PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

PAÍSES SEM MONARQUIAS SÃO OS MAIS POLUIDORES À ESCALA MUNDIAL

Pedro Quartin Graça

China e EUA prometem emitir menos até 2020

As duas nações são responsáveis
por 40 por cento das emissões de dióxido de carbono

Dois dos maiores emissores de dióxido de carbono
do Mundo – a China e os Estados Unidos da América
(EUA) – prometeram, no final de Setembro,
reduzir tais níveis até 2020. Pedro Quartin Graça,
presidente do Partido da Terra, comenta a O
Instalador intenções de chineses e americanos.

Texto: Ana Clara in “O Instalador”

A promessa foi feita na cimeira da Organização das
Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, e que teve
como objectivo preparar a Cimeira de Copenhaga,
marcada para Dezembro. Objectivo: obter progressos
políticos até à capital dinamarquesa, onde se espera um
acordo global com compromissos para substituir o
Protocolo de Quioto, cuja primeira fase expira em 2013.
Perante centenas de chefes de estado e de governo presentes,
o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, exigiu
mais compromissos, frisando que “a incapacidade de
concluir um acordo global (sobre redução de emissões
de gases com efeito de estufa) em Copenhaga seria
moralmente indesculpável, de vistas-curtas em termos
económicos e politicamente mal-avisado”.
E acrescentou que “as alterações climáticas são a
questão dominante da geopolítica e economia mundiais
do século XXI, uma questão que afecta a equação mun -
dial do desenvolvimento, da paz e da prosperidade”.
“A situação é insustentável a curto prazo”
Ouvido pel’O Instalador, Pedro Quartin Graça, presidente
do Partido da Terra (MPT), não acredita que “as
boas intenções” dos EUA e da China “passem disso
mesmo” já que “era bem necessário que assim acontecesse
visto que, por exemplo, a ar que se respira em
muitas cidades da China – e Pequim está claramente
nessa situação – é claramente mau e muitíssimo poluído.
A situação é mesmo insustentável a curto prazo”.
Sobre o acordo de Copenhaga, o professor universitário
afirma que “será altamente positivo” o sucesso deste
acordo global e garante que “existe uma responsabilidade
moral por parte dos Estados face a esse compromisso
que, a não acontecer, ajudará a que o fim do
Planeta, enquanto espaço vivo, esteja mais próximo”.
Quartin Graça diz que “infelizmente” países como a
China, a Índia e os EUA – os mais poluidores – não
estão preparados para mudar de atitude face a esta
urgência global. “A Índia e a China querem hoje ter
acesso a tudo quanto os outros Estados mais desenvolvidos
já tiveram e encontram nestes acordos uma tal intenção. O problema é que se não
colaborarem vão ter graves problemas ambientais dentro
das suas fronteiras. Estão, pois, numa situação de
grande divisão”, salienta.
Para o líder do Partido da Terra, a redução desejável e
imperativa em termos de emissões de dióxido de carbono
em termos globais deve ser aquela que “permita que, nos
próximos 50 anos, a redução diminua efectivamente
acima dos 40 por cento. E é muito difícil isto suceder”.
Sobre a mudança aparente que se tem registado, ao
nível do discurso, por parte da Administração norteamericana,
Quartin Graça não crê que Obama “tenha
força suficiente para o conseguir”. Contudo, sublinha
que “será óptimo que consiga vergar a indústria americana
e levá-la a fazer um acordo nesse sentido”.
Sobre a intenção do Japão em querer reduzir as emissões
de gases com efeito de estufa em 25 por cento em
relação a 1990, o Professor Universitário olha para esta
proposta com muito interesse mas considera-a “infelizmente
impossível de, na prática, se concretizar”.

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Patriotismo, Dinâmica, Audácia, Ambição

O Projecto Democracia Real entrou numa nova fase. Muita gente, poderia, eventualmente, pensar que seríamos (para sempre?) uma espécie de projecto secundário, algo que ficaria para sempre, numa espécie de “reserva territorial” e ao qual só se recorreria se, efectivamente, fosse necessário.

