PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

D. DUARTE E A SUA INTERVENÇÃO NA SOCIEDADE

Artur de Oliveira

Vejo algumas críticas de certos monárquicos em relação a D. Duarte porque não se manifesta em relação aos últimos acontecimentos políticos… São críticas bem-intencionadas, bem sei, mas ainda assim, meus caros correligionários:
S.A.R sabe muito bem o que está a fazer. Dêem-lhe tempo… O papel dele creio que agora está a ser o de reflectir sobre os acontecimentos e quando menos esperarmos, intervirá… Isto é o que eu creio… Se nós lutarmos pela Causa, acreditem que D. Duarte será ainda mais motivado e motivar-nos-á ainda mais… Tenhamos calma, porque vivemos numa república de víboras e há que medir os passos e elaborar estratégias vencedoras… É tudo uma questão de timing… Não vamos criticar o nosso futuro Rei. Para isso já temos os republicanos viscerais, certo? O melhor é unir-nos em torno de nós mesmos para que quando S.A.R. vir isso acontecer, então aí, estou convencido que irá intervir de uma forma ainda mais activa no seu exacto tempo, no contexto correcto.
Mas temos que fazer por isso e temos o Dia 1 de Dezembro como oportunidade de o fazermos em massa. Para nos manifestarmos em força por uma monarquia para o século XXI, moderna, forte, inovadora e sobretudo dinâmica…

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REGRESSO AO FUTURO

João Mattos e Silva,

Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa

Este cinco de Outubro de 2009 vai ficar no filme da História da República! Para além da insípida cerimónia nos Paços do Concelho de Lisboa, onde o milionário proprietário José Relvas proclamou o novo regime a umas dezenas de lisboetas, para além das flores da memória na base da estátua do tribuno carbonário António José de Almeida, que foi presidente, para além, este ano, do discurso nos jardins do palácio presidencial para que não ficassem dúvidas de que o presidente não apoiava nem Santana nem Costa, o que toda a gente já sabia, centenas de monárquicos, na sua maioria esmagadora abaixo dos trinta anos, vieram para a rua aos gritos compassados de vi- va-o rei e por –tu –gal, empunhando bandeiras azuis e brancas e T Shirts onde se lia “Eu quero um Rei. E tu?”

A repercussão, em todos os jornais e televisões, foi enorme. Na blogosfera enormíssima. Nunca, nesta III República, os monárquicos tinham tido uma tão grande visibilidade e tinham feito falar tão claramente na questão do regime. Para ser justo, devo dizer que esta acção da Causa Real foi antecedida, em pleno verão preguiçoso e ensolarado, pela colocação da bandeira da Monarquia derrubada pelo golpe revolucionário e anti – democrático de 1910, na varanda dos mesmíssimos Paços do Concelho de Lisboa, pelo atrevimento de um grupo independente, que se intitulou Dart Vader’s, a que se seguiram acções semelhantes que os secundaram, um  pouco por todo o País.

Quem se deu ao trabalho de ler o que se escreveu nos blogs, a propósito destes episódios e da ousadia de contestar o regime prestes a fazer cem anos (afinal, para alguns republicanos ilustres como o Dr. Mário Soares, parece que não deveriam ser bem cem anos, porque há que lhes subtrair os da ditadura militar e os dos Estado Novo, que rejeitam como república, o que daria pouco mais de meio século, não fosse o Estado republicano os contrariar celebrando oficialmente o centenário), ficou ciente dos argumentos utilizados pelos republicanos irritados, para contestar a Monarquia: os privilégios, a igualdade, a democracia e o “regresso ao passado”. Argumentos estafados em que ninguém de bom senso e letrado acredita, olhando o que se passa nas Monarquias europeias, tão ou mais democráticas do que a nossa república e muito mais desenvolvidas económica, social e culturalmente. E ficou ciente de que, para além de uma cassete estafada de cem anos, grande parte recorreu à ordinarice e ao insulto como armas em defesa da República, à boa maneira republicana aliás, como a leitura da imprensa do primeiro decénio do século XX e dos dezasseis anos seguintes, demonstram largamente.

Entre a colocação da bandeira na Câmara Municipal de Lisboa e o 5 de Outubro, decorreu entretanto a guerra, primeiro de meias palavras e depois de um discurso palavroso e incompreensível do actual “inquilino de Belém”, sobre eventual espionagem por parte do governo à presidência, que só veio dar razão a quem, há cem anos, contesta a independência e supra -partidarismo do presidente da República por força constitucional, quando esses altos magistrados do regime, têm origem nos partidos, são apoiados política e financeiramente pelos partidos nas suas candidaturas e actuam, uma vez eleitos, com o argumento da mesma origem de legitimidade eleitoral que o Parlamento, contra os governos que são de ideologia diferente, para tentar contrariar as suas opções políticas legitimadas pelo voto parlamentar. Este episódio é, aliás, e além do mais, o mais caricato argumento do mais caricato filme de espiões, em que nem os espiões são desvendados nem os espionados vencem a “potência” adversária e todos perdem, acabando a fita numa enorme gargalhada.

