PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL

Real! Real! Real Beira Litoral!
Foi constituída, no passado dia 15 de Setembro, a Real Associação da Beira Litoral! A RABL representa a Causa Real no distrito de Aveiro e o seu objecto é a divulgação, promoção e defesa da Instituição Real, corporizada na Coroa e Tradição Portuguesas e a prossecução de acções e de projectos de interesse cultural, social, de assistência e de solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em geral, bem como a defesa do património nacional. A Real Associação da Beira Litoral reconhece que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa estão na pessoa de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, e em quem legitimamente lhe vier a suceder nos seus direitos.
Este sítio pretende estabelecer contacto com todos os militantes e simpatizantes da Causa Real, através do qual a RABL emitirá as posições e comunicados que entenderá oportunos, dando visibilidade às suas iniciativas sociais. Nesse sentido, desejamos que nos visite muito regularmente! Em breve teremos novidades!
Viva a Real Associação da Beira Litoral!
Viva a Causa Real!
Viva o Rei!
Viva Portugal!

CORPOS SOCIAIS

Assembleia-Geral

Presidente: Paulo Catarino
Vice-Presidente: Gaspar Albino
Secretária: Susana Veloso

Direcção

Presidente: Fábio Fernandes
Vice-Presidente: Mário Neves
Tesoureiro: Énio Semedo
Secretário: Francisco Ferreira Neves
Vogal: João Rodrigues

Conselho Fiscal

Presidente: Alberto Sousa Machado Ferreira Neves
Vice-Presidente: Paulo Páscoa
Secretário-Relator: Carlos Miraldo
SEDE SOCIAL

Rua de Santo António, 5 2ºEsq. Santa Joana 3810.009 Aveiro
realbeiralitoral@gmail.com

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A Direcção do PDR-Projecto Democracia Real deseja muitas felicidades a esta nova Real Associação e faz votos que os Monárquicos da região se associem a ela. Estaremos sempre disponíveis para divulgar o que for.

Saudações Monárquicas!

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REGRESSO AO FUTURO

João Mattos e Silva,

Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa

Este cinco de Outubro de 2009 vai ficar no filme da História da República! Para além da insípida cerimónia nos Paços do Concelho de Lisboa, onde o milionário proprietário José Relvas proclamou o novo regime a umas dezenas de lisboetas, para além das flores da memória na base da estátua do tribuno carbonário António José de Almeida, que foi presidente, para além, este ano, do discurso nos jardins do palácio presidencial para que não ficassem dúvidas de que o presidente não apoiava nem Santana nem Costa, o que toda a gente já sabia, centenas de monárquicos, na sua maioria esmagadora abaixo dos trinta anos, vieram para a rua aos gritos compassados de vi- va-o rei e por –tu –gal, empunhando bandeiras azuis e brancas e T Shirts onde se lia “Eu quero um Rei. E tu?”

A repercussão, em todos os jornais e televisões, foi enorme. Na blogosfera enormíssima. Nunca, nesta III República, os monárquicos tinham tido uma tão grande visibilidade e tinham feito falar tão claramente na questão do regime. Para ser justo, devo dizer que esta acção da Causa Real foi antecedida, em pleno verão preguiçoso e ensolarado, pela colocação da bandeira da Monarquia derrubada pelo golpe revolucionário e anti – democrático de 1910, na varanda dos mesmíssimos Paços do Concelho de Lisboa, pelo atrevimento de um grupo independente, que se intitulou Dart Vader’s, a que se seguiram acções semelhantes que os secundaram, um  pouco por todo o País.

Quem se deu ao trabalho de ler o que se escreveu nos blogs, a propósito destes episódios e da ousadia de contestar o regime prestes a fazer cem anos (afinal, para alguns republicanos ilustres como o Dr. Mário Soares, parece que não deveriam ser bem cem anos, porque há que lhes subtrair os da ditadura militar e os dos Estado Novo, que rejeitam como república, o que daria pouco mais de meio século, não fosse o Estado republicano os contrariar celebrando oficialmente o centenário), ficou ciente dos argumentos utilizados pelos republicanos irritados, para contestar a Monarquia: os privilégios, a igualdade, a democracia e o “regresso ao passado”. Argumentos estafados em que ninguém de bom senso e letrado acredita, olhando o que se passa nas Monarquias europeias, tão ou mais democráticas do que a nossa república e muito mais desenvolvidas económica, social e culturalmente. E ficou ciente de que, para além de uma cassete estafada de cem anos, grande parte recorreu à ordinarice e ao insulto como armas em defesa da República, à boa maneira republicana aliás, como a leitura da imprensa do primeiro decénio do século XX e dos dezasseis anos seguintes, demonstram largamente.

