PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

O PDR AVANÇA RUMO AO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

David Garcia,

Presidente da Direcção do PDR – Projecto Democracia Real

Ontem, dia 17 de Outubro de 2009, a Direcção do PDR reuniu-se, no ISCTE, em Lisboa, para aprovação de um Regulamento Interno e eleição da Presidência da Direcção e também para abordar outras questões de índole estratégica.

1.º O Regulamento Interno que abrange, apenas e só, a Direcção, tendo em conta que o PDR não é um Movimento Oficial, mas uma Entidade Oficiosa de apoio, incondicional à Causa Real e às Reais Associações, é, no fundo, um compromisso assumido pela Direcção, em procurar por todos os meios divulgar o Ideal Monárquico aos Portugueses. O Regulamento foi aprovado por unanimidade.

2.º O Regulamento aprovado por unanimidade da Direcção, implicou a eleição do Presidente da Direcção. Tal facto aconteceu, por aclamação. Evidenciando a total legitimidade em, eu, como criador e fundador do Projecto Democracia Real, e pelo esforço que tenho tido em manter este projecto de pé, por uma Monarquia para Portugal, parece-me evidente que teria todas as condições para continuar. Daqui a 5 anos voltará a haver a eleição.

3.º Foram distribuídas tarefas bem específicas e claras. Eu assumo a Presidência da Direcção do PDR. O Dr. Pedro Quartin Graça assume o papel de Conselheiro da Direcção. Maria do Monte assume o papel de responsável pelas Redes Sociais do PDR, com o meu total apoio e ajuda. Artur de Oliveira, assume o papel de promoção do PDR junto das Entidades Oficiais e Oficiosas, que defendam a Monarquia para Portugal.E o Daniel assume a Edição do Futuro Boletim do PDR, que será bimensal e que estará disponível aqui no Blogue do PDR para download.

4.º Assumiu-se o compromisso de apoiar e articular esforços com a Causa Real e as Reais Associações e demais voluntários monárquicos, nomeadamente os da blogosfera.

5.º Assumiu-se o compromisso de divulgação e promoção dos Ideais de uma Monarquia Parlamentar e Democrática.

6.º Chamar-se-á sempre a atenção dos Portugueses para situações que surjam contra os Direitos Humanos. Ainda há poucos dias, chamámos aqui a atenção do facto de um monárquico iraniano ter sido preso e condenado à morte, por defender a Democracia e a Liberdade. Continuaremos neste caminho.

7.º Defenderemos a Independência de Portugal, sua Identidade Cultural, sua Diversidade Religiosa, com total Lealdade a Dom Duarte de Bragança e a quem lhe vier a Suceder na Chefia da Casa Real Portuguesa.

8.º Promoveremos a Democracia Real e lutaremos pelo Direito ao Referendo Monarquia ou República.

Vamos trabalhar duramente, para organizar um Encontro em Sintra para Novembro deste ano. Estaremos presentes no Jantar dos Conjurados deste ano, assim como estaremos presentes no dia 1 de Dezembro nos Restauradores e, naturalmente, no dia 1 de Fevereiro no Terreiro do Paço e na missa por Sua Majestade o Rei Dom Carlos e pelo Príncipe Real Dom Luís Filipe.

Definitivamente, o PDR deixa de ser apenas e só uma Rede de Espaço na Net, mas também, passa a ser uma Entidade organizada preparada para assumir o seu papel junto, não só das Entidades Monárquicas Oficiais, mas também junto dos Portugueses.

Quero chamar a atenção para o artigo que escrevi para o Jornal de Sintra que saiu na passada sexta-feira e que está disponível no Blogue do respectivo jornal: http://jornaldesintra.blogspot.com “Um 5 de Outubro desconhecido, o de 1143″.

Aqui deixo agora, com todo o gosto, algumas fotografias do dia de ontem:

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Artur de Oliveira, David Garcia, Pedro Quartin Graça

David Garcia e Artur de Oliveira

David Garcia e Artur de Oliveira

Acção de Formação sobre WordPress

Acção de Formação sobre WordPress. Ao meu lado esquerdo, Maria do Monte, Responsável pelas Redes Sociais do PDR

VIVA O REI!

VIVA O REI!