Quem não quer ver que esta República e os argumentos a seu favor ficaram uma vez mais feridos de morte, talvez se espante se um dia forem os seus presumíveis cidadãos a dizer basta. E, continuando no paralelismo cinematográfico, a dizer que querem “regressar ao futuro”. O filme já está em rodagem.

Fonte: Blogue da Real Associação de Lisboa

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O PDR AVANÇA RUMO AO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

David Garcia,

Presidente da Direcção do PDR – Projecto Democracia Real

Ontem, dia 17 de Outubro de 2009, a Direcção do PDR reuniu-se, no ISCTE, em Lisboa, para aprovação de um Regulamento Interno e eleição da Presidência da Direcção e também para abordar outras questões de índole estratégica.

1.º O Regulamento Interno que abrange, apenas e só, a Direcção, tendo em conta que o PDR não é um Movimento Oficial, mas uma Entidade Oficiosa de apoio, incondicional à Causa Real e às Reais Associações, é, no fundo, um compromisso assumido pela Direcção, em procurar por todos os meios divulgar o Ideal Monárquico aos Portugueses. O Regulamento foi aprovado por unanimidade.

2.º O Regulamento aprovado por unanimidade da Direcção, implicou a eleição do Presidente da Direcção. Tal facto aconteceu, por aclamação. Evidenciando a total legitimidade em, eu, como criador e fundador do Projecto Democracia Real, e pelo esforço que tenho tido em manter este projecto de pé, por uma Monarquia para Portugal, parece-me evidente que teria todas as condições para continuar. Daqui a 5 anos voltará a haver a eleição.

3.º Foram distribuídas tarefas bem específicas e claras. Eu assumo a Presidência da Direcção do PDR. O Dr. Pedro Quartin Graça assume o papel de Conselheiro da Direcção. Maria do Monte assume o papel de responsável pelas Redes Sociais do PDR, com o meu total apoio e ajuda. Artur de Oliveira, assume o papel de promoção do PDR junto das Entidades Oficiais e Oficiosas, que defendam a Monarquia para Portugal.E o Daniel assume a Edição do Futuro Boletim do PDR, que será bimensal e que estará disponível aqui no Blogue do PDR para download.

4.º Assumiu-se o compromisso de apoiar e articular esforços com a Causa Real e as Reais Associações e demais voluntários monárquicos, nomeadamente os da blogosfera.

5.º Assumiu-se o compromisso de divulgação e promoção dos Ideais de uma Monarquia Parlamentar e Democrática.

6.º Chamar-se-á sempre a atenção dos Portugueses para situações que surjam contra os Direitos Humanos. Ainda há poucos dias, chamámos aqui a atenção do facto de um monárquico iraniano ter sido preso e condenado à morte, por defender a Democracia e a Liberdade. Continuaremos neste caminho.

7.º Defenderemos a Independência de Portugal, sua Identidade Cultural, sua Diversidade Religiosa, com total Lealdade a Dom Duarte de Bragança e a quem lhe vier a Suceder na Chefia da Casa Real Portuguesa.

8.º Promoveremos a Democracia Real e lutaremos pelo Direito ao Referendo Monarquia ou República.

Vamos trabalhar duramente, para organizar um Encontro em Sintra para Novembro deste ano. Estaremos presentes no Jantar dos Conjurados deste ano, assim como estaremos presentes no dia 1 de Dezembro nos Restauradores e, naturalmente, no dia 1 de Fevereiro no Terreiro do Paço e na missa por Sua Majestade o Rei Dom Carlos e pelo Príncipe Real Dom Luís Filipe.

Definitivamente, o PDR deixa de ser apenas e só uma Rede de Espaço na Net, mas também, passa a ser uma Entidade organizada preparada para assumir o seu papel junto, não só das Entidades Monárquicas Oficiais, mas também junto dos Portugueses.

Quero chamar a atenção para o artigo que escrevi para o Jornal de Sintra que saiu na passada sexta-feira e que está disponível no Blogue do respectivo jornal: http://jornaldesintra.blogspot.com “Um 5 de Outubro desconhecido, o de 1143″.

Aqui deixo agora, com todo o gosto, algumas fotografias do dia de ontem:

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Artur de Oliveira, David Garcia, Pedro Quartin Graça

David Garcia e Artur de Oliveira

David Garcia e Artur de Oliveira

Acção de Formação sobre WordPress

Acção de Formação sobre WordPress. Ao meu lado esquerdo, Maria do Monte, Responsável pelas Redes Sociais do PDR

VIVA O REI!

VIVA O REI!

