O Projecto Democracia Real entrou numa nova fase. Muita gente, poderia, eventualmente, pensar que seríamos (para sempre?) uma espécie de projecto secundário, algo que ficaria para sempre, numa espécie de “reserva territorial” e ao qual só se recorreria se, efectivamente, fosse necessário.
Ora, nunca foi, nem é, nem será alguma vez minha intenção aguardar que alguém chame o Projecto Democracia Real para ajudar a Causa Monárquica em Portugal. De facto, já estamos a ajudar.
Estamos a espalhar a nossa mensagem, nas Redes Sociais, procuramos interligar-nos com as pessoas que nos visitam e que gostam do nosso trabalho e dedicação. Esta dedicação deve-se a quatro príncipios:
a) Patriotismo – não questiono o patriotismo de ninguém, mas convenhamos dizer que há, neste projecto, algo que transcende uma verdadeira explicação para o seu sucesso. Arriscaria a dizer que há humildade, palavras simples e claras, simpatia para com as pessoas e procurar mostrar-lhes que podem acreditar que é possível;
b) Dinâmica – em 5 anos, em Portugal, na Internet, depois da criação, do então Fórum Monarquia-Portugal, nasceram outros fóruns, nasceram blogues, criou-se uma dinâmica extraordinária e que está em verdadeira expansão. Quanto ao PDR, é um facto, que, não paramos. E não paramos, porque a republica ainda é regime em Portugal e enquanto não tivermos um Referendo e uma vitória Monárquica, mal de nós se pararmos. Onde estaria o Patriotismo?
c) Audácia – O Projecto Democracia Real é algo audaz. Quem pensa que as siglas PDR têm conotação partidária, engana-se logo, ao descobrir que é um Projecto e a palavra projecto tem a ver com algo que se projecta para o futuro. Sim, citando Teixeira de Pascoais, O PDR tem “uma saudade do futuro”, na medida em que cada vez mais ao olharmos à nossa volta, vemos uma Pátria sem rumo, tal como um navio no meio do oceano, completamente perdido.
d) Ambição – sem dúvida. O PDR não é um projecto para ficar no seu cantinho. É um projecto para divulgar ao maior numero possível de Portugueses as vantagens de Monarquia para voltarmos a ter este regime em Portugal, com uma Nova Constituição e uma nova Sociedade.
O Projecto Democracia Real está e estará sempre disponível para falar com quem quiser falar connosco, desde que a determinação seja clara na luta por um Portugal melhor e na ambição de querer que as próximas gerações beneficiem com a Monarquia Democrática.
A minha ambição como Coordenador do Projecto Democracia Real é lutar por um Portugal melhor, e fá-lo-ei sempre com confiança, patriotismo, dinâmica e audácia.
Portugal tem muito a ganhar com uma Monarquia. Já muito o dissemos. Mas só o facto de pensarmos que a Republica Portuguesa gasta oito vezes mais do que a Monarquia Espanhola, obriga-me a questionar o seguinte:
- não seriam as pensões mais altas em Monarquia?
- não seriam os salários mais altos em Monarquia?
- não estariam os Impostos mais baixos em Monarquia?
- não estaria a nossa economia a crescer verdadeiramente, como um todo, nos sectores de actividade fundamentais, como seja a Indústria, a Agricultura e Pescas e nos Serviços?
- não estaria melhor a educação?
- não teríamos uma sociedade com princípios e respeito?
- não teríamos uma sociedade equilibrada e consciente dos seus deveres e direitos?
É evidente que os Reis reinam e não governam. Mas a Monarquia Parlamentar é um regime que cria uma Autoridade que vem da História e com essa autoridade, vêm os princípios basilares de uma sociedade de progresso. Uma sociedade equilibrada. O facto de não se eleger um Chefe de Estado em Monarquia traz mais vantagens do que inconvenientes. A Monarquia traz todo um projecto para o País. Garante a continuidade de políticas fundamentais para o crescimento económico, favorecendo, de alguma maneira, a auto-estima dos povos e assim, um melhor ensino da História do País e em termos económicos, permite que essa auto-estima, faça com que os Portugueses dessem mais valor ao que têm. Desde comprar o que é Português até ter orgulho no Património Histórico que a História e seus protagonistas nos deixaram.
Viver num regime, desejoso de ver aprovado pelos Irlandeses (em Outubro, num segundo referendo, este forçado, obviamente), o Tratado de Lisboa, Portugal irá perder, tal como os outros países com costas pesqueiras, as suas águas territoriais, o que significa que as grandes frotas pesqueiras europeias, vão entrar pelas nossa águas e apanhar tudo o que conseguirem. O nosso sector das pescas, que virou artesanal (um dos muitos erros da III Republica) não terá hipóteses de competir e os nossos pescadores irão para o desemprego. Este é um, de entre muitos problemas que o Tratado de Lisboa irá provocar.
Portugal, graças à Republica, tem um endividamento externo inacreditável, fruto do seu fraco crescimento económico e atrevo-me a dizer também fruto da falta de visão dos políticos das últimas 2 décadas que não aproveitaram, convenientemente, os fundos Europeus, esbanjando-os em obras de país rico, em vez de se preocuparem com aquilo que nos iria permitir estar ao nível de uma Republica da Irlanda.
É óbvio que a crise económica e financeira que nos tem abalado neste último ano, é um efeito bola-de-neve, contudo, se este regime tivesse feito o que lhe competia mais cedo, hoje, talvez não sofrêssemos tanto como estamos a sofrer, com pensões miseráveis para os idosos e reformados, um ordenado mínimo nacional que é uma vergonha, e cerca de 500.000 desempregados! E mesmo assim, continuamos a aceitar novos emigrantes. Mas o facto de termos 500.000 desempregados, esta situação leva ao aumento da criminalidade violenta, à indisciplina nas escolas, à formação de grupos delinquentes que assaltam lojas, supermercados e algumas vezes acabando por matar quem se interpor no seu caminho, etc.. Não há policiamento suficiente nos bairros problemáticos e não há, por parte deste regime, que se considera viver num “Estado de Direito” a verdadeira preocupação em acabar com o tráfico de droga, criminalidade, tráfico de armas nesses bairros problemáticos, etc… E por outro lado, o criminoso é mais vezes perdoado do que um inocente conseguir que se faça justiça depois de ter sido assaltado ou agredido. Assim vai a III Republica, que só olha para as estatísticas e não olha para as realidades duras de uma Nação de 800 anos que precisa urgentemente de ganhar novo ânimo.
Em quase 100 anos de Republica, Portugal nunca viveu anos tão sombrios, à parte dos 60 anos em que teve um Rei estrangeiro no seu Trono.
Venha a Monarquia!
Venha a Esperança!
Que Viva o Rei!
Que Viva a Família Real!
Viva Portugal!
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