PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

INTERNACIONAL: FOSSO ENTRE HOMENS E MULHERES PIORA EM PORTUGAL.MONARQUIAS NO TOPO DO ÍNDICE

Portugal piora desempenho no ranking que mede disparidades entre homens e mulheres.
Monarquias europeias no topo do índce

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Portugal caiu cinco lugares no ranking global que mede a diferença entre homens e mulheres na vida económica e política de um país. O Fórum Económico Mundial estudou 143 países. Portugal aparece na posição 46, caiu quatro lugares em relação a 2008.
Suíça no 40º lugar ,França no 51º lugar e Portugal no 46ª lugar dizem muito sobre o desempenho das três republicas mais emblemáticas da Europa em termos de igualdade de oportunidades, todos atrás das totalidade de monarquias existentes na Europa

(25 de Outubro de 2009)

Republica Portuguesa novamente atrás das Monarquias europeias em indice de igualdade de oportunidade

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Os dados não deixam margem para dúvidas. Relativamente ao ano passado, Portugal perdeu pontos nos indicadores que medem a participação económica e política, assim como as oportunidades de carreira dadas às mulheres, bem como no acesso destas à educação básica e superior.

Quando se compara os dados com 2008, as perdas não ficam por aqui. Há também uma quebra na igualdade do salários pagos a homens e mulheres para a mesma função bem como no acesso a cargos de topo nas empresas e na justiça.

Apesar do panorama ter piorado, o ranking do Fórum Económico e Mundial revela que, nos resultados gerais, Portugal conseguiu ainda assim estar, acima da média em três indicadores: esperança média de vida, acesso as profissões técnicas e acesso aos ensinos secundário e superior.

O ranking que hoje é divulgado em Nova Iorque avalia a forma como cada país distribui, entre homens e mulheres, as oportunidades existentes independentemente dos recursos de que dispõe.

Monarquia ,campeã da igualdade

Na linha da frente dos que mais fazem pela igualdade de sexos estão os países no Norte da Europa como Noruega (2), Dinamarca (13), Espanha (10), Reino Unido (11), Holanda (12), Suécia (1).Curiosamente na sua maioria, porque não existem mais, monarquias
Face a Republicas como França que passou do 70º lugar, próximo do Brasil (outra Republica que este ano piorou ,apesar do aumento de riqueza), para 51ª lugar, ou dos EUA o 31ª lugar e Austria (27º), ambos atrás de Cuba.Este resultado é a prova efectiva de que a iguladade de oportunidades é uma falácia entre as republicas, mesmo as mais ricas

consultar índice:
http://www.weforum.org/pdf/gendergap/rankings2007.pdf

fonte:
http://www.weforum.org/en/Communities/Women%20Leaders%20and%20Gender%20Parity/GenderGapNetwork/index.htm

Retirado do Portal Somos Portugueses

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INAUGURADO O PDR-CONSTITUIÇÃO

David Garcia

Foi inaugurado, no passado dia 14 de Outubro,  uma nova iniciativa do PDR-Projecto Democracia Real, centrado não só na Tradição da Monarquia Constitucional Portuguesa, mas também discutindo um Modelo de Constituição, cujos vários pontos, serão abertos a debate.

O Projecto Democracia Real, ao ter esta iniciativa, não está, de forma alguma, a querer imitar ou copiar outras iniciativas, como por exemplo a iniciativa “Constituição 2.0″, pois esta, tem por base as diversas opiniões da opinião pública sobre o que achariam que uma Constituição deveria ser e ter.

O Modelo de Constituição apresentado pelo PDR, é apenas isso, um Modelo, não uma Proposta de Constituição. O objectivo é procurar alargar o debate sobre uma nova sociedade que temos vindo a defender e que, finalmente, neste espaço poderemos discutir com todos os que quiserem participar neste longo debate.

Será importante para incentivar os Portugueses interessados nestas temáticas a dizerem o que pensam sobre cada Título  (Categoria no Blogue) deste Modelo Constitucional. É óbvio, que eu próprio, não concordo com tudo o que está discriminado no texto Constitucional, mas isso é que é interessante. Poder discordar e apontar soluções ou correcções jurídico-constitucionais.

Não vale a pena procurar dizer tudo, na análise a uma só Categoria ou Título Constitucional. O que realmente tem interesse é os interessados, clicarem na categoria que querem debater, lerem e comentarem! Esta é a regra de ouro deste novo Blogue.