Entre a colocação da bandeira na Câmara Municipal de Lisboa e o 5 de Outubro, decorreu entretanto a guerra, primeiro de meias palavras e depois de um discurso palavroso e incompreensível do actual “inquilino de Belém”, sobre eventual espionagem por parte do governo à presidência, que só veio dar razão a quem, há cem anos, contesta a independência e supra -partidarismo do presidente da República por força constitucional, quando esses altos magistrados do regime, têm origem nos partidos, são apoiados política e financeiramente pelos partidos nas suas candidaturas e actuam, uma vez eleitos, com o argumento da mesma origem de legitimidade eleitoral que o Parlamento, contra os governos que são de ideologia diferente, para tentar contrariar as suas opções políticas legitimadas pelo voto parlamentar. Este episódio é, aliás, e além do mais, o mais caricato argumento do mais caricato filme de espiões, em que nem os espiões são desvendados nem os espionados vencem a “potência” adversária e todos perdem, acabando a fita numa enorme gargalhada.

Quem não quer ver que esta República e os argumentos a seu favor ficaram uma vez mais feridos de morte, talvez se espante se um dia forem os seus presumíveis cidadãos a dizer basta. E, continuando no paralelismo cinematográfico, a dizer que querem “regressar ao futuro”. O filme já está em rodagem.

Fonte: Blogue da Real Associação de Lisboa

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INAUGURADO O PDR-CONSTITUIÇÃO

David Garcia

Foi inaugurado, no passado dia 14 de Outubro,  uma nova iniciativa do PDR-Projecto Democracia Real, centrado não só na Tradição da Monarquia Constitucional Portuguesa, mas também discutindo um Modelo de Constituição, cujos vários pontos, serão abertos a debate.

O Projecto Democracia Real, ao ter esta iniciativa, não está, de forma alguma, a querer imitar ou copiar outras iniciativas, como por exemplo a iniciativa “Constituição 2.0″, pois esta, tem por base as diversas opiniões da opinião pública sobre o que achariam que uma Constituição deveria ser e ter.

O Modelo de Constituição apresentado pelo PDR, é apenas isso, um Modelo, não uma Proposta de Constituição. O objectivo é procurar alargar o debate sobre uma nova sociedade que temos vindo a defender e que, finalmente, neste espaço poderemos discutir com todos os que quiserem participar neste longo debate.

Será importante para incentivar os Portugueses interessados nestas temáticas a dizerem o que pensam sobre cada Título  (Categoria no Blogue) deste Modelo Constitucional. É óbvio, que eu próprio, não concordo com tudo o que está discriminado no texto Constitucional, mas isso é que é interessante. Poder discordar e apontar soluções ou correcções jurídico-constitucionais.

Não vale a pena procurar dizer tudo, na análise a uma só Categoria ou Título Constitucional. O que realmente tem interesse é os interessados, clicarem na categoria que querem debater, lerem e comentarem! Esta é a regra de ouro deste novo Blogue.

É mais uma iniciativa do Projecto Democracia Real, em que também iremos defender os nossos princípios de uma Monarquia Laica, Democrática, Parlamentar, para um Portugal que precisa, urgentemente, de renascer das cinzas onde a Republica, por três vezes o colocou.

Como Coordenador do Projecto Democracia Real, faço votos que esta iniciativa, seja mais um sucesso!

Convido todos os Portugueses, não importa se são Monárquicos ou Republicanos, de virem aqui darem a sua opinião.

Nota: Este modelo que agora se apresenta em Inglês, será posteriormente traduzido para Português, de uma forma gradual. Contudo, não garantindo que a tradução seja feita a curto prazo, convém perceber o que se lê.

PDR-CONSTITUIÇÃO

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A nódoa do 5 de Outubro

João César das Neves

Começa hoje o centésimo ano da nossa república, a terceira mais longa da Europa. É ocasião para celebração justa, sincera e sadia, qualquer que seja a situação ou convicções pessoais. Exige-o o amor a Portugal que partilhamos.

Isso não significa que se branqueiem os acontecimentos de há cem anos ou se canonizem os seus autores. Festejando os sucessos do século, temos de admitir os terríveis crimes que lhe deram início. Vivendo grave crise, mais importante é julgar com serenidade os erros que então criaram uma catástrofe muito pior que a actual.

Um livro oportuno ajuda-nos a compreender um dos aspectos mais marcantes e decisivos dessa derrocada. O Estado e a Igreja em Portugal no Início do Século XX. A Lei da Separação de 1911, do cónego João Seabra (Principia, 2009), é muito mais do que pretende ser. Apresentando-se como estudo jurídico do Decreto de 20 de Abril de 1911 [DG92, 21/4/1911], a “Lei da Separação do Estado das Egrejas”, traça um grande e rigoroso fresco histórico da questão religiosa republicana.

