duke of Saxe-Weimar-Eisenach
GERMANY–Saxony: HRH Prince Maria Emanuel, Margrave of Meissen  /  Heir: HRH Alexander Prinz von Sachsen-Gessaphe (adopted)
GERMANY–Schaumburg-Lippe: HSH Prince Ernst August Alexander Christian Viktor Hubert  /  Heir: HSH Prince Heinrich-Donatus
GERMANY–Waldeck & Pyrmont: HRH Prince Wittekind  /  HRH Prince Carl-Anton
GERMANY–Württemberg: HRH Carl, Duke of Württemberg /  Heir: HRH Prince Friedrich
GERMANY (The “de jure” sovereign high nobility of the former Holy Roman Empire are considered royalty and are composed of dukes, princes, and counts — too many to keep track of) (See Chapters: “Sovereignty and Mediatization” and “Sovereignty and Royalty,” under the article “Sovereignty & The Future of Nobility and Royalty“)
GHANA–Ashanti:: HM Asantehene Osei Tutu II
GRENADA: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
GREECE: HM King Constantine II of the Hellenes  /  Heir: HRH Crown Prince Pavlos
HAWAII: H.R.H. Prince Quentin Kuhio Kawananakoa  /  Heir: HRH Prince Kincaid Kawananakoa(www.4dw.net/royalark/Hawaii/hawaii10.htm)
INDIA (The “de jure” sovereign princes of the Empire of India (maharajas, rajas, etc. of former kingdoms and principalities — too many to keep track of)
IRAN: HIH Crown Prince Reza Pahlavi
IRAQ: HRH Prince Ra’ad, Head of the Royal Family
IRAQ: HRH Prince Sharif Ali Bin al-Hussein, claimant, Head of the “Iraq Constitutional Monarchy” association
ITALY: HRH Prince Vittorio Emanuele, Prince of Naples, Duke of Savoy /  Heir: HRH Prince Emanuel Filiberto, Prince of Venice
ITALY: HRH Prince Amedeo, Duke of Aosta, Duke of Savoy  /  Heir: HRH Prince Aimone, Duke of Apulia
ITALY–Parma: HRH Carlos Hugo, Duke of Parma and Piacenza  /  Heir: HRH Prince Carlos of Bourbon-Parma, Prince of Piacenza, Duke of Madrid
ITALY–Tuscany: HRH Archduke Sigismund, Grand Duke of Tuscany  /  Heir: HRH Archduke Amadeo
ITALY–Two Sicilies: HRH Prince Charles de Bourbon, Duke of Castro and Calabria  / Designated Heir: HRH Prince Antoine of Bourbon
ITALY–Two Sicilies: HRH Infante Don Carlos, Duke of Calabria, Infante of Spain  /  Heir: HRH Prince Pedro Giovanni María Alejo Saturnino y Todos los Santos, Duke of Noto
JAMAICA: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
JAPAN: HIM Emperor Akihito  /  Heir: HIH Crown Prince Naruhito
JORDAN: HM King Abdullah II bin Al Hussien  /  Heir: HRH Crown Prince Hussein bin Abdullah
KOREA: HIH Prince Lee Ku, Hereditary Prince Imperial of Korea died recently. He is survived by his daughter, but it is unclear at this time who will be the rightful successor.
KUWAIT: HH Emir Sabah IV Al-Ahmad Al-Jaber Al-Sabah
LAOS: HRH Crown Prince Soulivong Savang
LESOTHO: HM King Letsie III  /  Heir: Her Royal Highness Princess Senate Mohato Seeiso
LIECHTENSTEIN: HSH Prince Hans-Adam II  /  Heir: HSH Hereditary Prince Alois is presently functioning as regent or soverign representative of his father.
LYBIA: HRH Crown Prince Sayyid Muhammad bin Sayyid Hasan ar-Rida al-Mahdi as-Sanussi
LUXEMBOURG: HRH The Grand Duke Henri Albért Gabriel Félix Marie Guillaume of Luxembourg  /  Heir: HRH Hereditary Grand Duke Guillaume Jean Joseph Marie
