PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

Falsos monárquicos

Apesar de eu criticar saudavelmente a postura de Nuno da Câmara Pereira do PPM quanto á República, acho que é de repudiar completamente a posição de certos grupos virtuais, em todos os sentidos, no facebook como o Pela Bandeira de Portugal e Monárquicos do Facebook que são controlados por um peixe não graúdo, mas sim pelo peixe miúdo que se deixa influenciar por uma certa miúda e confunde maçonaria com “zioniosmo”(isso existe em português?) e faz comentários completamente racistas e isso vai contra tudo o que o PDR defende… Nenhum monárquico que se preze defende ideias neonazis… Para que os monárquicos se unam, urge separar o trigo do joio e ter cuidado com certos elementos ideológicos estranhos á causa… A monarquia é para todos os portugueses, sejam eles de que etnia forem…

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Patriotismo, Dinâmica, Audácia, Ambição

O Projecto Democracia Real entrou numa nova fase. Muita gente, poderia, eventualmente, pensar que seríamos (para sempre?) uma espécie de projecto secundário, algo que ficaria para sempre, numa espécie de “reserva territorial” e ao qual só se recorreria se, efectivamente, fosse necessário.

Ora, nunca foi, nem é, nem será alguma vez minha intenção aguardar que alguém chame o Projecto Democracia Real para ajudar a Causa Monárquica em Portugal. De facto, já estamos a ajudar.

Estamos a espalhar  a nossa mensagem, nas Redes Sociais, procuramos interligar-nos com as pessoas que nos visitam e que gostam do nosso trabalho e dedicação. Esta dedicação deve-se a quatro príncipios:

a) Patriotismo – não questiono o patriotismo de ninguém, mas convenhamos dizer que há, neste projecto, algo que transcende uma verdadeira explicação para o seu sucesso. Arriscaria a dizer que há humildade, palavras simples e claras, simpatia para com as pessoas e procurar mostrar-lhes que podem acreditar que é possível;

b) Dinâmica – em 5 anos, em Portugal, na Internet, depois da criação, do então Fórum Monarquia-Portugal, nasceram outros fóruns, nasceram blogues, criou-se uma dinâmica extraordinária e que está em verdadeira expansão. Quanto ao PDR, é um facto, que, não paramos. E não paramos, porque a republica ainda é regime em Portugal e enquanto não tivermos um Referendo e uma vitória Monárquica, mal de nós se pararmos. Onde estaria o Patriotismo?

c) Audácia – O Projecto Democracia Real é algo audaz. Quem pensa que as siglas PDR têm conotação partidária, engana-se logo, ao descobrir que é um Projecto e a palavra projecto tem a ver com algo que se projecta para o futuro. Sim, citando Teixeira de Pascoais, O PDR tem “uma saudade do futuro”, na medida em que cada vez mais ao olharmos à nossa volta, vemos uma Pátria sem rumo, tal como um navio no meio do oceano, completamente perdido.

d) Ambição – sem dúvida. O PDR não é um projecto para ficar no seu cantinho. É um projecto para divulgar ao maior numero possível de Portugueses as vantagens de Monarquia para voltarmos a ter este regime em Portugal, com uma Nova Constituição e uma nova Sociedade.

O Projecto Democracia Real está e estará sempre disponível para falar com quem quiser falar connosco, desde que a determinação seja clara na luta por um Portugal melhor e na ambição de querer que as próximas gerações beneficiem com a Monarquia Democrática.

A minha ambição como Coordenador do Projecto Democracia Real é lutar por um Portugal melhor, e fá-lo-ei sempre com confiança, patriotismo, dinâmica e audácia.

Portugal tem muito a ganhar com uma Monarquia. Já muito o dissemos. Mas só o facto de pensarmos que a Republica Portuguesa gasta oito vezes mais do que a Monarquia Espanhola, obriga-me a questionar o seguinte:

- não seriam as pensões mais altas em Monarquia?

- não seriam os salários mais altos em Monarquia?

- não estariam os Impostos mais baixos em Monarquia?

- não estaria a nossa economia a crescer verdadeiramente, como um todo, nos sectores de actividade fundamentais, como seja a Indústria, a Agricultura e Pescas e nos Serviços?

- não estaria melhor a educação?

- não teríamos uma sociedade com princípios e respeito?

- não teríamos uma sociedade equilibrada e consciente dos seus deveres e direitos?