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REAL ALTERNATIVA

Artur de Oliveira

O PDR está a ter cada vez mais visitantes e amigos no Facebook, Hi5, Twitter e Myspace… Estamos a crescer cada vez mais e não iremos parar… O debate do PDR Constituição está em aberto e justifica-se nos dias em que vivemos em que parece que não há alternativas ao regime vigente. O PDR quer alternativas não político-partidárias, mas quer ir ao âmago da democracia que é o próprio regime e isso faz-se com a discussão constitucional. É um exercício online para os interessados e curiosos verem o que há de alternativo para esta estranha forma de constituição actual que se diz tão democrática, mas que só vê uma única forma de governação e ignora convenientemente a outra alternativa cada vez mais real em todos os sentidos.

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Acho piada à República!

610x396David Garcia

Estive a ler por alto os magníficos artigos do meu caro correlegionário, amigo e colega da Equipa do Projecto Democracia Real, Prof. Dr. Pedro Quartin Graça, e devo dizer, que acho uma certa piada à República….

Falam os Republicanos, e aliás o próprio Presidente no seu discurso no Palácio de Belém – não nos Paços do Concelho de Lisboa, falou em “ética republicana”. Se a ética republicana é o espírito de hoje se dizer uma coisa e amanhã outra, prefiro ser Monárquico.

Se a ética republicana é impedir um Referendo à Monarquia, prefiro ser Monárquico

Se a ética republicana é impedir os Monárquicos de se manifestarem livremente num País que também é o deles – o NOSSO, então prefiro ser Monárquico.

Se a ética republicana resume-se aos mais de 10 milhões de Euros que vão gastar com as tais comemorações do Centenário da República, então prefiro ser Monárquico.

Por outro lado, acho curiosa a forma como o Dr. Francisco Louçã, Coordenador do Bloco de Esquerda, vem falar dos Monárquicos. Não são os Monárquicos que removem cartazes de outros partidos ou os tapam, aquando das eleições nacionais ou europeias. Não são os Monárquicos que são arruaceiros como alguns que a mando do Bloco de Esquerda, com cartazes pró-Anarquistas, chegam ao ponto de ir procurar provocar os Monárquicos, que estavam unidos à Memória de um Grande Rei que foi Dom Carlos I e de um Promissor Príncipe Real que foi Dom Luís Filipe, há 1 ano e meio atrás, como eu bem vi!

O Senhor Carvalho Homem, por vezes mais valia estar calado, do que dizer tamanhas barbaridades. Quer dizer, agora há lugares próprios para os republicanos e há lugares próprios para os Monárquicos. Isto faz-me lembrar o Nazismo na Alemanha de Hitler, que este criou Guetos para os Judeus! Certamente que o espírito democrático do Dr. Carvalho – Homem estava num dia “NÃO”, quando teceu tamanhas afirmações. Afinal, não sabia que a Democracia era só para os republicanos. Mas também, diga-se de passagem, já nada me espanta nesta Republica:

Quando um Povo soberano, que reclamou para si a liberdade de escolha, a liberdade de opinião, a liberdade de reunião, a liberdade de participação, acaba por não poder se pronunciar sobre a forma de Chefia de Estado que prefere, algo vai mal na República Portuguesa!

Que grave contradição! Quer dizer, somos uma Democracia e não podemos escolher se queremos ter um Rei?

Republica e Democracia são tão sinónimas que só o facto de pensar em Monarquia, é ser fascista ou reaccionário?

Esperem lá… Então e as Monarquias Europeias que até, excepção da Norueguesa, são membros da União Europeia? São Ditaduras? Os Reis têm o poder absoluto nas mãos? Que raio de falta de informação é essa?

Entre a década de 30 e até ao derrube do Muro de Berlim, muitas Republicas na Europa eram Republica autoritárias e em Portugal não foi excepção, curiosamente desde 1910 com a Ditadura do Partido Republicano, depois a partir de 1933 com a Ditadura da União Nacional e depois a partir de 1976 com esta atitude ditatorial de não permitir, sequer, um Referendo à própria Constituição, porque alguns iluminados acham-se com o direito de manter para todo o sempre, o privilégio de eternidade desta República que está a levar Portugal à falência e à total falta de auto-estima!

Sem dúvida, que acho muita piada à República!

Mas acharei mais piada quando esta cair por terra! Será quando o povo, terá dito que se cansou da “ética republicana” e quer um Portugal renovado, e respeitado no Mundo e com muita esperança no futuro!

VIVA O REI!

VIVA PORTUGAL!