MALAYSIA: HM Sultan Mizan Zainal Abidin Syed Putra, reigning elected Head of State (King) for five years. The king must be elected from one of the nine Sultans of the Malay States (Perak, Selangor, Pahang, Negeri Sembilan, Perlis, Kedah, Kelantan, Terengganu and Johore)
MALTA: Elective Prince of The Sovereign Military Hospitaller Order of St. John of Jerusalem of Rhodes and of Malta: “de jure” over past territories and still an independent subject of international law: His Most Eminent Highness the Prince and Grand Master Fra’ Matthew Festing as of March 11, 2008
MEXICO: HIH Count Maximilian von Goetzen-Iturbide, Prince of Mexico  /  Heir: HIH Prince Fernando (www.casaimperial.org/index2.htm)
MONACO: HMSH Prince Albert II, The Sovereign Prince of Monaco
MONTENEGRO: HRH Crown Prince Nikola II /  Heir: HRH Grand Duke Boris, Hereditary Prince Petrovic-Njegos of Montenegro
MOROCCO: HM Mohammed Ben Al-Hassan  /  Heir: HRH Prince Moulay Hassan
NEPAL: HM King Gyanendra Bir Bikram Shah Dev (recently deposed)  /  Heir: HRH Crown Prince Paras Bir Bikram Shah Dev
NETHERLANDS: HM Queen Beatrix  /  Heir: HRH Crown Prince Willem-Alexander, Prince of Orange
NEW ZEALAND–Maori: King Tuheitia Paki
NEW ZEALAND: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
NORWAY: HM Harald V  /  Heir: HRH Crown Prince Haakon
OMAN: HM Sultan Qaboos bin Said Al-Said
PAPUA NEW GUINEA: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
PORTUGAL: HRH Dom Duarte, Duke of Bragança /  Heir: HRH Prince Dom Afonso, Prince ofBeira
QATAR: HH Sheikh Hamad Bin Khalifa Al Thani  /  Heir: HH Tameem Bin Hamad Al Thani
ROMANIA: HM King Michael I  /  Heir: Margarita, Crown Princess and heir apparent of Romania by royal decree or a change in succession rules made on 30 December 1997
RUSSIA: HIH Grand Duchess Maria Wladimirovna  / Heir: HIH Grand Duke George Mikhailovich
RUSSIA: HH Prince Nicholas Romanovich
RWANDA: HM King Kigeli V
SAINT KITTS AND NEVIS: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
SAINT LUCIA: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
SAINT VINCENT AND THE GREADINES: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
SAUDI ARABIA: HM King Abdullah bin Abdul-Aziz
SOLOMON ISLANDS: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
SOUTH AFRICA–Bafokena: His Majesty King Kgosi Leruo T. Molotlegi
SOUTH AFRICA–Xhosa: HM King Zwelonke Sigcawu
SOUTH AFRICA–Zulus: HM King Goodwill Zwelithini
SPAIN: HM King Juan Carlos I /  Heir: HRH Infante Felipe, Prince of the Asturias
SWAZILAND: HM King Mswati III
SWEDEN: HM King Carl XVI Gustaf  /  Heir: HRH Crown Princess Victoria
THAILAND: HM King Bhumibol Adulyadej (Rama IX)  /  Heir: HRH Crown Prince Mah Vajiralongkorn
TONGA: King Siaosi Tupou V  /  Heir presumptive: Prince ‘Aho’eitu ‘Unuaki’otonga Tuku’aho, Crown Prince
TURKEY: H.I.H. Prince Ertugrul Osman Effendi, Prince of the Ottoman Empire  /  Designated Heir: HIH Prince Burhaneddin Cem
TUVALU: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, the Prince of Wales
UGANDA–Buganda: HM Kabaka Rodney Muwenda Mutebi II
UGANDA–Bunyoro-Kitara: HM King Solomon Gafabusa Iguru