É evidente que os Reis reinam e não governam. Mas a Monarquia Parlamentar é um regime que cria uma Autoridade que vem da História e com essa autoridade, vêm os princípios basilares de uma sociedade de progresso. Uma sociedade equilibrada. O facto de não se eleger um Chefe de Estado em Monarquia traz mais vantagens do que inconvenientes. A Monarquia traz todo um projecto para o País. Garante a continuidade de políticas fundamentais para o crescimento económico, favorecendo, de alguma maneira, a auto-estima dos povos e assim, um melhor ensino da História do País e em termos económicos, permite que essa auto-estima, faça com que os Portugueses dessem mais valor ao que têm. Desde comprar o que é Português até ter orgulho no Património Histórico que a História e seus protagonistas nos deixaram.

Viver num regime, desejoso de ver aprovado pelos Irlandeses (em Outubro, num segundo referendo, este forçado, obviamente), o Tratado de Lisboa, Portugal irá perder, tal como os outros países com costas pesqueiras, as suas águas territoriais, o que significa que as grandes frotas pesqueiras europeias, vão entrar pelas nossa águas e apanhar tudo o que conseguirem. O nosso sector das pescas, que virou artesanal (um dos muitos erros da III Republica) não terá hipóteses de competir e os nossos pescadores irão para o desemprego. Este é um, de entre muitos problemas que o Tratado de Lisboa irá provocar.

Portugal, graças à Republica, tem um endividamento externo inacreditável, fruto do seu fraco crescimento económico e atrevo-me a dizer também fruto da falta de visão dos políticos das últimas 2 décadas que não aproveitaram, convenientemente, os fundos Europeus, esbanjando-os em obras de país rico, em vez de se preocuparem com aquilo que nos iria permitir estar ao nível de uma Republica da Irlanda.

É óbvio que a crise económica e financeira que nos tem abalado neste último ano, é um efeito bola-de-neve, contudo, se este regime tivesse feito o que lhe competia mais cedo, hoje, talvez não sofrêssemos tanto como estamos a sofrer, com pensões miseráveis para os idosos e reformados, um ordenado mínimo nacional que é uma vergonha, e cerca de 500.000 desempregados! E mesmo assim, continuamos a aceitar novos emigrantes. Mas o facto de termos 500.000 desempregados, esta situação leva ao aumento da criminalidade violenta, à indisciplina nas escolas, à formação de grupos delinquentes que assaltam lojas, supermercados e algumas vezes acabando por matar quem se interpor no seu caminho, etc.. Não há policiamento suficiente nos bairros problemáticos e não há, por parte deste regime, que se considera viver num “Estado de Direito” a verdadeira preocupação em acabar com o tráfico de droga, criminalidade, tráfico de armas nesses bairros problemáticos, etc… E por outro lado, o criminoso é mais vezes perdoado do que um inocente conseguir que se faça justiça depois de ter sido assaltado ou agredido. Assim vai a III Republica, que só olha para as estatísticas e não olha para as realidades duras de uma Nação de 800 anos que precisa urgentemente de ganhar novo ânimo.

Em quase 100 anos de Republica, Portugal nunca viveu anos tão sombrios, à parte dos 60 anos em que teve um Rei estrangeiro no seu Trono.

Venha a Monarquia!

Venha a Esperança!

Que Viva o Rei!

Que Viva a Família Real!

Viva Portugal!

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Para onde Portugal está a ir?

Tivemos uma semana política bastante conturbada em que um ex-ministro faz chifres a um deputado, já para não falar, claro, que muitas vezes no Parlamento se vê coisas inacreditáveis, como deputados quase a dormir, outros a lerem jornais e outros ainda a falarem ao mesmo tempo que os oradores, etc. Enfim, uma verdadeira bagunça.

Onde está o serviço ao bem comum? Cada vez menos isso nestas Instituições. Portugal não tem educação, está a perder valores, reclama apenas e só por direitos, esquecendo-se dos deveres, não existe uma justiça célere e capaz, tem-se um governo que é favorável a mais “elefantes brancos”, esquecendo o enorme endividamento externo que Portugal tem, já para não falar do aumento da criminalidade e da mãozinha de luva que a justiça tem sobre os criminosos e deliquentes.

Somos o País do futebol, da musica pimba, do rídiculo, do futuro ex-CR7, etc… Que futuro vamos ter assim? Nenhum!

Soluções?

Restaurar a Republica, isto é, restaurar aquilo que se perdeu, que é a confiança pública nos governantes; pois esta foi ocupada pelo Estadão, burocracia, etc. Portanto aqui, realmente, é preciso restaurar a Republica.

E por outro lado, mas também ligada a essa restauração da confiança pública nos servidores do bem comum – das respublica – instaurar uma Nova Monarquia em Portugal.