É mais uma iniciativa do Projecto Democracia Real, em que também iremos defender os nossos princípios de uma Monarquia Laica, Democrática, Parlamentar, para um Portugal que precisa, urgentemente, de renascer das cinzas onde a Republica, por três vezes o colocou.

Como Coordenador do Projecto Democracia Real, faço votos que esta iniciativa, seja mais um sucesso!

Convido todos os Portugueses, não importa se são Monárquicos ou Republicanos, de virem aqui darem a sua opinião.

Nota: Este modelo que agora se apresenta em Inglês, será posteriormente traduzido para Português, de uma forma gradual. Contudo, não garantindo que a tradução seja feita a curto prazo, convém perceber o que se lê.

PDR-CONSTITUIÇÃO

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A nódoa do 5 de Outubro

João César das Neves

Começa hoje o centésimo ano da nossa república, a terceira mais longa da Europa. É ocasião para celebração justa, sincera e sadia, qualquer que seja a situação ou convicções pessoais. Exige-o o amor a Portugal que partilhamos.

Isso não significa que se branqueiem os acontecimentos de há cem anos ou se canonizem os seus autores. Festejando os sucessos do século, temos de admitir os terríveis crimes que lhe deram início. Vivendo grave crise, mais importante é julgar com serenidade os erros que então criaram uma catástrofe muito pior que a actual.

Um livro oportuno ajuda-nos a compreender um dos aspectos mais marcantes e decisivos dessa derrocada. O Estado e a Igreja em Portugal no Início do Século XX. A Lei da Separação de 1911, do cónego João Seabra (Principia, 2009), é muito mais do que pretende ser. Apresentando-se como estudo jurídico do Decreto de 20 de Abril de 1911 [DG92, 21/4/1911], a “Lei da Separação do Estado das Egrejas”, traça um grande e rigoroso fresco histórico da questão religiosa republicana.

Cheio de episódios curiosos, pormenores reveladores, informações pertinentes, inclui até pequenas biografias dos principais protagonistas da questão. O primeiro capítulo, “A situação jurídica da Igreja em Portugal durante a Monarquia liberal” (21), acrescenta um recuo enquadrador, descrevendo os “oito decénios de servidão” (51) que os católicos sofreram antes da perseguição aberta e desbragada dos republicanos triunfantes. “Era esse ambiente de anticlericalismo exacerbado, ordinário e violento que o parlamentarismo monárquico deixara instalar em Portugal, que, juntamente com a disciplina jurídica do regalismo cartista, constituía a situação da Igreja em Portugal no dia 5 de Outubro de 1910″ (53).

O mais espantoso na dramática história das 250 páginas seguintes é a incrível ingenuidade atrevida, incomparável boçalidade pateta dos líderes republicanos. Estavam mesmo convencidos que bastava expulsar o rei para se resolverem os terríveis problemas que o País padecia há décadas. Acreditavam que a simples presença dos seus espíritos iluminados no poder chegava para orientar o povo. Só isso justifica que se afastassem das urgentes imposições da governação, pesadas responsabilidades ministeriais e gritantes necessidades populares para se dedicarem a criar problemas gratuitos e vácuos, zurzindo a Igreja por puro capricho ideológico.

A fúria começou antes mesmo de dispersar o fumo dos fuzis na Rotunda. “Para a maçonaria, para o Partido Republicano e em especial para Afonso Costa, o anticlericalismo será a prioridade política da República” (56). Assassinar dois padres e prender muitos (188), expulsar centenas de religiosos (57), proibir vestes talares (59), romper com a Santa Sé (60), entre outras, foram obra de poucos dias. Curiosamente a legislação da família, com leis do divórcio (71) e casamento civil (72), foi também alvo de uma sanha que lembra discípulos contemporâneos. Cem anos passados permanece a coincidência da inimizade à fé e ao matrimónio.

Quando Afonso Costa pretende formalizar o clima de intolerância e facciosismo, com uma capa diáfana de legitimidade e justiça, a farsa fica grotesca. Comparando com a violenta lei francesa de 1905, o regime “é o mesmo, com duas pequenas diferenças: o francês tem uma lógica jurídica que se entende, o português é uma arbitrariedade sem outro fundamento senão o facto de o Estado dispor da força e não se deixar limitar pelo direito (…) todo o sistema tem por fim pôr o governo da Igreja nas mãos dos não católicos” (114).