UGANDA–Busoga: His Royal Highness Isebantu Kyabazinga (HRH Henry Wako Muloki)
UGANDA–Toro: HM King Oyo Nyimba Kabambaiguru Rukidi IV
UNITED ARAB EMIRATES: His Highness Sheikh Khalifa bin Zayed bin Sultan Al Nahayan, reigning elected President of Ruling Body consisting of seven Sheikdoms or Emirates (Abu Dhabi, Ajman, Dubai, Fujairah, Ras al-Khaimah, Sharjah and Umm al-Quwain)
UNITED KINGDOM: HM Queen Elizabeth II  /  Heir: HRH Prince Charles, Prince of Wales
VATICAN CITY: HH Benedict XVI (sovereign prince of an internationally recognized independent territory or government) / Heir: by election of the Cardinals
VIETNAM: HIH Prince Bao Thang  /  Heir: HIH Prince Bao An
WALLIS and FUTURA: (French overseas territory composed of three islands) Three kings, representing three traditional chiefdoms, are members of the Territorial Assembly: Tomasi Kulimoetoke II–died May 7, 2007 no successor yet, Soane Patita Maituku, Visesio Moeliku, the Head of State is the President of France
YEMEN: HRH Prince ‘Ageel bin Muhammad al-Badr Hamidaddin, Saif al-Islam /  Heir: HRH Prince Muhammad al-Hassan bin ‘Ageel Hamidaddin
YUGOSLAVIA & SERBIA: HRH Crown Prince Alexander /  Heir: HRH Hereditary Prince Peter
ZANZIBAR: HM Sultan Jamshid bin Abdullah Al-Said
The following map shows how much of the world is ruled by monarchs. Among their peers, they are generally the more rich, prosperous, stable and most free people of the earth. Monarchy, chiefly constitutional monarchy, is a great blessing and benefit that we recommend to others who wish to improve the well-being and best good of their countries.
To know how to address or speak to a royal or noble, see Royal and Noble Ranks, Styles and Addresses
The Crowned Nations of the Earth are shown below:
Absolute monarchy ·
Semi-constitutional monarchy ·
Constitutional monarchy ·
States in personal union with a constitutional monarch ·  (commonwealth)
Sub-state or Subnational level monarchy or monarchies ·  (partial)
The Ten Richest Monarchs of the World
1 King Bhumibol Adulyadej of Thailand
Age: 80
Net worth: £18.79 billion
2 Sheikh Khalifa bin Zayed Al Nahyan of the United Arab Emirates
Age: 60
Net worth: £12.35 billion
3 King Abdullah bin Abdul Aziz of Saudi Arabia
Age: 84
Net worth: £11.27 billion
4 Sultan Haji Hassanal Bolkiah of Brunei
Age: 62
Net worth: £10.74 billion
5 Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum of Dubai
Age: 58
Net worth: £9.66 billion
6 Prince Hans-Adam II von und zu Liechtenstein of Liechtenstein
Age: 63
Net worth: £2.68 billion
7 Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani of Qatar
Age: 56
Net worth: £1.07 billion
8 King Mohammed VI of Morocco
Age: 46
Net worth: £805.4 million
9 Prince Albert II of Monaco
Age: 50
Net worth: £751.7 million
10 Sultan Qaboos bin Said of Oman
Age: 67
Net worth: £590.1 million
11 Prince Karim Al Hussein
Age: 71
Net worth: £536.9 million
12 Queen Elizabeth II
Age: 82
Net worth: £349 million
13 Sheikh Sabah Al-Ahmad Al-Jaber Al-Sabah of Kuwait
Age: 79
Net worth: £268 million
14 Queen Beatrix Wilhelmina Armgard of the Netherlands
Age: 70
Net worth: £161 million
15 King Mswati III of Swaziland
Age: 40
Net worth: £107.4 million