Ora, nunca foi, nem é, nem será alguma vez minha intenção aguardar que alguém chame o Projecto Democracia Real para ajudar a Causa Monárquica em Portugal. De facto, já estamos a ajudar.

Estamos a espalhar  a nossa mensagem, nas Redes Sociais, procuramos interligar-nos com as pessoas que nos visitam e que gostam do nosso trabalho e dedicação. Esta dedicação deve-se a quatro príncipios:

a) Patriotismo – não questiono o patriotismo de ninguém, mas convenhamos dizer que há, neste projecto, algo que transcende uma verdadeira explicação para o seu sucesso. Arriscaria a dizer que há humildade, palavras simples e claras, simpatia para com as pessoas e procurar mostrar-lhes que podem acreditar que é possível;

b) Dinâmica – em 5 anos, em Portugal, na Internet, depois da criação, do então Fórum Monarquia-Portugal, nasceram outros fóruns, nasceram blogues, criou-se uma dinâmica extraordinária e que está em verdadeira expansão. Quanto ao PDR, é um facto, que, não paramos. E não paramos, porque a republica ainda é regime em Portugal e enquanto não tivermos um Referendo e uma vitória Monárquica, mal de nós se pararmos. Onde estaria o Patriotismo?

c) Audácia – O Projecto Democracia Real é algo audaz. Quem pensa que as siglas PDR têm conotação partidária, engana-se logo, ao descobrir que é um Projecto e a palavra projecto tem a ver com algo que se projecta para o futuro. Sim, citando Teixeira de Pascoais, O PDR tem “uma saudade do futuro”, na medida em que cada vez mais ao olharmos à nossa volta, vemos uma Pátria sem rumo, tal como um navio no meio do oceano, completamente perdido.

d) Ambição – sem dúvida. O PDR não é um projecto para ficar no seu cantinho. É um projecto para divulgar ao maior numero possível de Portugueses as vantagens de Monarquia para voltarmos a ter este regime em Portugal, com uma Nova Constituição e uma nova Sociedade.

O Projecto Democracia Real está e estará sempre disponível para falar com quem quiser falar connosco, desde que a determinação seja clara na luta por um Portugal melhor e na ambição de querer que as próximas gerações beneficiem com a Monarquia Democrática.

A minha ambição como Coordenador do Projecto Democracia Real é lutar por um Portugal melhor, e fá-lo-ei sempre com confiança, patriotismo, dinâmica e audácia.

Portugal tem muito a ganhar com uma Monarquia. Já muito o dissemos. Mas só o facto de pensarmos que a Republica Portuguesa gasta oito vezes mais do que a Monarquia Espanhola, obriga-me a questionar o seguinte:

- não seriam as pensões mais altas em Monarquia?

- não seriam os salários mais altos em Monarquia?

- não estariam os Impostos mais baixos em Monarquia?

- não estaria a nossa economia a crescer verdadeiramente, como um todo, nos sectores de actividade fundamentais, como seja a Indústria, a Agricultura e Pescas e nos Serviços?

- não estaria melhor a educação?

- não teríamos uma sociedade com princípios e respeito?

- não teríamos uma sociedade equilibrada e consciente dos seus deveres e direitos?

É evidente que os Reis reinam e não governam. Mas a Monarquia Parlamentar é um regime que cria uma Autoridade que vem da História e com essa autoridade, vêm os princípios basilares de uma sociedade de progresso. Uma sociedade equilibrada. O facto de não se eleger um Chefe de Estado em Monarquia traz mais vantagens do que inconvenientes. A Monarquia traz todo um projecto para o País. Garante a continuidade de políticas fundamentais para o crescimento económico, favorecendo, de alguma maneira, a auto-estima dos povos e assim, um melhor ensino da História do País e em termos económicos, permite que essa auto-estima, faça com que os Portugueses dessem mais valor ao que têm. Desde comprar o que é Português até ter orgulho no Património Histórico que a História e seus protagonistas nos deixaram.