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REAL ALTERNATIVA

Artur de Oliveira

O PDR está a ter cada vez mais visitantes e amigos no Facebook, Hi5, Twitter e Myspace… Estamos a crescer cada vez mais e não iremos parar… O debate do PDR Constituição está em aberto e justifica-se nos dias em que vivemos em que parece que não há alternativas ao regime vigente. O PDR quer alternativas não político-partidárias, mas quer ir ao âmago da democracia que é o próprio regime e isso faz-se com a discussão constitucional. É um exercício online para os interessados e curiosos verem o que há de alternativo para esta estranha forma de constituição actual que se diz tão democrática, mas que só vê uma única forma de governação e ignora convenientemente a outra alternativa cada vez mais real em todos os sentidos.

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As Fragilidades do Sistema

Alquimista Real

in NESD-Lx

Como é sabido, de todos nós Portugueses, a República Portuguesa é constitucionalmente semi-presidencialista. Neste tipo de sistema político que em nada facilita a “coabitação” entre Chefe de Estado e Chefe de Governo (em especial quando provenientes de partidos rivais), torna-se claro que o Chefe de Estado (o Presidente) se encontra em clara desvantagem dado o facto de a Constituição lhe limitar os “movimentos” na cena política nacional.

Aquilo a que os críticos actualmente chamam de “crise institucional” é a clara evidência das fragilidades do nosso sistema constitucional que não prevê, nem legisla, um sistema adequado de contra-pesos que possa de facto atenuar ou até mesmo eliminar esta “crise institucional”, que se pode repetir no futuro, por outras razões.

Existem, a meu ver dois sistemas de contra-pesos que permite anular esta difícil “coabitação institucional”:

- Existência de um Parlamento bicameral, composto por Câmara de Deputados e Senado (com menos elementos que a câmara baixa), sendo cada legislatura eleita a meio do mandato da outra, permitindo assim uma pré-avaliação das leis, mais correcta, por parte da câmara alta. Isto evitaria constantes vetos presidenciais, e aliviaria a carga do Tribunal Constitucional, uma vez que o Senado teria que rever de novo a lei passada pela Câmara dos Deputados. O sistema poderia ainda expressar a opinião política do Presidente da República se este pudesse nomear entre dois a quatro Senadores, transportando assim os possíveis “conflitos institucionais” para a “arena de debate”.

- A segunda opção passaria pelo abandono do sistema semi-presidencialista e adopção plena do parlamentarismo (neste caso também bicameral, mas a câmara alta representado regiões/distritos e não partidos), em que o Chefe de Governo detém todo o poder executivo, sendo que o Presidente da República, eleito pelo Parlamento reunido para o efeito, detém poucos poderes não interferindo assim com as tomadas de decisão do Governo (como é o caso do Presidente da República Federal da Alemanha.

A inexistência destes contra-pesos na Constituição da República Portuguesa, facilita a formação de governos minoritários, ou de maioria absoluta (e com tendências de governação despótica) e ainda conflitos entre Presidente e Primeiro-Ministro, criando assim fortes atritos institucionais que em nada favorece a estabilidade institucional necessária à correcta governação do país, especialmente em tempos de crise.

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Choque do Futuro

Artur de Oliveira

O facto de certos Homens neocarbonários e alguns Anacletos trotskistas ameaçarem-nos de proscrição, chamarem-nos de meros saudositas e legitimarem a sua querida república com um zelotismo nunca antes visto desde meados dos anos 20, fim da 1ºa República, já diz tudo sobre o nosso impacto nas redes sociais, manifestações e declarações públicas… Pensavam eles que os monárquicos estavam adormecidos? Sim,fomos um vulcão adormecido, mas eis-nos despertos e parece que há medo e insegurança no ar… Eu bem num artigo anterior disse que nós estávamos a ser incómodos… Meus caros, isto foi somente uma amostra… Por o enquanto o vulcão só estremece… Mas já está a causar pânico numa certa franja da população da Pompeia Republicana… È o chamado choque do futuro…

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5 de Outubro 2009, na SIC

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REPÚBLICA DAS INTRIGAS POR ARTUR DE OLIVEIRA

O Presidente deu mais tiro no pé, se é que não o deu na cabeça da república… Cavaco fez asneira da grossa, e eu que, comparativamente com os outros presidentes, considerava-o melhorzinho… Pois, pois… Mas os tabus e a má gestão dos timings tramaram Cavaco e a República. Só tenho pena é que certos neo-carbonários saiam bem desta história… Não é justo… Mas é bom que aproveitemos a chance para nos unirmos em força. Isto só nos reforça… Mas os monárquicos têm que se unir. Não podemos ser minimamente iguais aos republicanos… Já foi bom denunciar os neonazis e anti-semitas infiltrados em movimentos monárquicos fantasma como o “Monárquicos no Facebook” e “Pela Bandeira de Portugal” do Sr. Petinga… Já estamos também a separar o trigo do joio em vários outros aspectos. Mas agora os verdadeiros monárquicos democratas que se unam todos em prol da monarquia constitucional para um Portugal moderno sem quaisquer quezílias… Diferenças entre nós, é bom que as hajam, mas o essencial dos nossos ideiais tem que nos unir. Para uma monarquia e uma verdadeira democracia para o século XXI!

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