(Anita Singh, “The world’s richest royals,” Telegraph.co.uk, 25 August 2008: www.telegraph.co.uk/news/worldnews/2598278/The-worlds-richest-royals.html)

Fonte: http://www.nobility-royalty.com/id59.htm

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ESTADO DÁ RAZÃO E RECONHECE DOM DUARTE PIO

duque

Sua Alteza Real, Dom Duarte de Bragança

O Conselho Técnico do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), presidido por António Figueiredo, declarou como válidos os registos de nascimento de D. Duarte Pio e do seu pai, D. Duarte Nuno. Isto é, segundo o documento a que o CM teve acesso, é-lhes reconhecida a nacionalidade portuguesa, depois de um colaborador de Rosário Poidimani – o italiano que se auto-intitula herdeiro da Casa de Bragança – ter tentado durante quase dois anos anular os registos de nascimento de D. Duarte Pio e do pai.

José Travassos Valdez, colaborador de Poidimani, alegou, entre outros factos históricos, a falsificação de documentos por parte do pai de D. Duarte à data do registo de nascimento do filho a 29 de Julho de 1947; que nem ele tinha a nacionalidade portuguesa por causa da Lei do Banimento e porque D. Duarte tinha nascido na Suíça. O Registo Civil investigou durante um ano e chegou a pedir documentação a D. Duarte. Só a 17 de Novembro de 2008 a Conservatória se decidiu e indeferiu o pedido de Valdez. Mas o colaborador de Poidimani pediu recurso, que foi parar ao IRN. Ao que o CM apurou, os membros do conselho votaram por unanimidade o novo indeferimento.

Ao CM, José Valdez afirmou que vai recorrer e que não aceita o facto de o IRN não lhe reconhecer legitimidade para contestar a nacionalidade. Por sua vez, um porta-voz de D. Duarte afirmou: “O IRN apenas vem reconhecer uma verdade que é por todos reconhecida: D. Duarte é português.”

LEI REVOGADA DEVOLVE DIREITOS

A guerra da nacionalidade começou na Conservatória dos Registos Centrais, em Dezembro de 2007, com um processo de justificação administrativa pedido por Valdez. Mas o IRN não reconhece legitimidade a Valdez para impugnar a nacionalidade de D. Duarte, pois considera que não tem um interesse directo e não é herdeiro.

Diz que após a revogação da Lei do Banimento de 18 de Dezembro de 1834, que retirou a nacionalidade portuguesa a D. Miguel e descendentes, a Administração fez um novo registo do pai deste. A revogação dessas leis em 1950 “veio permitir a reposição dos seus direitos civis e políticos como se não tivesse ocorrido qualquer interrupção no seu exercício”. Quanto à existência de dois registos de nascimento do pai de D. Duarte Pio, o IRN diz que se resolve com o cancelamento do menos actualizado.

SAIBA MAIS

TERRA DE PORTUGAL

D. Duarte Pio de Bragança nasceu em Berna oito dias depois da rendição da Alemanha. Filho de D. Duarte Nuno de Bragança e de D. Maria Francisca de Orléans e Bragança. Reza a história que foi colocada terra de Portugal debaixo da cama da mãe durante o parto.

1995

Ano em que D. Duarte Pio se casou, na Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, com D. Isabel de Herédia. Foi a 13 de Maio.

1950

Ano em que a Lei do Banimento foi revogada. A Lei tinha sido criada em 1834 e serviu para retirar a nacionalidade portuguesa a D. Miguel e aos seus descendentes.

D.MANUEL II

Último rei de Portugal, destituído do trono a 5 de Outubro de 1910, exilou-se em Inglaterra.

Sónia Trigueirão – Correio da Manhã

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A única Esperança é mesmo SÓ a Monarquia

duarte-pio-duke-of-braganza-88th-international-official-showjumping-competition-csio-day-2-1OIlbGEstamos em plena campanha eleitoral e para não variar, nem um bocadinho sequer, os principais candidatos do “bloco central” gladiam-se como se a Democracia passasse a seguir a lógica que “aquele que é o mais forte e robusto vencerá”. Não há uma discussão de princípios. Estes políticos entretêm o povo com estas situações caricatas e sinónimas de um regime já em fase moribunda, que quer levar atrás de si toda uma Nação que remonta a mais de 800 anos de História.