Viver num regime, desejoso de ver aprovado pelos Irlandeses (em Outubro, num segundo referendo, este forçado, obviamente), o Tratado de Lisboa, Portugal irá perder, tal como os outros países com costas pesqueiras, as suas águas territoriais, o que significa que as grandes frotas pesqueiras europeias, vão entrar pelas nossa águas e apanhar tudo o que conseguirem. O nosso sector das pescas, que virou artesanal (um dos muitos erros da III Republica) não terá hipóteses de competir e os nossos pescadores irão para o desemprego. Este é um, de entre muitos problemas que o Tratado de Lisboa irá provocar.

Portugal, graças à Republica, tem um endividamento externo inacreditável, fruto do seu fraco crescimento económico e atrevo-me a dizer também fruto da falta de visão dos políticos das últimas 2 décadas que não aproveitaram, convenientemente, os fundos Europeus, esbanjando-os em obras de país rico, em vez de se preocuparem com aquilo que nos iria permitir estar ao nível de uma Republica da Irlanda.

É óbvio que a crise económica e financeira que nos tem abalado neste último ano, é um efeito bola-de-neve, contudo, se este regime tivesse feito o que lhe competia mais cedo, hoje, talvez não sofrêssemos tanto como estamos a sofrer, com pensões miseráveis para os idosos e reformados, um ordenado mínimo nacional que é uma vergonha, e cerca de 500.000 desempregados! E mesmo assim, continuamos a aceitar novos emigrantes. Mas o facto de termos 500.000 desempregados, esta situação leva ao aumento da criminalidade violenta, à indisciplina nas escolas, à formação de grupos delinquentes que assaltam lojas, supermercados e algumas vezes acabando por matar quem se interpor no seu caminho, etc.. Não há policiamento suficiente nos bairros problemáticos e não há, por parte deste regime, que se considera viver num “Estado de Direito” a verdadeira preocupação em acabar com o tráfico de droga, criminalidade, tráfico de armas nesses bairros problemáticos, etc… E por outro lado, o criminoso é mais vezes perdoado do que um inocente conseguir que se faça justiça depois de ter sido assaltado ou agredido. Assim vai a III Republica, que só olha para as estatísticas e não olha para as realidades duras de uma Nação de 800 anos que precisa urgentemente de ganhar novo ânimo.

Em quase 100 anos de Republica, Portugal nunca viveu anos tão sombrios, à parte dos 60 anos em que teve um Rei estrangeiro no seu Trono.

Venha a Monarquia!

Venha a Esperança!

Que Viva o Rei!

Que Viva a Família Real!

Viva Portugal!

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Aniversário da Realeza e Nobreza

Esta semans fazem anos:

20 – S.A.R. o Príncipe da Coroa Haakon da Noruega (1973)

20 – S.A.R a Princesa Alexandra de Hannover, Duquesa de Brunswick-Lüneburg (1999)

22 – S.A. o Príncipe Felix da Dinamarca, Conde de Monpezat (2002)

23 – S.A.S a Princesa Georgina Maximiliane Tatjana Maria do Liechtenstein (2005)

24 – S.A.R a Princesa Sarvath a Jordânia (1947)

25 – Lord Nicholas Windsor (1970)

25 – S.A.R. a Princesa Maria-Olympia da Grécia e Dinamarca (1996)

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Aniversário da Realeza e Nobreza

Neste Semana de 13-19 de Julho fazem anos:

14 – S.A.R. a Princesa da Coroa Victoria da Suécia, Duquesa de Västergötland (1977)

15 – Camille Gottlieb (1998)

15 – S.A.R. o Príncipe Lukas da Bulgária, Príncipe de Panagyurishte (1997)

15 – S.M. o Sultão Hassanal Bolkiah do Brunei (1946)

16 – S.A.S. a Princesa Maria do Liechtenstein, Condessa de Köröspatak (1975)

17 – S.A.R. a Princesa de Gales Camilla, Duquesa da Cornualha (1947)

17 – S.A.R. o Príncipe da Coroa Alexander Karadordevic da Jugoslávia (1945)

17 – D. Felipe Juan Froilan de Marichilar y Borbon, Grande de Espanha (1998)

18 – Muna Juma da Jordânia (1996)

18 – S.A.R. o Príncipe Alexander da Bélgica (1942)

19 – S.A.R. o Príncipe Ernst-August Jr. of Hannover (1983)

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A necessidade de um Parlamento Bicameral

Um Parlamento Bicameral é um Parlamento que é composto por duas câmaras, ou casas, a Câmara Baixa e a Câmara Alta

A re-introdução de um sistema bicameral em Portugal é de máxima importância para o desenvolvimento da nossa democracia, isto porque com este tipo de parlamento, instaura-se um sistema de pesos e contra-pesos que vem a por fim à chamada “ditadura da maioria”.