Cheio de episódios curiosos, pormenores reveladores, informações pertinentes, inclui até pequenas biografias dos principais protagonistas da questão. O primeiro capítulo, “A situação jurídica da Igreja em Portugal durante a Monarquia liberal” (21), acrescenta um recuo enquadrador, descrevendo os “oito decénios de servidão” (51) que os católicos sofreram antes da perseguição aberta e desbragada dos republicanos triunfantes. “Era esse ambiente de anticlericalismo exacerbado, ordinário e violento que o parlamentarismo monárquico deixara instalar em Portugal, que, juntamente com a disciplina jurídica do regalismo cartista, constituía a situação da Igreja em Portugal no dia 5 de Outubro de 1910″ (53).

O mais espantoso na dramática história das 250 páginas seguintes é a incrível ingenuidade atrevida, incomparável boçalidade pateta dos líderes republicanos. Estavam mesmo convencidos que bastava expulsar o rei para se resolverem os terríveis problemas que o País padecia há décadas. Acreditavam que a simples presença dos seus espíritos iluminados no poder chegava para orientar o povo. Só isso justifica que se afastassem das urgentes imposições da governação, pesadas responsabilidades ministeriais e gritantes necessidades populares para se dedicarem a criar problemas gratuitos e vácuos, zurzindo a Igreja por puro capricho ideológico.

A fúria começou antes mesmo de dispersar o fumo dos fuzis na Rotunda. “Para a maçonaria, para o Partido Republicano e em especial para Afonso Costa, o anticlericalismo será a prioridade política da República” (56). Assassinar dois padres e prender muitos (188), expulsar centenas de religiosos (57), proibir vestes talares (59), romper com a Santa Sé (60), entre outras, foram obra de poucos dias. Curiosamente a legislação da família, com leis do divórcio (71) e casamento civil (72), foi também alvo de uma sanha que lembra discípulos contemporâneos. Cem anos passados permanece a coincidência da inimizade à fé e ao matrimónio.

Quando Afonso Costa pretende formalizar o clima de intolerância e facciosismo, com uma capa diáfana de legitimidade e justiça, a farsa fica grotesca. Comparando com a violenta lei francesa de 1905, o regime “é o mesmo, com duas pequenas diferenças: o francês tem uma lógica jurídica que se entende, o português é uma arbitrariedade sem outro fundamento senão o facto de o Estado dispor da força e não se deixar limitar pelo direito (…) todo o sistema tem por fim pôr o governo da Igreja nas mãos dos não católicos” (114).

A aplicação da lei não foi melhor que a concepção. Até o ministro republicano Moura Pinto, maçon assumido, notou seis anos depois, no preâmbulo do Decreto 3687 (22/12/1917): “Os processos [aos padres] foram organizados sem respeito aos mais elementares princípios que em todos as legislações regulam e asseguram a defesa dos acusados” (215).

A infâmia e atropelos são tais que envergonham qualquer um. Esta é a Primeira República que alguns hoje querem sacralizar e, até parece, imitar.

in Diário de Notícias, 5 de Outubro de 2009

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A dor de cotovelo do Dr. Louçã

Pedro Quartin Graça

O líder do BE, Francisco Louçã, manifestamente, acusou o “toque” e revela a maior dor de cotovelo por ver outros, que não os seus apaniguados, manifestarem-se na rua pelas ideias e os ideais que defendem. E vai daí botou discurso revelador do seu anti-monarquismo primário.

Louçã realmente não percebe. Não consegue entender como, em pleno séc. XXI, existem larguíssimos milhares de portugueses que discordam do “regime perfeito” que entende ser a República e defendeu hoje que aquela “é a única forma de democracia responsável” e o sistema político que “combate as desigualdades”, assinalando que apenas a “direita reaccionária” deseja regressar ao “atraso” da monarquia.

Discursando na Carregueira, no final de um almoço/comício de apoio à candidatura do BE no concelho da Chamusca, Louçã, inflamado, lançou ataques ao Governo PSD/CDS liderado por Durão Barroso por uma tentativa de alterar a Constituição para que as “futuras constituições pudessem ser ou republicanas ou monárquicas” e também à iniciativa de homenagem ao rei D.Carlos, organizada pela Causa Real – a quem chamou “pequeno grupo patusco” – no domingo à noite. “Hoje pela madrugada fora, um pequeno grupo patusco atrás de um milionário banqueiro [Paulo Teixeira Pinto, antigo administrador do BCP e presidente da Causa Real], que conduziu um dos maiores escândalos da criminalidade económica em Portugal, lá apareceu pelo Tejo a gritar as saudades da monarquia”, afirmou, referindo que “sobretudo na cultura mais reaccionária da direita”, ainda “há gente que reclama o regresso ao passado, o regresso ao atraso, à monarquia e à diferença”. Para o líder bloquista, o princípio republicano, “que é o princípio elementar da democracia, que é o que torna todos iguais, na República todos são iguais em deveres e direitos, é a força da República”. “República e democracia são uma e a mesma coisa”, advogou.