Mesmo os Partidos considerados “pequenos”, mas para mim, numa Democracia não há partidos grandes e pequenos, há PARTIDOS, ponto! E nesse sentido, nesta Democracia que esteve com o PREC prestes a ser malcriada e leviana, assistimos a este triste espectáculo que são as eleições em Portugal, onde raramente se vê candidatos de outros partidos, sem serem sempre os mesmos, a debaterem. Aliás, estamos a 1 semana de irmos a votos, e os Portugueses ainda não perceberam em quê que vão votar, porque os “grandes partidos” que têm o lugar, à partida “garantido”, não se dão ao trabalho de explicar para que Europa estamos a caminhar.

Há pouco tempo, o PDR-Projecto Democracia Real lançou um artigo “Que Europa queremos nós?” e um vídeo que está no nosso canal e que pode ser visto!

Sabemos muito bem para onde a Europa está a caminhar. O Tratado de Lisboa vai impedir referendos a Tratados Europeus (clausula passerelle”) – uma contradição total com a Democracia e a Liberdade de Escolha dos Cidadãos Europeus; outra situação cinge-se às águas territoriais que deixaram de fazer do controlo nacional e passaram a ser controladas pela burocracia de Bruxelas. Como Portugal, já não tem, (por culpa de quem?) uma frota pesqueira competitiva, como chegou a ter em tempos, os nossos pescadores vão se ver numa situação extremamente difícil e insustentável.

Estes políticos que servem o sistema republicano, estão a iludir os Portugueses, mais uma vez, com promessas que não irão cumprir. Continuaremos a ver greves, manifestações sindicais, e o crime não irá diminuir, a educação vai piorar e estamos a chegar ao ridículo de ver criminosos a serem protegidos quando os inocentes que clamam por justiça, ficam pávidos e serenos a perguntarem-se “o que se passa com isto?”

Vários comentadores  e ex-políticos, já vieram a público, como Medina Carreira e Vasco Pulido Valente, dizerem que, de facto, Portugal, estou certo que concordarão comigo, nunca desceu tão baixo. Nunca, em 800 anos de História – Pátria, descemos tão baixo!

Fazem-se jogatinas interessantes (nem por isso!) com os computadores Magalhães para entreter as crianças que na Primária devem, sim, aprender a escrever, a ler e a contar! Permite-se agora, para mostrar o “sucesso escolar em Portugal” que se passe de ano, mesmo com as piores notas que se possa ter até concluir o 12.º ano (!!!????). ISTO É UM PAÍS SÉRIO? E já inventaram um sistema absolutamente inacreditável, que são os “Centros Novas Oportunidades”. Sabem do que se trata? Eu digo-vos! Porque, infelizmente, eu próprio, para viver, tenho que dar formação num deles! Os formandos, sejam os que querem ter o 6.º ano, ou o 9.º ano e finalmente (?) o 12.º ano, em 6 meses, têm que abordar as suas Histórias de Vida, fazendo sobressair as suas competências, e ponto! Claro que há regras de avaliação definidas, mas não há oportunidades, no sentido, de esses mesmos formandos terem acesso a módulos de Português, Matemática, Informática, História, Geografia, etc…. Ou seja, o caro leitor, ficará espantado ao saber, que as pessoas, que obviamente têm todo o direito a ter o 12.º ano, mas que o deveriam fazer, no ensino secundário nocturno ou serem integrados nas turmas diurnas, (não me chocaria, na faculdade tive colegas bem mais velhos do que eu; excelentes aliás!), ficam na mesma em termos de cultura geral. Os cursos não ensinam praticamente nada. E o mais espantoso, é que há pessoas que querem seguir para o Ensino Superior! Pergunto: Com que bases?? Com que preparação??

