PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

POR UMA MONARQUIA MODERNA E UNIFICADORA

David Garcia

Olhando as Monarquias Europeias actuais civilizadas, encontramos sociedade igualitárias, com alto Índice de Desenvolvimento Humano, elevados índices económicos, mais auto-estima, melhor produção, a todos os níveis, etc.

Isto acontece, porque existem nessas Monarquias, um Regime Democrático, Plural, respeitador de todas as diferenças, sejam elas, sociais, económicas, políticas, culturais, etc..

Assim sendo, para Portugal, não posso aceitar defender uma Doutrina Conservadora e irrealista, que de algum modo, fractura a sociedade e não a unifica. Eis os príncipios que defendo intransigentemente:

a) A nível religioso: defendo a laicidade do Estado – não de uma forma extrema, ao ponto de retirar símbolos religiosos das Escolas ou outras instituições, mas onde haja um verdadeiro respeito e um espírito de tolerância absolutamente indispensável;

b) A nível social: defendo que todos são cidadãos livres e iguais em direitos e deveres. Assim sendo, o direito à felicidade não deve ser um obstáculo para quem tem opções de vida diferentes. Sou contra o Referendo ao “Casamento” de homossexuais, porque acho que ninguém tem o direito de decidir sobre a vida privada de ninguém. Sou a favor das uniões civis de pessoas do mesmo sexo. Sabendo, como sei, do facto de existir grupos católicos homossexuais, não só em Portugal, mas também noutros países, pergunto-me que atitude a Igreja vai finalmente tomar. Vai pôr filhos de Deus fora da Casa de Deus, só porque são homossexuais? Será que Deus colocaria de parte ou discriminaria seus filhos que são diferentes, porque a Natureza assim os definiu? Não creio! Isto poderá chocar muita gente, mas a Monarquia que defendo, tem que ser uma Monarquia verdadeiramente para todos, até para a comunidade homossexual. Tal acontece nas Monarquias Europeias. Tal deverá acontecer em Portugal, em Monarquia, porque só assim, teremos uma Sociedade Unificada.

c) A nível económico e cultural: o estudo da História de Portugal tem que favorecer a auto-estima do nosso povo. Não é possível, a tamanha falta de rigor no ensino da História-Pátria. Os Portugueses têm que saber a Verdade Histórica. Não a verdade dos Vencedores, nem dos Vencidos. Mas sim, a VERDADE, total, independente, não importa o Regime em que se vive. Uma nação com forte auto-estima, ganhará melhor e maior ânimo, e a economia depende dessa sentimento. Nenhuma sociedade com pouca auto-estima poderá alguma vez crescer economicamente. Só uma sociedade bem formada e informada, o poderá fazer.

Haveria muito mais a dizer, mas vendo certos “fenómenos” na Internet, fico, deveras chocado, com a falta de visão de algumas pessoas. Segundo especialistas, a homofobia é que é uma doença, que pode criar conflitos na sociedade, provocando até situações de verdadeira calamidade pública. Eu, sempre acreditei, no príncipio da igualdade entre todos. Somos um Povo Unico na História da Humanidade. Levámos o nosso conhecimento, o nosso saber, a nossa cultura, as nossas tradições, aos quatro cantos do mundo. Respeitámos as diferenças. Fomos um povo civilizado e civilizador. Deixámos marcas em todo o lado. Pela experiência da nossa História, isto é, no respeito demonstrado pelas diferenças no passado, devemos saber olhar no presente para outras diferenças, que também é verdade, foram muitas vezes discriminadas no passado. Devemos ter a noção de que, são seres humanos, que trabalham, que estudam, que pagam impostos, e que, portanto, não podem ser postos de lado, em guetos, como ainda em pleno século XX aconteceu na Alemanha de Hitler. Devemos ter a noção do mundo em que vivemos e ter uma atitude humanista e unificadora.

O Rei de Portugal, terá que ser acima de tudo, o Rei de TODOS os Portugueses, sem qualquer tipo de exclusão. Não importa se gosta ou não. Muitas vezes na vida, surgem-nos situações que nós próprios não gostamos, por exemplo no emprego. E no entanto, somos obrigados a “engolir os sapos”, porque não temos escolha.

Em Espanha, que vive em Monarquia, há pouco tempo, o Rei Dom Juan Carlos I assinou o decreto, vindo do Governo para permitir as Uniões entre pessoas do mesmo sexo. E a maioria do povo espanhol é Católico. Mas essa medida avançou, precisamente para pôr fim à discriminação.