Cada vez, olhando até para os Países Monárquicos Europeus, estou mais convencido do que nunca que Portugal precisa com urgência de um regime em que deveres e direitos sejam tratados de uma forma igual. Excesso de direitos leva à irresponsabilização de uma sociedade e infelizmente temos certos sectores políticos que não entendem isso e levam a sua demagogia de “direitos” à rua, quando aqui o que está verdadeiramente em causa são os “deveres”, dos Políticos, dos Cidadãos, dos Patrões, dos Trabalhadores, dos Sindicatos, enfim, da Sociedade no seu todo.

A Monarquia Parlamentar e Democrática, entrega o poder ao poder. “A César o que é de César”. E a representação do Estado, numa figura com Autoridade. E essa Autoridade não pode estar subjacente a escolhas político-partidárias. Tem que estar acima! Nenhum Presidente da Republica é verdadeiramente independente e o passado político também conta imenso. Portanto, como digo, é entregar o Poder ao Poder e garantir, com a Instituição Real, a estabilidade e a continuidade de políticas absolutamente essenciais para o futuro do País. Porque se a cada mudança de governo, este culpa o anterior dos erros do passado, mudando constantemente na Legislação, nenhum País avança verdadeiramente.

Portugal precisa de um novo regime político democrático. Seguramente não poderá ser mais nenhuma Republica. Já vimos em quase 100 no que deu. 48 anos foram de Ditadura, é bom não esquecer, já para não falar de certos períodos ditatoriais da I Republica e certas atitudes desta III Republica, como a de impedir os Portugueses de poderem livremente e democraticamente escolherem entre um Rei e um Presidente. Há aqui, sem dúvida, também, presentemente, um inexplicável déficit de Democracia.

Um recente estudo da SEDES diz que 51% dos inquiridos está descontente com a actual Democracia. Com as actuais Instituições do Estado. Mais uma razão, para nós Monárquicos, apresentarmos uma solução perfeitamente viável aquando do Centenário da Republica, dizendo, claramente, que a Republica já deu o que tinha a dar e é tempo de restaurarmos a confiança pública nos nossos governantes, num regime que imponha respeito, graças à Autoridade que a Figura Régia tem por natureza (não confundir com autoritarismo) e fazer do Serviço Público, a verdadeira razão de ser de existir um regime democrático, parlamento onde todos devem ser responsabilizados pelos próprios cidadãos que os elegem.

Como Portugueses, temos obrigação de mudar o rumo que Portugal está a tomar. Temos, como disse, uma forte endividamento externo e temos uma fraca economia. Temos que restaurar a economia nacional para pagar o que devemos, antes que os nossos filhos e/ou netos nos venham cobrar a nós, pelos erros cometidos.

Temos uma fraca justiça. Precisamos de um novo sistema judicial, que só com uma nova constituição poderá ser francamente mais severo e dar a devida autoridade às Forças da Autoridade para combaterem devidamente o crime organizado ou a vagabundagem que anda nos comboios, nas ruas às tantas da noite a assaltarem pessoas inocentes que muitas vezes estão de regresso a casa depois de um dia de trabalho. E mais! Um maior e mais responsável sistema de controlo da imigração. Não permitir a entrada de “candidatos a imigrantes” com cadastro, seja eles de onde vierem, devem ser postos na fronteira e expulsos do território português, assim como os que já cá estão, só vieram para provocar problemas e não trabalharem, mas sim roubarem.

Os Países mais responsáveis e mais civilizados não dão as abébias que Portugal tem dado nestes últimos anos. É incompreensível também, dar a prioridade a quem quer vir trabalhar para Portugal, quando temos das taxas mais altas de desemprego!

Conheço países, como a Suíça, que primeiro são os seus cidadãos como prioridade para o emprego. Depois são os que são originários das zonas fronteiríças e só depois os restantes de outros pontos da Europa e Mundo. E só aceitam, de acordo com as suas necessidades.

Considero uma estupidez e uma altíssima irresponsabilidade por parte do Estado, permitir a nacionalidade Portuguesa a tudo e a todos os que cá querem viver. É fundamental ver se essas pessoas têm ou não cadastro.

Vivemos num mundo complexo, num País cheio de problemas e que não tem sabido verdadeiramente se auto-valorizar.

A Monarquia ajudaria imenso também a criar uma nova auto-estima nos Portugueses e também a traçar um rumo diferente, de verdadeira esperança para todos nós Portugueses.