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5 de Outubro 2009, na SIC

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Testemunho da noite do dia 4 para 5 de Outubro 2009 – David Garcia

3997247_u6s3i1Estive presente, em Lisboa, na marcha do Cais do Sodré até ao Largo Camões e deste local até, de novo, ao Cais do Sodré.

Nunca, em 10 anos de militância Monárquica vi nos olhos de tanto jovem, esta energia, esta garra, esta força de vontade em lutar na rua, junto do povo, pela Monarquia em Portugal.

Nunca, em 10 anos de militância, vi um esforço continuado de grande vigor patriótico, ouvindo tantas vozes a darem Vivas ao Rei e a Portugal!

Nunca, em 10 anos de militância, vi esta dinâmica tão forte e tão entusiasmante.

Obviamente, que tinha que estar presente. Tinha que mostrar, que o Projecto Democracia Real não é apenas um projecto de Internet, mas que tem na sua equipa gente que sairá à rua sempre que necessário, na luta pela Monarquia em Portugal.

Apesar, de tudo ter corrido bem, quero deixar aqui umas notas construtivas:

a) Considero importante que a informação sobre as vantagens da Monarquia seja distribuída aos Portugueses que nos vêm passar;

b) Na mesma linha, considero fundamental que os Monárquicos saibam informar seus compatriotas das vantagens da Monarquia, de uma forma simples, clara e directa;

c) Considero importante, uma maior divulgação das actividades, nas ruas com panfletos, cartazes e outros materiais de propaganda, dias antes da acção concreta;

d) Finalmente, considero importante, que as pessoas que nas Redes Sociais dizem, aparentemente, sim, que irão a um certo evento Monárquico, acabem mesmo por ir. Ou se é Monárquico a sério e se faz por isso, ou então mais vale não enganar quem organiza os eventos, tal como aconteceu, em Coimbra, nas tradicionais homenagens ao Fundador!

De resto, quero dar, como Coordenador do Projecto Democracia Real, os meus mais sinceros Parabéns à Causa Real, à Real Associação de Lisboa e naturalmente também aos Conjurados XXI pela organização e pelo grande espírito militante. Contem com o Projecto Democracia Real, sempre!

Viva o Rei!

Viva Portugal!

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DIA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL!

portugal-afonso1Há 866 anos, em Zamora, era assinado um Tratado, no qual, Dom Afonso VII, Rei de Leão e Castela, Imperador da Espanha, reconheceu, seu primo, Dom Afonso Henriques, como Rei de Portugal, Soberano Independente.

Foi a 5 de Outubro de 1143.

Hoje, passados esses 866 anos, muitos poucos são os Portugueses que sabem desta tão importante efeméride, quando efectivamente todos o deveriam saber e festejar a sua Liberdade, a sua Independência e a sua História, das quais se devem sentir orgulhosos como qualquer outro povo.

Na qualidade de Coordenador do Projecto Democracia Real e em nome da equipa que lidero, quero aqui homenagear o Primeiro Rei de Portugal, El-Rei Dom Afonso Henriques, o nosso Fundador e que foi também o Conquistador desta terra que graças a ele, tem o nome de Portugal! E graças a ele, também, somos Portugueses e devemos ter orgulho nisso!

Ser patriota hoje, não é, nem pode ser visto, como sendo de extrema-direita. Nenhum povo civilizado pensa dessa maneira. Devemos ter orgulho na nossa História e aprender com ela para prepararmos, da melhor forma possível, o futuro de nossos filhos e netos.

Quando alguns querem diluir a Pátria Portuguesa numa República Ibérica, eu encho os pulmões de ar e grito e gritarei sempre:

VIVA PORTUGAL!

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5 de Outubro de 2009! Apanhado geral sobre as Notícias de um Dia marcante para os Monárquicos

GUIMARÃES – 5 DE OUTUBRO DE 2009
Guimarães acordou a 5 de Outubro com a verdadeira Bandeira de Portugal hasteada no Palácio de Santa Clara, sede do Município de Guimarães. 99 anos depois, lembramos a Monarquia, o regime deposto por um crime e contra a vontade de um povo. O regime que a “democrática” Constituição da República Portuguesa não permite que seja reinstituído por referendo popular. Lembramos a nossa História a partir da terra sagrada que viu nascer Portugal e o seu Primeiro Rei!
Publicada por Maria Menezes em 20:06 0 comentários