Vincando a sua ideia, Louçã estabeleceu uma oposição entre República e monarquia, considerando que esta última representa “o contrário” da primeira: “Na monarquia há súbditos, o poder não é eleito, o poder do chefe de Estado passa dentro da família, por linhagem familiar e não pela responsabilidade da escolha democrática e o país está dividido em duas classes, os soberanos que têm o poder e os súbditos que têm de obedecer aos soberanos, a monarquia é o contrário da democracia”. Falando para quase duas centenas de apoiantes, numa freguesia onde foi o segundo partido mais votado nas legislativas (com 18 por cento), o bloquista defendeu que a República “é a única forma de uma democracia responsável, em que todos estão em iguais em deveres e em direitos”.

“O grande combate pela República não é o que olha para trás, porque essa monarquia e essa arrogância está vencida para todo o sempre, agora é mero folclore dessa cultura reaccionária dos partidos da direita que ainda agitam de vez em quando a saudade do rei ou da corte ou da aristocracia ou dos privilégios. O que é preciso para a República é olhar para a frente, para o futuro, e ser mais exigente, ser mais republicana e ser mais democrática”, concluiu.

Todos aprendemos com os outros. E da reacção pública do totalitário Dr. Louçã recebemos a lição de que o caminho traçado está correcto e é aquele que deve ser trilhado no futuro. E olhe Dr. Louçã, não vale a pena mandar mais grupos de bloquistas travestidos de  pseudo “anarcas” boicotar as manifestações monárquicas porque essa música já nos conhecemos.

Fonte: Blogue Risco Contínuo

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5 de Outubro 2009, na SIC

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INÍCIO DO FIM DA REPÚBLICA – Artur de Oliveira

A ética republicana em Portugal equivale à famosa honra entre ladrões… A república é um elemento estranho que não pertence á genética de Portugal como Nação… Basta ver o que se passou nas duas primeiras repúblicas e nesta terceira e esperemos que última… Tachos, panelinhas, mesquinhez, etc… Chega! A república tornou este país numa anedota sem qualquer tipo de graça aos olhos do mundo civilizado… Nunca os monárquicos estiveram tão perto de conseguir o seu objectivo… O número de descontentes cresce e o prestígio da república decresce mais e mais… Monárquicos, uni-vos ainda mais porque espero que as manifestações da noite de 4 para 5 de Outubro sejam apenas uma amostra daquilo que somos capazes… No dia da Restauração, aí sim, é que teremos que dar o nosso melhor… É mais um teste á nossa determinação e uma batalha decisiva… Sempre a insistir e nunca parar! Vamos em frente!

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Testemunho da noite do dia 4 para 5 de Outubro 2009 – David Garcia

3997247_u6s3i1Estive presente, em Lisboa, na marcha do Cais do Sodré até ao Largo Camões e deste local até, de novo, ao Cais do Sodré.

Nunca, em 10 anos de militância Monárquica vi nos olhos de tanto jovem, esta energia, esta garra, esta força de vontade em lutar na rua, junto do povo, pela Monarquia em Portugal.

Nunca, em 10 anos de militância, vi um esforço continuado de grande vigor patriótico, ouvindo tantas vozes a darem Vivas ao Rei e a Portugal!

Nunca, em 10 anos de militância, vi esta dinâmica tão forte e tão entusiasmante.

Obviamente, que tinha que estar presente. Tinha que mostrar, que o Projecto Democracia Real não é apenas um projecto de Internet, mas que tem na sua equipa gente que sairá à rua sempre que necessário, na luta pela Monarquia em Portugal.

Apesar, de tudo ter corrido bem, quero deixar aqui umas notas construtivas:

a) Considero importante que a informação sobre as vantagens da Monarquia seja distribuída aos Portugueses que nos vêm passar;

b) Na mesma linha, considero fundamental que os Monárquicos saibam informar seus compatriotas das vantagens da Monarquia, de uma forma simples, clara e directa;

c) Considero importante, uma maior divulgação das actividades, nas ruas com panfletos, cartazes e outros materiais de propaganda, dias antes da acção concreta;

d) Finalmente, considero importante, que as pessoas que nas Redes Sociais dizem, aparentemente, sim, que irão a um certo evento Monárquico, acabem mesmo por ir. Ou se é Monárquico a sério e se faz por isso, ou então mais vale não enganar quem organiza os eventos, tal como aconteceu, em Coimbra, nas tradicionais homenagens ao Fundador!

De resto, quero dar, como Coordenador do Projecto Democracia Real, os meus mais sinceros Parabéns à Causa Real, à Real Associação de Lisboa e naturalmente também aos Conjurados XXI pela organização e pelo grande espírito militante. Contem com o Projecto Democracia Real, sempre!

Viva o Rei!

Viva Portugal!

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