Mesmo se muitos dos políticos actuais fossem também numa futura eventual Monarquia, certamente que a nova Constituição implicaria a mudança das regras do “jogo” e responsabilizaria muito mais, não só os políticos como a sociedade em geral e aqui também o voto obrigatório faz muita falta a Portugal. Não se pode andar a fazer greve e manifestações e depois não ir votar. É uma grave contradição! É uma responsabiliade de todos irmos votar, porque senão, não faria sentido viver em Democracia.

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A III Republica divide-se sobre as Uniões Homossexuais

Há já algum tempo que tenho estado a querer escrever um artigo sobre este assunto:

Para muita gente, as uniões de duas pessoas do mesmo sexo é imoral, é contra-natura, vai contra os bons príncipios religiosos – nomeadamente Católicos, sobretudo quando se usa a palavra “Casamento”.

Portanto, não irei usar essa palavra. Mas sim, união de duas pessoas do mesmo sexo que se amam. O lado mais conservador da sociedade considera imoral tais uniões. Eu e muita gente considera ser ainda mais imoral impedir que duas pessoas que se amam, não possam, legalmente usufruir de um direito, que é o de serem felizes, partilharem bens, constituírem um Lar.

Toda a gente tem Direito à Felicidade. E toda a gente sabe, que tanto no passado como no presente e no futuro, houve, há e haverá sempre homossexuais, lésbicas, etc. E pelo que se sabe, essas pessoas que se querem unir, legalmente, porque se amam, trabalham, pagam os seus impostos ao Estado, cumprem, portanto os seus deveres cívicos. Então porquê impedir um direito que é o de se ser feliz?

Porquê obrigar pessoas a viverem quase que diria em “guetos”, não se mostrando, não podendo viver suas vidas normalmente, sem terem que ser julgadas, maltratadas, postas de lado, descriminadas?

Está a haver neste momento em Portugal um debate sobre uniões dos homossexuais e portanto este tema é bastante interessante e importante ser discutido.

Todas as pessoas devem ter o direito à felicidade e como chegar a essa felicidade. A verdade é que vemos no Partido Socialista uma grande divisão sobre uma matéria, que aliás, em Espanha, uma Monarquia, o próprio PSOE não teve dúvidas em permitir tais uniões, no ano passado! Será que o Partido Socialista Português é mais “Conservador”, neste sentido que o Partido Socialista Obrero Espanhol?

Uma coisa é verdade: havendo separação entre a Igreja ou melhor dizendo as Igrejas e o Estado, isto significa que nenhum Sacerdote é obrigado a abençoar tais uniões. Agora em termos de Lei, o Estado deve conceder o direito a quem contribuir para a sua sustentabilidade. Pelo que, se o Estado se considera Laico, não deve ter problemas alguns em permitir as uniões entre homossexuais.

Em termos religiosos, creio que o mais sensato é cada Sacerdote poder escolher entre o abençoar tais uniões ou não. Mas a verdade é que também há Homossexuais que professam, por exemplo, a Religião Católica. Logo, como é que a Religião Católica irá responder perante esta situação. Será que a Religião Católica irá correr o risco de perder fiéis, só porque são diferentes?

Em várias Monarquias Europeias e não só, as Uniões Homossexuais são um facto há já alguns anos e são um facto já mais do que consumado. Pelo que também não faz sentido e é até demagógico, a Republica para o seu Centenário querer, de facto, permitir tais uniões, fazendo de conta que é um regime muito avançado em termos sociais, quando as próprias Monarquias Europeias, grande parte delas, já trataram desse assunto há anos!

Agora também é verdade que o Centro-Direita do nosso Parlamento, tem que fazer um esforço para também perceber o que aqui já foi dito sobre esta matéria. Todos os povos têm direito à Felicidade. Todos os Seres Humanos têm direito à opção de vida que querem. E todos os seres humanos devem perceber que a maior riqueza da Humanidade está no facto de haver diferenças. Ninguém tem o direito de criticar ou descriminar quem é diferente da maioria.

Deixem, portanto, os Homossexuais se unirem, se amarem e contribuirem para uma sociedade mais justa, porque são tão seres humanos como os heterossexuais! E cada ser humano tem direito a construir o seu caminho para a felicidade e ninguém tem o direito de interferir nessa vontade.

Nota: Este artigo, vai ao encontro do que eu penso e sempre defendi. Lamento se alguém ficar chocado. Mas mais lamento, ainda haver preconceitos absurdos relativamente a esta matéria. Eu,  graças a Deus, tenho a mente bem aberta e sou bastante tolerante.

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