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RESPOSTA À LEGALIDADE
Hoje de madrugada foi de novo hasteada a bandeira portuguesa da monarquia na sede Real Associação de Lisboa no Largo Camões, em desafio à ordem da Câmara Municipal de Lisboa que após mais de quarenta anos decidiu ordenar a sua remoção. Estranho é que em véspera de Centenário da revolução carbonária, a edilidade que não consegue zelar pela sua própria varanda, se entretenha a vasculhar as dos outros com o fundamento de que a exibição desse símbolo nacional deverá obedecer aos regulamentos de publicidade e mobiliário urbano. Se a CML optar por nos remover a bandeira, isso não faz mal: temos muitas.
Publicada por João Távora em Segunda-feira, Outubro 05, 2009
MONÁRQUICOS NA RUA COM TEIXEIRA PINTO

(Clique nas imagens para ampliar)

“A REPÚBLICA NUNCA FOI REFERENDADA PELO POVO” 05 Outubro 2009 – 00h30
Discurso Directo

Paulo Teixeira Pinto, Presidente da Causa Real, falou ao CM sobre as comemorações da Implantação da República.
Correio da Manhã – O que têm os monárquicos preparado para o dia de hoje, aniversário da Implantação da República?
Paulo Teixeira Pinto – Vamos partir de barco de Belém e pelas primeiras horas de madrugada hastear a bandeira monárquica na sede da Causa Real, algo que a Câmara Municipal de Lisboa proibiu há um ano.
– Estão proibidos de ter uma bandeira monárquica na sede da Causa Real? Porquê?
– Segundo a autarquia por questões ligadas ao “mobiliário urbano” e “publicidade”. Pergunto: um símbolo nacional como a bandeira monárquica é publicidade? Vamos hastear a bandeira e só a tiramos com uma ordem do tribunal. Parece que a câmara está mais preocupada com as bandeiras dos outros do que as bandeiras que estão na sua varanda.
– Como vêem as preparações para comemorar o centenário da República para o ano?
– Só em quatro meses já gastaram meio milhão de euros em questões estéticas. E tudo por ajuste directo. Um desenho de site que custou 99 mil euros? Num tempo de solidariedade como este que atravessamos? Justifica-se? Se continuar assim não chega ao próximo 5 de Outubro com os dez milhões que tinham para gastar.
– Querem que Portugal volte a ser uma monarquia?
– Uma monarquia constitucional. Qualquer Presidente da República, excepto o general Ramalho Eanes, teve uma vida ligada a uma força política. Um Rei não. É um poder independente que advém do povo.
– Mas acha que os portugueses querem uma monarquia?
– Há cada vez mais monárquicos a dar a cara. E de todos os campos ideológicos e faixas etárias. Defendemos que na Constituição se deve mudar a palavra República por Democracia. E fazer um referendo para saber o que os portugueses querem. A República nunca foi referendada pelo povo.
Bandeira monárquica de novo hasteada:
MONÁRQUICOS DESAFIAM REPÚBLICA A UM REFERENDO
Em pleno dia de comemoração da República, um grupo de monárquicos lançou um desafio ao regime: quer uma alteração da Constituição, que permita a realização de um referendo. Os republicanos rejeitam o desafio, garantindo que a República é pacífica em Portugal. E o PS já diz que não muda nada.
Esta madrugada, já em pleno dia de comemoração da República, um grupo de centenas de monárquicos desembarcou simbolicamente perto do Terreiro do Paço, correu em direcção ao Largo Camões, hasteou a bandeira da Causa Real e pediu que se abrissem as portas à realização de um referendo, em Portugal, à República.
O desafio foi preparado com máxima discrição e teve de contornar vários obstáculos, explicou ontem ao DN – ainda antes da iniciativa – Paulo Teixeira Pinto, o ex-governante e ex-presidente do BCP, que agora lidera a Causa Real.
Os obstáculos começaram no sábado, quando o grupo (estavam previstos 500 defensores da causa) recebeu a informação de que não poderiam desembarcar, como o rei D. Carlos há 101 anos, no dia do regicídio, no Terreiro do Paço, mas apenas no Cais do Sodré. Continuaram com um aviso: de que a bandeira monárquica não poderia entrar a bordo – o que não impediu ninguém, nem o próprio Teixeira Pinto, de a usar, assim como de ostentar as T-shirts a dizer “Eu quero um Rei”. No início da iniciativa, tudo corria como previsto, com a polícia a acompanhar o grupo.
Mas a aventura nocturna era só simbólica. Antes de entrar no cacilheiro que o levaria ao Cais do Sodré, Paulo Teixeira Pinto garantia ao DN que a sua luta, a da monarquia, “é política”. No discurso que preparou para fazer, de uma varanda do Largo Camões, constava uma exigência bem definida: “Queremos suprimir a cláusula da Constituição que diz ser irremovível a República como base do sistema político português.”
A questão é polémica. Teixeira Pinto diz que “só” quer trocar a palavra “República” dessa alínea constitucional pela palavra “democracia” – alegando que essa, sim, é a base do sistema político nacional. Porém, a ser aceite pelos deputados, a alteração permitiria um outro passo, que constitui o verdadeiro objectivo da acção desta madrugada: “Fazer um referendo” à República – que hoje faz 99 anos de existência.
A guerra é política e os monárquicos sabem disso. Mas não partidária, alegam. “Eu sou monárquico e nunca votei no PPM”, garante. Mas o certo é que, para atingir os objectivos, ela terá sempre de contar com apoio nos partidos.
Agora, depois do discurso – que diz ser o “primeiro passo” de uma luta que quer levar até ao fim – Teixeira Pinto quer que a sua Causa Real vote o passo seguinte: levar ao Parlamento uma proposta, para que lá se discuta a mudança constitucional. É que a legislatura que começa agora é de revisão. E as novas regras da Assembleia já permitem que um grupo de cidadãos apresente propostas para votação.
Porém, nada indica que a iniciativa tenha sucesso dentro de São Bento. Vital Moreira, deputado da Constituinte de 1975 e fiel a José Sócrates, é taxativo na rejeição da proposta. “Ninguém vai mexer nisso. E, em matéria de divertimento, já vi melhor.”
À previsível resposta, Teixeira Pinto recorda um debate, na RTP, onde esteve com António Reis e Medeiros Ferreira, dois republicanos e socialistas que, garante, admitiram que a cláusula não fazia sentido, admitindo mudá-la. Ontem, em declarações ao DN, Medeiros Ferreira admite recordar-se desse debate, mas não do “compromisso”. “Os monárquicos tiveram uma oportunidade de ouro para participar nessa discussão em 1975, mas afastaram-se. Hoje, essa não é uma questão pendente”, remata o ex-deputado.
Na próxima bancada socialista, de resto, reina a desconfiança face à proposta. “A República é um caminho adequado”, diz Ricardo Rodrigues. E se a proposta chegar mesmo a São Bento? “São precisos dois terços dos deputados para a aprovar”, recorda o socialista.
Se a ideia ficar pelo caminho, o referendo ao regime fica excluído. Mas Teixeira Pinto promete não desistir. Este ano, promete várias acções “surpreendentes”. E já se prepara para, de hoje a um ano, contar quantos republicanos e quantos monárquicos estarão nas respectivas cerimónias.