A aplicação da lei não foi melhor que a concepção. Até o ministro republicano Moura Pinto, maçon assumido, notou seis anos depois, no preâmbulo do Decreto 3687 (22/12/1917): “Os processos [aos padres] foram organizados sem respeito aos mais elementares princípios que em todos as legislações regulam e asseguram a defesa dos acusados” (215).

A infâmia e atropelos são tais que envergonham qualquer um. Esta é a Primeira República que alguns hoje querem sacralizar e, até parece, imitar.

in Diário de Notícias, 5 de Outubro de 2009

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REPÚBLICA DAS INTRIGAS POR ARTUR DE OLIVEIRA

O Presidente deu mais tiro no pé, se é que não o deu na cabeça da república… Cavaco fez asneira da grossa, e eu que, comparativamente com os outros presidentes, considerava-o melhorzinho… Pois, pois… Mas os tabus e a má gestão dos timings tramaram Cavaco e a República. Só tenho pena é que certos neo-carbonários saiam bem desta história… Não é justo… Mas é bom que aproveitemos a chance para nos unirmos em força. Isto só nos reforça… Mas os monárquicos têm que se unir. Não podemos ser minimamente iguais aos republicanos… Já foi bom denunciar os neonazis e anti-semitas infiltrados em movimentos monárquicos fantasma como o “Monárquicos no Facebook” e “Pela Bandeira de Portugal” do Sr. Petinga… Já estamos também a separar o trigo do joio em vários outros aspectos. Mas agora os verdadeiros monárquicos democratas que se unam todos em prol da monarquia constitucional para um Portugal moderno sem quaisquer quezílias… Diferenças entre nós, é bom que as hajam, mas o essencial dos nossos ideiais tem que nos unir. Para uma monarquia e uma verdadeira democracia para o século XXI!

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Se o 5 de Outubro de 1910 tivesse sido útil para o País… – David Garcia

Estamos cada vez mais perto do 5 de Outubro de 2009 e não posso deixar de congratular-me com as iniciativas Monárquicas previstas para Coimbra e Lisboa, ambas de grande importância.

Em Coimbra, os Monárquicos irão celebrar o outro 5 de Outubro, o de 1143, em que se celebra a Independência e a consequente Fundação do Reino de Portugal, reconhecido por Afonso VII de Leão e Castela ao assinar o Tratado de Zamora, que, naturalmente, reconheceu Dom Afonso Henriques Rei de Portugal, Soberano Independente.

Em Lisboa, os Monárquicos irão procurar dar uma prova de força e de militância – que espero sejam muitos a aderirem – lembrando, que o 5 de Outubro de 1910,  não passa de um equívoco na História de Portugal e que foi, verdadeiramente o entrave ao nosso progresso, em Democracia Real, que poderia ter sido até aos nossos dias e no futuro.

Graças a este último 5 de Outubro de 1910, Portugal teve 16 anos de uma I Republica que se denominada “Parlamentar”, que pressupunha ser Democrática; na verdade houve inúmeros atentados, crises governativas constantes e por conseguinte uma grande instabilidade política.

Sucedeu-lhe a Ditadura Militar que durou de 1926 a 1933 e neste ano, foi promulgada e levada a Referendo (a única Constituição Republicana levada a Referendo, curiosamente) a Constituição da II Republica que daria início ao denominado “Estado Novo”, que não foi mais do que a Ditadura Conservadora que durou durante 48 anos. Criou estabilidade política, é um facto, mas a um preço, retirando a Liberdade de opinião e reunião e de pensamento, aos Portugueses. Teve um forte crescimento económico nos seus últimos anos, mas não teve a visão estratégica necessária para resolver o problema do Ultramar, não conseguindo evitar a Guerra em África e as suas terríveis consequências, não só para os Portugueses mas também posteriormente às independências das antigas Províncias Ultramarinas, a Guerras Civis em Angola e Moçambique e problemas graves em Cabinda, na Guiné-Bissau, Timor-Leste e já para não falar que começou tudo com a tomada de Goa, Damão e Diu, pela União Indiana e consequentes perdas humanas para Portugal.