Enfim, valha-nos Deus….

A nível económico nunca descemos tão baixo. Portugal tem uma dívida externa assustadora, fruto de receber vários Fundos Comunitários da UE e não os soube aproveitar no momento certo, para desenvolver a nossa Agricultura, as Pescas, a Indústria, o Comércio, a Educação, a Saúde, a Justiça, a Segurança Interna, a Cultura, enfim áreas de Governo, absolutamente vitais para sermos um País na senda do Desenvolvimento Sustentável, com uma economia próspera e melhores salários e pensões!

E agora pergunto aos Portugueses: Sejam honestos e sinceros convosco próprios e respondam-me: Ainda acreditam que ao fim de 3 Republicas, vale a pena acreditar no sistema Republicano?

Portugueses,

Olhem bem para o Nosso País! É este País que querem? Com esta classe dirigente que já tem os lugares “cativos” e não vai mudar nada, porque lhes falta uma Autoridade que só a Instituição Real pode dar?

Olhemos para Espanha! Sim, é verdade, que a nível económico as coisas, fruto também da crise internacional, não estão a correr bem. Mas olhem para a autoridade (não confundir com autoritarismo) do Rei e da Família Real que dá esperança aos Espanhóis num futuro melhor e que as crises serão ultrapassadas. Aqui, o nosso Presidente da Republica chega a dizer que “está solidário com a situação de uns empregados (à beira de perderem o emprego) mas não tem soluções”! Isto é grave, vindo do Chefe de Estado. Pessoa que respeito, sem dúvida, pelo seu Curriculum e pelo facto de ser o Presidente da Republica, assim como respeito os nossos representantes parlamentares e o Governo. Mas não estou satisfeito com esta resposta do Sr. Presidente da Republica! Um Chefe de Estado não pode permitir que o seu povo baixe os braços! Não pode permitir o conformismo!

Sem dúvida, que a figura de um Rei, numa Monarquia Parlamentar e Democrática daria um novo ânimo a todos nós Portugueses. A Autoridade Real impede sonhar alto na classe política para atingirem a Chefia do Estado. Impõe autoridade ao serviço do bem comum de todos os cidadãos! É isto que eu como Monárquico desejo para Portugal.

Nós não precisamos da Republica para nada! A Republica Portuguesa gasta 8 X mais do que a Monarquia Espanhola. Um País, como o nosso, não pode sustentar um Regime tão caro! Que ainda agora, recentemente, renovou o parque automóvel da Assembleia da Republica! BMW topo de gama! O que é isto???

Se se é republicano apenas para ter o direito a ser candidato e o direito em escolher o Chefe do Estado. Lamento, mas é um argumento que não pega, dado o estado em que se encontra Portugal! Os Portugueses não precisam de gastar dinheiro em eleições presidenciais! Nem se devem preocupar em quererem ocupar o cargo da Chefia do Estado!

Abdiquemos todos nós Portugueses, dessas duas prerrogativas, para bem do nosso querido País! Não sejamos apenas patriotas quando joga a Selecção Portuguesa de Futebol. Sejamos Patriotas todos os dias e preocupemo-nos cada vez mais com estas situações, porque temos o direito, acima de tudo, de querer viver melhor, dar um futuro melhor a filhos que tenhamos ou venhamos a ter.

Portanto, a única esperança, é mesmo só a Monarquia. A Única Esperança está em Dom Duarte de Bragança, o nosso Rei, descendente de Dom Afonso Henriques, o nosso Fundador, descendente do Santo Condestável, aquele que nos afirmou como Portugueses, descendente de Dom João IV que resgatou a nossa Independência e nos voltou a dar a nossa Liberdade! Descendente de Dom Pedro IV e do Rei Dom Miguel, tão diferentes na política, mas cuja descendência por um lado de Dona Maria II e descendência até Dom Manuel II, sempre respeitaram a Monarquia Constitucional e foram excelentes Monarcas Constitucionais. E do lado de Dom Miguel I e sua descendência, que com o fim da I Guerra Mundial e sobretudo da II Guerra, passaram a viver de uma forma honrada mas humilde, nunca se esquecendo de Portugal e dos Portugueses.