Para este sistema funcionar correctamento, no meu ponto de vista, são necessárias, apenas, duas coisas: eleições para cada uma das câmaras em períodos diferentes (com dois anos de diferença) e representatividade das populações das Regiões Autónomas/Distritos.

Passemos, então ao primeiro ponto (Eleições em Períodos Distintos para cada câmara): é fundamental por forma a impedir a ditadura da maioria, dando chance ao Povo de eleger uma nova maioria na Câmara Alta por forma a travar certas políticas do Governo e consequentemente da Câmara Baixa, garantido a existência saudável de contra-pesos.

Quanto ao segundo ponto: a Câmara Alta representar unidades administrativas e não a população, garante-se assim que nesta Câmara são garantidos os interesses de cada uma das populações dos país, ao contrário da Câmara Baixa que representa TODO o país.

A existência de uma Câmara Alta permitirá ainda um escrútinio prévio das leis a serem aprovadas, substituindo em parta a função de veto do Chefe de Estado e do Tribunal Constitucional.

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É só fazer as contas

A parte verdadeiramente interessante no vídeo publicado neste blogue sob o título ‘Monarquia Espanhola mais barata que a República Portuguesa’  encontra-se a partir do minuto 2:40, onde  informações importantes são dadas quase como notas de rodapé e somente ‘a título de curiosidade’. Não serão mais do que uma meras curiosidades os dados que a seguir se destacam?

Contribuição para a Monarquia Espanhola por pessoa: 0.19 euros

Contribuição para a Presidência da Republica (Portuguesa) por pessoa: 1.58 euros

Transferência do Governo (Espanhol) para a Casa Real (Espanhola): 9 milhões de euros *

Transferência do Governo (Português) para a Presidência (Portuguesa): 16 milhões de euros *

Perante isto só apetece perguntar: e os monárquicos é que são parvos?

* valores aproximados

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Monarquia Espanhola mais barata que a Republica Portuguesa

À parte o início da reportagem que fala de grupos minoritários contra a Monarquia Parlamentar em Espanha, a verdade é que a maioria dos Espanhóis é a favor da manutenção da Monarquia.

Se têm gratidão pelo Rei Juan Carlos, por lhes ter dado a Democracia, seguramente terão confiança nas palavras do Rei, quando já o afirmou várias vezes, que a subida ao Trono do Príncipe das Astúrias, um dia, será a melhor garantia do futuro e da continuidade da unidade da Espanha e da Democracia.

Não deixa de ser preocupante para um País como Portugal, com um endividamento tão grande, ainda ter que suportar um sistema tão caro.

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Entrevista de SAR Jean d´Orléans ao Canal KTO – França

http://www.ktotv.com/cms/videos/fiche_video.html?idV=00045592&vl=video_nouveautes

Uma Entrevista muito interessante, em que o Príncipe fala do seu recente Casamento, da ideia que tem da França actual e para o futuro, a noção que ele nos dá de ser um Príncipe Cristão e um Príncipe Francês. O Príncipe do seu tempo que tem ganho notoriedade junto da imprensa em França. A entrevista é toda em Francês e não tem tradução. Achei, de qualquer das formas, a partilhar com os nossos leitores, porque como já foi dito, é verdade que o Projecto Democracia Real é uma iniciativa claramente em prol da Monarquia para Portugal, mas não devemos fechar os olhos à Europa e ao Mundo. Por conseguinte, parece-me útil, também abordar questões monárquicas ou de outra natureza qualquer, noutras línguas. Muitas vezes vou a fontes concretas retirar essas informações que me parecem ser bastante importantes.

Poderão visitar também, o Site da Associação “Gens de France”, presidida pelo Príncipe Jean d´Orléans.

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