Seguiu-lhe com a Revolução do 25 de Abril de 1974, algo verdadeiramente espantoso. O sector económico, em grande parte foi nacionalizado e muitas fábricas, herdades e pequenas propriedades foram ocupadas, logo em 1975. O País mergulhou no caos, de um lado o Partido Comunista e a UDP e do outro, a frente dos que queriam uma Democracia de carácter ocidental. Na verdade, a Constituição que foi aprovada em 1976, ainda manteve até 1982 o chamado Conselho da Revolução. E só depois da sua abolição, é que Portugal caminhou, efectivamente, para uma Democracia. Regime este, no qual vivemos e ao qual lhe falta uma visão estratégica global para Portugal enfrentar os desafios do futuro.

A política de abandono das antigas Províncias Ultramarinas, sem qualquer proveito para Portugal, demonstra desde logo, que os que tomaram o poder após a queda da II Republica, começaram logo por acabar com o orgulho em se ser Português. Não tiveram a visão suficiente para evitar danos materiais irreparáveis para inúmeras famílias portuguesas que viveram em África. Não tiveram a visão suficiente para auxiliar condignamente todos aqueles que regressaram do campo de batalha e que ainda hoje sofrem com essa falta de atenção, que é revoltante em termos humanos.

Por outro lado, a nível político, temos um sistema semi-presidencialista que permite ao Presidente da Republica se intrometer e dar opiniões pessoais ou tomar decisões pessoais sobre políticas governativas. Ao contrário do que alguns defendem, não tem havido uma verdadeira estabilidade Política em Portugal desde há muitos anos. Cada governo que se sucede é tanto ou pior que o seu antecessor. Quando o Partido Socialista ganha as eleições, destrói o que o Partido Social – Democrata fez enquanto governo, e vice-versa. Isto é um regime de “bola de ping pong”. Acusam-se uns aos outros dos problemas de Portugal, mas não conseguem reconhecer que de ambos os lados cometeram-se erros muito graves.

Portugal não tem praticamente economia. Vive dos serviços e dos subsídios vindos da União Europeia. Portugal não produz a nível agrícola, de uma forma competitiva e inteligente. Portugal não tem uma frota pesqueira para competir com as outras frotas pesqueiras da União Europeia. Vivemos da pesca artesanal. A nível escolar, as sucessivas reformas na educação, não fizeram mais do que agravar o problema. Concordo com a avaliação dos Professores assim como concordo com a avaliação de todos os trabalhadores seja na função pública ou privada. Não é só durante o tempo que somos estudantes que devemos ser avaliados, é também profissionalmente. É algo perfeitamente normal.

Este regime permite que os Sindicatos, que acho bem que existam, tenham influências político-partidárias. Os Sindicatos não devem servir os interesses partidários. Devem servir os interesses dos trabalhadores e portanto devem ser totalmente independentes! De modo a que, em consciência possam convocar uma greve, não porque convém ao partido A, B ou C, mas porque é realmente do interesse dos trabalhadores como sendo um acto justo de protesto. O mesmo para as manifestações.

Com tudo isto, temos um crescimento económico reduzido e um endividamento externo assustador. Queremos, pelas sondagens, tendo em conta que estamos num período eleitoral, continuar neste caminho. O caminho do facilitismo nas escolas, o caminho das grandes obras públicas – “obras de país rico a cobrir realidades de terceiro mundo”, citando Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança.

Fazendo uma avaliação concreta a este, quase, I Centenário da Republica ou da Proclamação da Republica (os republicanos ainda não se decidiram, qual dos dois devem festejar; se for o primeiro terão que engolir 48 anos de Ditadura!!, o que para eles é muito mau, porque segundo eles, a Democracia confunde-se com a Republica; estranho por terem havido durante o século XX e ainda hoje em alguns países do Mundo, republica autoritária que violam diariamente os direitos humanos), devo dizer que só o facto de nunca ter havido um Referendo sobre a questão Monarquia ou Republica, já de si, é uma imposição constitucional, verdadeiramente inaceitável, isto se Portugal realmente se considera estar dotado de um regime democrático e livre. Por outro lado, ao ver Portugal cada vez mais com casos de corrupção, suspeitas de escutas ao mais alto nível do Estado, processos judiciais que nunca acabam ou quando acabam, os poderosos são presos “sob pena suspensa” (alguém me explique o que é isto)… Só podem, de facto, estar a brincar, com o Povo Português, contribuinte deste sistema político.

