PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

REPÚBLICA NIILISTA

Artur de Oliveira

A forma como nesta terceira república se organiza é totalmente decadente… Venhamos e convenhamos, a sua génese foi uma autêntica torre de Babel em termos partidários. Ninguém se entendia, todos queriam puxar pela sua causa, sacrificando liberdades, todos a lutar pelas suas ideologias em nome dos partidos e por um regime republicano porque lhes dava jeito… E o que tem acontecido sempre que os partidos atingem o poder? Clientelismo, cunhas e tachos: È preciso falar do caso face oculta? Tantos houve que não deram em nada em termos de justiça… Porquê? Porque apesar de haver uma luta tradicional em todas as legislaturas entre o presidente da República, supostamente imparcial á luz da constituição, e o governo oposto á sua cor política verdadeira, no fundo todos se protegem uns aos outros porque o sistema de justiça está “programado” para isso… Lembra-me a luta entre o Cavaleiro branco e o cavaleiro negro no livro Alice no outro lado do espelho…Tão diferentes e tão iguais… Lutar para conquistar e reinar sobre os despojos do país, seja na admnistração pública seja nas autarquias, os amigos e negócios floresceram porque há um sentimento que o Estado é para servir quem manda e não o povo que os elege… Não falo apenas de certos líderes políticos, mas de alguns abutres que os rodeiam, das redes de interesses já há muito estabelecidas por acordos e pactos em certas sociedades secretas, mas não assim tão discretas.
A conclusão a que chego é que essa gente é niilista. Querem os interesses satisfeitos em nome deles mesmos e ou não têm a mínima ideia do que estão a fazer á nossa civilização portuguesa ou não se importam… A monarquia com um sistema imparcial, com uma constituição diferente discilpinaria os partidos todos, acabando com este sistema apodrecido. Está na altura de lutar pela mudança. Vamos todos dizer que já chega e apresentar a monárquia como única alternativa viável… Não tendo medo de nos assumir como monárquicos,vamos mostrar quem nós somos, promover o debate nacional, argumentar com inteligência o porquê da república em portugal ser um fracasso e que a monarquia pode mais uma vez conduzir Portugal á glória em pleno século XXI com os partidos a contribuir para a democracia livres de um sistema que favorece a corrupção e as desigualdades na nossa sociedade..

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IDEAL REAL

Paulo Teixeira-Pinto

E, maximamente, o Monarca que, sem dúvida deve ser considerado o servidor de todos. Pelo que podemos ora compreender que o Monarca, na eleição das leis a promulgar, se determina pelo fim. À boa organização do mundo é pois necessária a Monarquia.” DANTE

I. O Rei é a representação viva, isto é, a encarnação num só momento e numa só pessoa de toda uma comunidade em todo o tempo. O Rei é, portanto, o que de singular vive no individuo colectivo.

II. O Rei reina, não administra. Não é um simples governante. É o primeiro servidor da Grei. Não foi eleito porque ainda é e sempre continuará a ser o que já foi. Só se elege o que ainda por vir a ser de entre todas as hipóteses que podiam ter sido e não foram nem serão. Não o que é porque é. O Rei não concorre contra ninguém, portanto não está contra alguém. Cumpre um dever solitário que a mais ninguém assiste porque só a ele vincula: a obrigação de ser fiel no presente à memória dos que , já mortos, serviram para que no futuro outros pudessem também viver a servir a mesma comunidade. O Rei não tem mais direitos do que qualquer dos seus súbditos. Nem tem os mesmos, porque lhe falta um: não tem o direito de escolher o que lhe é pessoalmente mais conveniente. Esse direito é substituído pelo dever de fazer o que é necessário. Para o bem dos outros a quem serve.