Jornal de Notícias: -http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1381543

Toda esta Informação foi retirada do Blogue Família Real Portuguesa

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REPÚBLICA DAS INTRIGAS POR ARTUR DE OLIVEIRA

O Presidente deu mais tiro no pé, se é que não o deu na cabeça da república… Cavaco fez asneira da grossa, e eu que, comparativamente com os outros presidentes, considerava-o melhorzinho… Pois, pois… Mas os tabus e a má gestão dos timings tramaram Cavaco e a República. Só tenho pena é que certos neo-carbonários saiam bem desta história… Não é justo… Mas é bom que aproveitemos a chance para nos unirmos em força. Isto só nos reforça… Mas os monárquicos têm que se unir. Não podemos ser minimamente iguais aos republicanos… Já foi bom denunciar os neonazis e anti-semitas infiltrados em movimentos monárquicos fantasma como o “Monárquicos no Facebook” e “Pela Bandeira de Portugal” do Sr. Petinga… Já estamos também a separar o trigo do joio em vários outros aspectos. Mas agora os verdadeiros monárquicos democratas que se unam todos em prol da monarquia constitucional para um Portugal moderno sem quaisquer quezílias… Diferenças entre nós, é bom que as hajam, mas o essencial dos nossos ideiais tem que nos unir. Para uma monarquia e uma verdadeira democracia para o século XXI!

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