Defendamos pois, uma Monarquia Moderna e Unificadora!

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Amor Vs Paixão – Visões Masculinas

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Acho piada à República!

610x396David Garcia

Estive a ler por alto os magníficos artigos do meu caro correlegionário, amigo e colega da Equipa do Projecto Democracia Real, Prof. Dr. Pedro Quartin Graça, e devo dizer, que acho uma certa piada à República….

Falam os Republicanos, e aliás o próprio Presidente no seu discurso no Palácio de Belém – não nos Paços do Concelho de Lisboa, falou em “ética republicana”. Se a ética republicana é o espírito de hoje se dizer uma coisa e amanhã outra, prefiro ser Monárquico.

Se a ética republicana é impedir um Referendo à Monarquia, prefiro ser Monárquico

Se a ética republicana é impedir os Monárquicos de se manifestarem livremente num País que também é o deles – o NOSSO, então prefiro ser Monárquico.

Se a ética republicana resume-se aos mais de 10 milhões de Euros que vão gastar com as tais comemorações do Centenário da República, então prefiro ser Monárquico.

Por outro lado, acho curiosa a forma como o Dr. Francisco Louçã, Coordenador do Bloco de Esquerda, vem falar dos Monárquicos. Não são os Monárquicos que removem cartazes de outros partidos ou os tapam, aquando das eleições nacionais ou europeias. Não são os Monárquicos que são arruaceiros como alguns que a mando do Bloco de Esquerda, com cartazes pró-Anarquistas, chegam ao ponto de ir procurar provocar os Monárquicos, que estavam unidos à Memória de um Grande Rei que foi Dom Carlos I e de um Promissor Príncipe Real que foi Dom Luís Filipe, há 1 ano e meio atrás, como eu bem vi!

O Senhor Carvalho Homem, por vezes mais valia estar calado, do que dizer tamanhas barbaridades. Quer dizer, agora há lugares próprios para os republicanos e há lugares próprios para os Monárquicos. Isto faz-me lembrar o Nazismo na Alemanha de Hitler, que este criou Guetos para os Judeus! Certamente que o espírito democrático do Dr. Carvalho – Homem estava num dia “NÃO”, quando teceu tamanhas afirmações. Afinal, não sabia que a Democracia era só para os republicanos. Mas também, diga-se de passagem, já nada me espanta nesta Republica:

Quando um Povo soberano, que reclamou para si a liberdade de escolha, a liberdade de opinião, a liberdade de reunião, a liberdade de participação, acaba por não poder se pronunciar sobre a forma de Chefia de Estado que prefere, algo vai mal na República Portuguesa!

Que grave contradição! Quer dizer, somos uma Democracia e não podemos escolher se queremos ter um Rei?

Republica e Democracia são tão sinónimas que só o facto de pensar em Monarquia, é ser fascista ou reaccionário?

Esperem lá… Então e as Monarquias Europeias que até, excepção da Norueguesa, são membros da União Europeia? São Ditaduras? Os Reis têm o poder absoluto nas mãos? Que raio de falta de informação é essa?

Entre a década de 30 e até ao derrube do Muro de Berlim, muitas Republicas na Europa eram Republica autoritárias e em Portugal não foi excepção, curiosamente desde 1910 com a Ditadura do Partido Republicano, depois a partir de 1933 com a Ditadura da União Nacional e depois a partir de 1976 com esta atitude ditatorial de não permitir, sequer, um Referendo à própria Constituição, porque alguns iluminados acham-se com o direito de manter para todo o sempre, o privilégio de eternidade desta República que está a levar Portugal à falência e à total falta de auto-estima!

Sem dúvida, que acho muita piada à República!

Mas acharei mais piada quando esta cair por terra! Será quando o povo, terá dito que se cansou da “ética republicana” e quer um Portugal renovado, e respeitado no Mundo e com muita esperança no futuro!

VIVA O REI!

VIVA PORTUGAL!

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A dor de cotovelo do Dr. Louçã

Pedro Quartin Graça

O líder do BE, Francisco Louçã, manifestamente, acusou o “toque” e revela a maior dor de cotovelo por ver outros, que não os seus apaniguados, manifestarem-se na rua pelas ideias e os ideais que defendem. E vai daí botou discurso revelador do seu anti-monarquismo primário.