O amor à Pátria sempre tão vivo na Família Real Portuguesa, hoje representada por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança, em quem todos os Portugueses devem confiar o futuro de Portugal, na Chefia do Estado. Depois será a vez de Sua Alteza Real Dom Afonso, Príncipe da Beira, que está a ser preparado para um dia se os Portugueses o chamarem, ser o Rei sucessor de Seu Pai.

A Republica terá que salvar Portugal, permitindo o referendo Institucional abrindo as portas a uma transição pacífica e democrática para a Monarquia Parlamentar.

A nossa Esperança, é sem dúvida, Dom Duarte de Bragança. Viva o Rei!

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No dia em que o Rei faz anos!

Casa_de_Bragan%C3%A7aA 15 de Maio de 1945, nascia na Embaixada de Portugal em Berna, Capital da Suíça, Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte Pio João Miguel Rafael Gabriel de Bragança, filho de Suas Altezas Reais o Senhor Dom Duarte Nuno de Bragança e de Dona Maria Francisca de Orleães e Bragança.

Nesse dia, a Sucessão da Casa de Bragança estava prevista ter continuidade e uma nova esperança nascia nas hostes Monárquicas.

Em 1932, quando morreu Sua Majestade o Rei Dom Manuel II, todos os Monárquicos uniram-se à volta de Dom Duarte II, seu Legítimo Sucessor na Representação da Casa Real Portuguesa. O mesmo a partir de 1976, com o Senhor Dom Duarte III, Rei de todos nós Portugueses.

Neste dia de aniversário do nosso Rei, eu, em nome da Administração do Projecto Democracia Real, presto a mais sincera e humilde homenagem colocando aqui algumas fotografias que de algum modo retratam 64 anos de vida de um Homem extraordinário que se tem dedicado por completo ao seu País, que ama, nunca procurando benefícios pessoais e estar sempre à altura dos seus antepassados, os Reis de Portugal.

Senhor Dom Duarte, desejamos a Vossa Alteza Real, um Feliz Aniversário e que conte muitos mais. Deus vos protega e guie sempre no bom caminho não só para a Vossa Família, mas para o serviço que prestais a Portugal, tão exemplarmente.

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LONGA VIDA AO REI DOS PORTUGUESES!

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14.º Aniversário de Casamento de Suas Altezas Reais os Duques de Bragança

A 13 de Maio de 1995, no Mosteiro dos Jerónimos casavam Suas Altezas Reais o Senhor Dom Duarte e a Senhora Dona Isabel. Foi um acontecimento Histórico e um Casamento de Estado, em que até o então Chefe de Estado e membros do Governo de então, também estiveram presentes. Foi, sem dúvida, uma festa popular, que ainda hoje, nenhum Português se esquece daquele dia.

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Em nome da Administração do Projecto Democracia Real, desejo a Suas Altezas Reais um Feliz Aniversário de Casamento e faço votos que continuem a dar todo o melhor que podem para darem a esperança que os Portugueses bem precisam e que tão exemplarmente têm dado ao longo destes 14 anos de matrimónio.

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O Príncipio Monárquico e a Sucessão Dinástica. Tomada de posição do PDR em resposta àquilo que alguns chamam “A Questão da Sucessão”.

oficial3Caros membros da Administração do PDR-Projecto Democracia Real,

Caros Colaboradores do PDR-Projecto Democracia Real, em toda a sua Rede,

Caros Dirigentes Monárquicos da Causa Real e Reais Associações,

Caros Dirigentes do Instituto da Democracia Portuguesa,

Monárquicos, com “M” grande, Leais a Suas Altezas Reais o Senhor Dom Duarte e Senhora Dona Isabel e Herdeiros, depositários do nosso Legado Histórico e Representantes Legítimos da Coroa de Portugal,