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Por tudo isto, concordo com a frase do Senhor Dom Duarte: “Se o 5 Outubro tivesse sido útil para o País, não era preciso fazer-se o 25 de Abril”. Querendo dizer com isto, que obviamente a interrupção da Monarquia Constitucional foi a causa de todo o nosso atraso e que a I Republica foi a origem principal da Ditadura de Salazar e Caetano – a II Republica. Recuperar a “velha ética republicana”, com origens no primeiro sistema constitucional republicano, é algo de errado, profundamente anti-patriótico, e com claras tendências iberistas. É bom lembrar que a actual bandeira nacional, quando foi aprovada, não tinha o significado que muitos no tempo de Salazar aprenderam nas Escolas. O significado inicial do verde-rubro era e é, que o verde significaria Portugal e o rubro Espanha, sendo a parte maior da bandeira. E, portanto, a ideia desta bandeira seria provocar a queda da Monarquia Espanhola e colocar Portugal à frente de uma Republica Federal Ibérica com muitos maçons a comandarem os destinos da Ibéria. Não esqueçamos as diligências do Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, Magalhães Lima, a Londres, para procurar evitar a todo o custo, o casamento do Rei Dom Manuel II com uma Princesa da Casa Real Britânica. Não esqueçamos também as N conspirações desse senhor contra a Monarquia, fora de Portugal e só regressou depois da Republica ter sido proclamada! Mas também não esqueçamos que, o Duque de Connaught, Grão – Mestre da Maçonaria Inglesa, irmão do Rei Jorge V, foi de facto quem conseguiu impedir o Casamento de Dom Manuel II, depois de uma delegação republicana ter ido a Londres, a Downing Street perguntar aos Governantes Britânicos qual seria a posição Britânica relativamente à hipótese de uma Republica em Portugal. A Aliada Britânica foi clara, afirmando que a Aliança com Portugal não era uma aliança de Dinastias mas uma aliança de povos, descansando os republicanos, portanto!

A Monarquia Portuguesa foi interrompida, não só graças ao Regicídio que vitimou um Grande Rei e um Promissor Príncipe Herdeiro, mas também caiu graças aos conspiradores e ambiciosos Monárquicos que alguns até se juntaram aos republicanos já durante a Republica e ocuparam cargos importantes, desde o Congresso Republicano até outros cargos de importância. Um Monárquico até foi Presidente da Republica, o Almirante Canto e Castro. A Monarquia também caiu devido a inúmeras conspirações da Maçonaria, naquela época. O que estou a dizer, não é nada de novo. Há diversos livros que falam disso!

Portanto, finalizando, a Republica Portuguesa, no seu todo, com 16 anos de anarquia, 48 de ditadura e 35 sem um projecto galvanizador e unificador da sociedade portuguesa e com todos estes “casos”, não creio que dure muito mais tempo. É tempo dos Monárquicos mostrarem aos Portugueses que uma Monarquia Parlamentar e Democrática, é a melhor solução para combater as graves crises, éticas, morais, económica, social, etc… de que o País padece.

Portugal perdeu 100 anos de desenvolvimento e de estabilidade política que só uma Monarquia pode dar!

VIVA O REI!

VIVA PORTUGAL! 3997247_U6s3I

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Eis a Ética Republicana, no seu esplendor!

Tal como acontecia no tempo da I Republica e da II Republica, agora a III Republica volta a seguir o passado anti-democrático e cobarde das suas antecessoras, prendendo dois cidadãos de livre pensamento, monárquicos, por opção, quando estes iam devolver a Bandeira do Município de Lisboa à Edilidade. Quando se pensava que tudo ia correr bem, os senhores que servem a Republica, mas não a Democracia, chamaram a Polícia para prenderem os cidadãos Rodrigo Moita de Deus e Henrique Burnay.

Esta é a ética republicana. Prender quem é diferente. Estigmatizar, quem tem uma posição diferente a nível político, impedir o voto em referendo, se os Portugueses querem ter um Rei ou  um Presidente, desfazer Portugal, nesta crise política, económica e social, não permitindo novos rumos.

Como é que um Cidadão Português pode aceitar viver e contribuir para um Regime Político assim?