Louçã realmente não percebe. Não consegue entender como, em pleno séc. XXI, existem larguíssimos milhares de portugueses que discordam do “regime perfeito” que entende ser a República e defendeu hoje que aquela “é a única forma de democracia responsável” e o sistema político que “combate as desigualdades”, assinalando que apenas a “direita reaccionária” deseja regressar ao “atraso” da monarquia.

Discursando na Carregueira, no final de um almoço/comício de apoio à candidatura do BE no concelho da Chamusca, Louçã, inflamado, lançou ataques ao Governo PSD/CDS liderado por Durão Barroso por uma tentativa de alterar a Constituição para que as “futuras constituições pudessem ser ou republicanas ou monárquicas” e também à iniciativa de homenagem ao rei D.Carlos, organizada pela Causa Real – a quem chamou “pequeno grupo patusco” – no domingo à noite. “Hoje pela madrugada fora, um pequeno grupo patusco atrás de um milionário banqueiro [Paulo Teixeira Pinto, antigo administrador do BCP e presidente da Causa Real], que conduziu um dos maiores escândalos da criminalidade económica em Portugal, lá apareceu pelo Tejo a gritar as saudades da monarquia”, afirmou, referindo que “sobretudo na cultura mais reaccionária da direita”, ainda “há gente que reclama o regresso ao passado, o regresso ao atraso, à monarquia e à diferença”. Para o líder bloquista, o princípio republicano, “que é o princípio elementar da democracia, que é o que torna todos iguais, na República todos são iguais em deveres e direitos, é a força da República”. “República e democracia são uma e a mesma coisa”, advogou.

Vincando a sua ideia, Louçã estabeleceu uma oposição entre República e monarquia, considerando que esta última representa “o contrário” da primeira: “Na monarquia há súbditos, o poder não é eleito, o poder do chefe de Estado passa dentro da família, por linhagem familiar e não pela responsabilidade da escolha democrática e o país está dividido em duas classes, os soberanos que têm o poder e os súbditos que têm de obedecer aos soberanos, a monarquia é o contrário da democracia”. Falando para quase duas centenas de apoiantes, numa freguesia onde foi o segundo partido mais votado nas legislativas (com 18 por cento), o bloquista defendeu que a República “é a única forma de uma democracia responsável, em que todos estão em iguais em deveres e em direitos”.

“O grande combate pela República não é o que olha para trás, porque essa monarquia e essa arrogância está vencida para todo o sempre, agora é mero folclore dessa cultura reaccionária dos partidos da direita que ainda agitam de vez em quando a saudade do rei ou da corte ou da aristocracia ou dos privilégios. O que é preciso para a República é olhar para a frente, para o futuro, e ser mais exigente, ser mais republicana e ser mais democrática”, concluiu.

Todos aprendemos com os outros. E da reacção pública do totalitário Dr. Louçã recebemos a lição de que o caminho traçado está correcto e é aquele que deve ser trilhado no futuro. E olhe Dr. Louçã, não vale a pena mandar mais grupos de bloquistas travestidos de  pseudo “anarcas” boicotar as manifestações monárquicas porque essa música já nos conhecemos.

Fonte: Blogue Risco Contínuo

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Bandeira Monárquica hasteada na Sede da Causa Real – 5 de Outubro 2009

- RTPN

Fonte: TVI24 :

Em vésperas do ano do centenário da implantação da República, que se comemora em 2010, a Causa Real «embarcou» na ultima noite numa viagem ao passado gritando «viva o rei, viva a monarquia, viva Portugal» na baixa de Lisboa.

Cerca de duas centenas de apoiantes do movimento monárquico partiram de Belém no barco «São Jorge» em direcção ao Cais do Sodré, informa a agência Lusa. Às 23:00, a embarcação partiu em direcção ao Cais do Sodré, local que serviu como alternativa ao Terreiro do Paço, depois de a Transtejo ter recusado na sexta-feira o desembarque «simbólico» naquele terminal.

Ao contrário do previsto, os monárquicos deslocaram-se para o Largo de Camões sem passar pelo Terreiro do Paço, onde iriam homenagear o rei Dom Carlos I, que a 1 de Fevereiro de 1908 foi assassinado nas ruas de Lisboa, episódio que, dois anos mais tarde, abriu portas à implantação da República, a 5 de Outubro de 1910.