O príncipio monárquico insere-se numa lógica que por vezes poderá fazer confusão às pessoas, mas que no fundo é algo simples e que normalmente todos acabam por perceber que, como se diz na gíria do Direito “Sed Lex Dura Lex”, isto é, a Lei é Dura mas é a Lei. Sendo assim, as normas de Sucessão Dinástica, previamente apontadas no parecer, incontestável, do Dr. Augusto Ferreira do Amaral, que voltei a colocar aqui, não deveriam colocar quaisquer tipos de dúvidas relativamente a quem é quem na Sucessão Portuguesa e quem tem a Legitimidade de representar o Príncipio Monárquico em Portugal.

Os últimos acontecimentos, aproveitados por algumas pessoas, conhecidas até do público, para se mostrarem na imprensa escrita ou na TV, levam-me a ter que proferir algumas palavras.

1.º lugar – Nunca vi ninguém tão humilde e tão humano como Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança;

2.º lugar – Nunca vi tanto amor a Portugal e aos Portugueses, como o amor que tem SAR o Senhor Dom Duarte já demonstrado por várias ocasiões;

3.º lugar – Nunca vi tanto patriotismo e sentido de responsabilidade na defesa da Herança Histórica colectiva de todos os Portugueses, como no Senhor Dom Duarte de Bragança;

4.º lugar – Nunca vi tanta vontade em servir Portugal, mesmo fora do Trono, como no Senhor Dom Duarte de Bragança.

Nestas 4 alíneas precedentes, não vejo, de forma alguma, Nuno da Câmara Pereira, o Duque de Loulé, tais valores que acima enumerei.

Porquê?

Uma razão muito simples. A vontade de ter protagonismo fácil é mais que muita. O serviço ao País, só porque se é Deputado e se acha com direitos de colocar em causa a Legimidade Dinástica de Dom Duarte de Bragança, é um absurdo e demonstra bem onde é que certas pessoas são capazes de chegar para tentar atingir certos fins.

Já para não falar da tal reunião em Vicenza entre o Deputado Nuno da Câmara Pereira, o Duque de Loulé e Rosário Poidimani, que foi, aliás, em 2007, preso por vários motivos.

Podemos então perceber, que a credibilidade destes senhores é nula e que o facto de certos apoiantes andarem a participar no Fórum Monárquicos.com, onde se permitem insultos a SAR o Senhor Dom Duarte, usando pseudónimos, na maior parte dos casos, demonstra uma cobardia sem limites.

Eu, em nome da Administração do PDR-Projecto Democracia Real lamento a atitude de certos dirigentes monárquicos que viraram, entretanto a casaca e traíram Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança.

Lamento que esses senhores que se dizem Monárquicos, não tenham a visão suficiente para entenderem que ao trairem Sua Alteza Real, estão a trair o príncipio monárquico, que alguns juraram defender.

Finalizando, tendo em conta que tenho além da Lealdade, que é indiscutível, simpatia, amizade e estima pessoal por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança, fico muito triste, ver a atitude desses senhores, contra um Homem, Chefe da Casa Real Portuguesa, Rei de todos os Portugueses, que ama o seu Povo e está disposto em servi-lo, mesmo não reinando, ser atacado de uma forma tão vil, tão cobarde e tão repugnante.

Faço votos que as medidas sejam tomadas com vista a que a Causa Monárquica Portuguesa não fique prejudicada por estes senhores e que se avance rumo à vitória.Faço votos também que Partidos Políticos que queiram, eventualmente fazer coligação com o PPM, tenham a visão suficiente para entenderem que o PPM não representa o todo Monárquico e que há Monárquicos em vários partidos, desde a Esquerda à Direita.

Por Portugal, sempre por Portugal,

Viva o Rei Dom Duarte III de Portugal.

David Garcia,

Coordenador do PDR-Projecto Democracia Real

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