Creio que é tempo de os Portugueses “abrirem os olhos” à realidade e exigirem o fim da Republica, com um Referendo que dê uma vitória esmagadora à Monarquia Parlamentar e Democrática. É tempo de uma Democracia a sério! No tempo da Monarquia Constitucional, os Partidos Republicano e Socialista  concorriam livremente nas Eleições locais e nacionais.Havia, sem dúvida, mais Democracia nessa época, do que agora. E não é só uma questão de Democracia, é uma questão de ética e de respeito pela Liberdade de opinião.

Era perfeitamente escusado prenderem estes jovens, que no fundo não fizeram mais do que lembrar que a Bandeira Azul e Branca com as Armas Reais ao Centro, também é uma Bandeira Nacional, que vigorou em Portugal entre 1830 e 1910 e mesmo que tenha tido um propósito político, sem dúvida que o teve, não foi nada comparado ao que certos republicanos fizeram ao longo de quase 99 anos de História republicana.

Como Responsável máximo do PDR-Projecto Democracia Real, a minha solidariedade está toda com o Rodrigo Moita de Deus e o Henrique Burnay do 31 da Armada!

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Esclarecimento

Nestes últimos dias temos estado atentos ao que se está a passar no Irão, na sequência das últimas eleições presidenciais e o aumento do descontentamento relativamente, seja aos resultados eleitorais, seja até já contra o próprio regime.

Eu, na qualidade de Coordenador, do Projecto Democracia Real, quero aqui afirmar que o facto de terem sido colocados 3 posts relativamente à Questão Iraniana, não significa, de forma alguma, que tenhamos esquecido o nosso verdadeiro propósito nacional.

Muito pelo contrário! Preocupa-me obviamente Portugal e o seu futuro, que fique claríssimo!

Mas como ser humano, livre de pensamento, também devo aproveitar este meio de comunicação para apoiar causas que considero justas. E o futuro do Irão, na luta contra a Ditadura, é uma causa justa, na qual me solidarizo. Quando abordo Sua Alteza Imperial Reza Shah Pahlavi, Herdeiro do Trono Iraniano, significa que para mim, tendo em conta que o País em causa, é um País de várias tribos, muito diversificado, até a nível religioso e político, e que, como sabemos, a Monarquia une e não fracciona, e sendo assim, na minha opinião pessoal, uma restauração da Monarquia no Irão permitirá a união do povo iraniano à volta de um único ideal: a recuperação das liberdades fundamentais do Povo.

O nosso Blogue, está ligado directamente à Rede Social, Facebook, e tudo o que aqui se passa, também aparece nessa mesma rede social. Quero aproveitar para esclarecer que a principal luta do Projecto Democracia Real (PDR) está centrada na Restauração da Monarquia Portuguesa, sempre, com total e indiscutível Lealdade a Suas Altezas Reais os Duques de Bragança e em apoio total à Causa Real.

Portugal, que está numa situação insustentável a vários níveis, só poderá ser salvo com a Instituição Real, no quadro de uma Democracia Parlamentar sólida e duradoura.

O Projecto Democracia Real apoia Causas Justas. Desde a Causa Monárquica em Portugal, passando por Causas Monárquicas Europeias Democráticas e o mesmo a nível Mundial, assim como, os Direitos Humanos.

Não deve, por isso, fazer confusão, a ninguém, o facto de colocarmos informação diversificada. O propósito é sempre o mesmo: em várias perspectivas, dizer aos Portugueses que os Príncipes hoje, defendem a Democracia e a Liberdade acima de tudo. Que querem acima de tudo, ajudar a servir o País, mesmo que não seja no Trono. Olhe-se, bem para o exemplo, que Sua Alteza Real, o Duque de Bragança, nos dá! E há outros Chefes de Casas Reais ou Imperiais da Europa e Mundo que fazem o mesmo, não estando no Trono.

Assim como os Monárquicos, como o Grande Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, esteve em dois Governos da III Republica, porque acima de tudo, cololcou o serviço ao País, de uma forma exemplar, mesmo sendo Monárquico.

Espero que este esclarecimento tenha servido para apaziguar os Monárquicos Portugueses sobre os propósitos do Projecto Democracia Real. É óbvio que nunca esquecemos Portugal; o nosso objectivo último é ajudar a Causa Real na Restauração da Monarquia em Portugal. E conseguiremos!