A bandeira monárquica voltou a ser hasteada na sede da Causa Real, no Largo de Camões, depois de em Janeiro a autarquia de Lisboa ter ordenado a sua retirada. «Viva o rei, viva a monarquia, viva Portugal», gritaram as duas centenas de pessoas, confiantes de que esta noite será «o início de uma nova era» para o movimento monárquico.

A chuva marcou o fim da iniciativa no Largo de Camões, com os apoiantes monárquicos a regressarem, às 00:30, ao barco «São Jorge», para o regresso a Belém.

Segundo Paulo Teixeira Pinto, presidente da Causa Real, este ano de centenário da República pode ser o início de uma nova era para o movimento monárquico:

«É o primeiro dia de uma nova era. Acreditamos firmemente que este ano de centenário da república vai dar não só outra visibilidade mas outra importância e influência politica ao movimento monárquico. A Causa Real acredita que é seu dever defender o ideal monárquico. O rei é para reinar e não para governar. Pretendemos ser uma solução programática para o país, no sentido de que não somos uma alternativa de Governo e tudo quanto defendemos é a alteração da natureza do regime do Estado».

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Eleições Legislativas 2009

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É favor ir votar para o Bem da Nação! Ir votar para que a Democracia faça sentido existir! Ir votar para que os outros não decidam por si!

Ir votar é um dever cívico. Todos nós temos responsabilidade para com o futuro de Portugal e ninguém se deve despreocupar com isso!

Não fique em casa! Vá votar!

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Falsos monárquicos

Apesar de eu criticar saudavelmente a postura de Nuno da Câmara Pereira do PPM quanto á República, acho que é de repudiar completamente a posição de certos grupos virtuais, em todos os sentidos, no facebook como o Pela Bandeira de Portugal e Monárquicos do Facebook que são controlados por um peixe não graúdo, mas sim pelo peixe miúdo que se deixa influenciar por uma certa miúda e confunde maçonaria com “zioniosmo”(isso existe em português?) e faz comentários completamente racistas e isso vai contra tudo o que o PDR defende… Nenhum monárquico que se preze defende ideias neonazis… Para que os monárquicos se unam, urge separar o trigo do joio e ter cuidado com certos elementos ideológicos estranhos á causa… A monarquia é para todos os portugueses, sejam eles de que etnia forem…

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Festa Azul e Branca & Grande Concentração Monárquica

novabandeiraportuguesa3go5Caríssimos:

Caros Amigos

Vimos deste modo ao vosso encontro para divulgar duas importantes acções monárquicas programadas para a noite de 4 para 5 de Outubro:

Festa Azul e Branca

Um grupo de jovens monárquicos está a organizar um grande acontecimento que marcará politicamente o próximo dia 5 de Outubro: a Grande Festa Azul e Branca, a decorrer a bordo dum cacilheiro no Tejo. Este evento juvenil ao qual a Plataforma do Centenário da República com orgulho se associa, conta com o apoio da Causa Real e da Real Associação de Lisboa. Acontece a realização deste evento exige um dispêndio inicial duma volumosa quantia de dinheiro para a reserva do barco. Nesse sentido vimos apelar à generosidade de todos para que ajudem a levar esta grande acção a bom porto. Nesse sentido deixamo-vos aqui o NIB da conta da Real Associação de Lisboa, para a qual devem ser feitas as transferências de dinheiro, que devem ser feitas com referência à festa “Azul e Branca”.

Real Associação de Lisboa
a/c Banco Santander Totta
NIB 001800002217143500138

Grande Concentração Monárquica

Entretanto, assinalando o início do ano do centenário golpe de estado republicano, no próximo dia 5 de Outubro às 0.00hs a Causa Real e a Real Associação de Lisboa promovem uma concentração na Praça do Comércio, junto da placa que assinala o local do Regicídio ocasião em que o Presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto dirigir-se-á a todos os presentes. A esta manifestação juntar-se-ão os participantes da Festa Azul e Branca que para o efeito fazem uma atracagem junto ao Cais das Colunas.

Bandeiras

Estão já à venda na loja online do site da Real Associação de Lisboa bandeiras da monarquia 1,0m x 0,70m. Pode efectuar o seu pedido AQUI

É tempo de mobilização, é tempo de acção: solicitamos a divulgação destas iniciativas e respectiva recolha de fundos.

Com amizade,

João Távora

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O Projecto Democracia Real congratula-se com estas iniciativas e juntar-se-á a elas. bandei10

Sempre por Portugal!

VIVA O REI!

David Garcia,
Coordenador do PDR – Projecto Democracia Real

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