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Reza Shah Pahlavi – Biography and Updates

n20716381127_9472Site:
http://www.rezapahlavi.org/
Sexo:
Masculino
Estado civil:
Casado(a) com
Yasmine Etemad-Amini
Data de Nascimento:
31 de Outubro de 1960
Ideologia política:
Other
Actividades:
Crown Prince of Iran, please don’t pay too much attention to the “Shah” following his name on the page, as Reza Pahlavi’s priority is to see a democratic Iran, whether it is a Republic or a Monarchy.

Reza Pahlavi is the heir to the Iranian throne. He is a great supporter of democracy and freedom. He is very smart, open-minded and knowledgeable. He accepts and respects all the democratic opinions.

Reza Pahlavi represents all the opinions: pro-pahlavis, pro-mossadeghs, pro-bakhtiars, pro-bazargans, pro-banisadr, anti-revolutions, pro-revolutions, leftists, rightists, nationalists, royalists, republicans, etc. , etc. the only two that cannot be represented by him are the opinions that are dangerous for democracy: mojahedin and obviously pro-regime people…

Since the Islamist Republic has killed all the opposition leaders, the ONE AND ONLY potential leader we still have is Reza Pahlavi.

The great majority of the Iranian people oppose the regime. However, because of the savage torture and execution of any opponent and anyone who expresses his opinion, they’ve managed to rule our country for 30 years. Highest execution rate, regular rape and torture in jails by the people of the regime. All of this must stop. The thing anyone needs for a regime change is a LEADER. Iranians will not have their democracy if they keep dividing just because of disagreement on some points… It’s time to unite. Reza Pahlavi has settled in Paris, will create a Council of Opposition and is doing the propaganda. He has for goal to turn the Western leaders against the regime and is very active these times. He’s just written a new book in French (“l’Iran: l’Heure du Choix”) and is finally ready to do something.

It’s not over. Remember Juan Carlos. He’s the King of Spain now, Spanish people welcomed him as a hero after the Republic that lasted 8 years and the TOTALITARIAN dictatorship of Franco that lasted 36 years ! Spanish people first opposed the Monarchy and the King in 1931 but then readopted the SAME dynasty in 1975 ! King Juan Carlos arrived on power and gave democracy to the people, and now he’s a hero !

Reza Pahlavi will be the Juan Carlos of Iran.

Long Live Iran ! Long Live Democracy ! Long Live Freedom !

Persians-Iranians of all opinions, of all ethnicities, of all confessions, of all backgrounds, friends of freedom and Human Rights, LET’S SHOW OUR SUPPORT TO REZA PAHLAVI !

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http://www.cfpdusa.org/news.aspx?type=Analysis&id=24
58% of the Iranians support a military action to change the Iranian regime while 39% don’t
67% of the Iranians support a Velvet revolution to change the regime while 9% don’t
67% of the Iranians think that the regime doesn’t satisfy the people while 32% don’t
The majority of the Iranians: 44% against 43% (13% “do not know”) DON’T BELIEVE IN REFORMS

If you could turn back the clock, would you support the Islamic revolution? 72% said No

Do you approve of the American decision to finance the promotion of democracy in Iran? 54% said yes and 43% no
Do you think the Islamic Republic’s regional role is positive? 92% said No and 6% Yes
Do you think Israel should be destroyed? 70% said No
Do you agree with Iranian financing to the Hezbollah? 61% said No while 32% said Yes
Do you agree with the Hamas support policy? 55% said No while 38% said Yes
Do you think that the Islamic Republic should have the nuclear bomb? 47% No, 46% Yes

(Through a random sampling, 600 respondents from 5 different cities in Iran were interviewed. They included 200 people from the capital Tehran, 100 from Isfahan, 100 from Tabriz, 100 from Shiraz, and 100 from Mahabad)

http://jeffweintraub.blogspot.com/2006/09/why-iranians-like-america-washington.html
“By comparison with (say) Arabs or western Europeans, most Iranians seem to be genuinely pro-American.”

http://www.iranian.com/RoozbehShirazi/2004/May/NYT/index2.html
“Finally, I’ve found a pro-American country.”

http://meria.idc.ac.il/journal/2004/issue1/jv8n1a2.html
The principle reason for pro-American sentiment in Iran today is that the United States is a staunch opponent of the hated clerical regime.

http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/2996604.stm
“I despise the regime and so do 90% of the Iranians. All the people who elected Khatami despise the regime and they thought he’d bring change.”
“We hope that Mr Bush doesn’t only talk but does more.”
“She said she agreed with US President George W Bush’s comments that the demonstrations were “the beginnings of people expressing themselves toward a free Iran”"
“I despise Islam and the mullahs even though I am officially a Muslim now. I don’t have the right to change my religion in Iran.

http://journalism.berkeley.edu/projects/worldandus/archives/2005/02/why_many_irania.php
“Why many Iranians are pro-Americans and pro-Bush”

http://jeffweintraub.blogspot.com/2006/09/why-iranians-like-america-washington.html
“By comparison with (say) Arabs or western Europeans, most Iranians seem to be genuinely pro-American.”

http://meria.idc.ac.il/journal/2004/issue1/jv8n1a2.html
The principle reason for pro-American sentiment in Iran today is that the United States is a staunch opponent of the hated clerical regime.

Fox news, November 19th 2004, 2 Middle-East experts agree to say that the people of Iran are pro-american

http://americasfuture.org/doublethink/2005/03/06/iranians-for-bush/
“When the BBC world service released the results of its 2004 presidential poll it revealed an interesting figure. Of the sixteen linguistic ethnical groups surveyed around the world, PERSIANS WERE OVERWHELMINGLY THE MOST SUPPORTIVE OF PRESIDENT GEORGE BUSH. In fact, over 52 percent of Iranians preferred Republican George W. Bush to challenger John Kerry who only received 42 percent support. Thus, surprisingly, unlike in the United States where the presidential race was relegated to a couple of percentage points, in Iran President Bush won by a landslide.”

” A Tehran University student summed it up best: “The Iranian people support President Bush because he supports our cause. As long President Bush stands with the Iranian people, the Iranian people will stand with him.” “

http://www.cfpdusa.org/news.aspx?type=Analysis&id=42
According to the findings of a poll carried out by the public policy group Terror Free Tomorrow ahead of Iran’s March 2008 parliamentary elections, the Iranian public strongly supports a more open and fully democratic system of government, with 86 percent of respondents in favor of “a political system for governing Iran” in which “all leaders… can be chosen and replaced by a free and direct vote of the people.”

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Recent News

June 2009: Interview on CNN (english): http://www.youtube.com/watch?v=sHdfkLsIosk

March 2009: Interview on BFM TV (french): http://www.youtube.com/watch?v=zhKKU8i_ulI

March 2009: TNI Interview with Reza Pahlavi (english): http://www.youtube.com/watch?v=eU__q3t_qlI

February 2009: Interview on France 5 (in French): http://www.vidoosh.tv/play.php?vid=4412

February 2009: Interview in “L’Express” (french):
http://www.lexpress.fr/actualite/monde/proche-orient/reza-pahlavi-ahmadinejad-est-un-cavalier-de-l-apocalypse_742182.html

February 2009: In “Point de Vue” (French magazine), Reza Pahlavi says he’s ready to go back to Iran and to get killed for democracy in Iran. “I’m ready to die, I’ve talked about it with my wife and daughters, it’s hard for them, I love them, but they have to understand that nothing is more important for me than Iran.”

Interview in February 2009 with Pars TV (persian):
http://www.youtube.com/watch?v=ueT0R4TjB9Y
http://www.youtube.com/watch?v=A5J6SIXVWIw
http://www.youtube.com/watch?v=9g3lo_dgRNk
http://www.youtube.com/watch?v=MwikhO1G6E4

Interview in February 2009 on France 3 (french):
http://www.truveo.com/Interview-with-Prince-Reza-Cyrus-Pahlavi-on/id/2037281943

Interview in February 2009 with BBC Persian (farsi):
http://www.youtube.com/watch?v=wqhAxDfCcU4

Interview in February 2009 on Europe 1 (french):
http://www.youtube.com/watch?v=1hYedVEHEXc

Interview in February 2009 on France 24 (english):
http://www.france24.com/20090209-the-interview-reza-pahlavi-exiled-son-of-the-shah

Interview in February 2009 in French on FRANCE INFO (french):
http://www.france-info.com/spip.php?article248060&theme=81&sous_theme=14

Interview in November 2008 with Frost (english): http://www.youtube.com/watch?v=yoRqn52ZPMM&feature=PlayList&p=C844EF0836B09B45&playnext=1&index=84

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