III. O Rei é magistrado. Supremo magistrado. E como todos os magistrados, não pode ser eleito. Mas como qualquer magistrado, está investido de uma legitimidade democrática. Porque a monarquia significa, e é, a antitese mais perfeita da tirania. Porque o Rei é escravo da Justiça. Não há em toda a nossa civilização uma única monarquia cujo sistema político não seja a democracia. Mas todas as ditaduras sucedem em repúblicas. Por isso, o Rei, representando o todo, não pode ser uma parte. Nem tomar partido naquilo que represente ser por uns contra outros, enquanto todos são ele e ele é para todos. E é assim porque só quem representa o todo pode estar acima e compreender uma parte deste.

IV. Todos os Reis deveriam venerar a simbólica do Príncipe Perfeito. Porque esta era perfeita, apesar de nenhum homem, servo ou príncipe o poder ser. Só o pelicano que debica o próprio coração para alimentar as suas crias pode conhecer a imagem última da justiça. E é esta verdadeira coroa. A que permite que entre um tempo e outro seja uma mesma espécie ainda que habitada em ossos diferentes. Só  as penas serão sempre as mesmas. Tanto as que usa o pelicano como as que sente o Rei.

V. A monarquia não significa casta nem privilégio. Significa fidelidade. Quer dizer, honra de continuar a servir com lealdade. A nobreza verdadeira, isto é, real, é aquela que se faz fazer, é o valor de que se é doador e não donatário. O vero fidalgo é o pai d´algo. Só o Rei não é pai nem filho. É, ele próprio, o algo. Quem não entender isto, apenas não entende isto. Mas quem o perceber, sabe toda a diferença que faz em sabê-lo.

Fonte: Boletim “Por uma Causa”, n.º3, Maio de 2000. Boletim da Real Associação do Algarve.

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PURO VENENO

a) Por que é que os Republicanos têm a consciência limpa?

Porque nunca a usaram!!!!

b) Qual é a semelhança entre um Republicano e um OVNI?

Todos falam deles mas ninguém os viu!!!

c) Por que é que a República não tem carácter e é pouco inteligente?

Porque se os tivesse seria uma Monarquia!!!!

Fonte: Boletim “Por uma Causa”, n.º 3 – Maio de 2000. Boletim da Real Associação do Algarve.

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POR UMA MONARQUIA MODERNA E UNIFICADORA

David Garcia

Olhando as Monarquias Europeias actuais civilizadas, encontramos sociedade igualitárias, com alto Índice de Desenvolvimento Humano, elevados índices económicos, mais auto-estima, melhor produção, a todos os níveis, etc.

Isto acontece, porque existem nessas Monarquias, um Regime Democrático, Plural, respeitador de todas as diferenças, sejam elas, sociais, económicas, políticas, culturais, etc..

Assim sendo, para Portugal, não posso aceitar defender uma Doutrina Conservadora e irrealista, que de algum modo, fractura a sociedade e não a unifica. Eis os príncipios que defendo intransigentemente:

a) A nível religioso: defendo a laicidade do Estado – não de uma forma extrema, ao ponto de retirar símbolos religiosos das Escolas ou outras instituições, mas onde haja um verdadeiro respeito e um espírito de tolerância absolutamente indispensável;

b) A nível social: defendo que todos são cidadãos livres e iguais em direitos e deveres. Assim sendo, o direito à felicidade não deve ser um obstáculo para quem tem opções de vida diferentes. Sou contra o Referendo ao “Casamento” de homossexuais, porque acho que ninguém tem o direito de decidir sobre a vida privada de ninguém. Sou a favor das uniões civis de pessoas do mesmo sexo. Sabendo, como sei, do facto de existir grupos católicos homossexuais, não só em Portugal, mas também noutros países, pergunto-me que atitude a Igreja vai finalmente tomar. Vai pôr filhos de Deus fora da Casa de Deus, só porque são homossexuais? Será que Deus colocaria de parte ou discriminaria seus filhos que são diferentes, porque a Natureza assim os definiu? Não creio! Isto poderá chocar muita gente, mas a Monarquia que defendo, tem que ser uma Monarquia verdadeiramente para todos, até para a comunidade homossexual. Tal acontece nas Monarquias Europeias. Tal deverá acontecer em Portugal, em Monarquia, porque só assim, teremos uma Sociedade Unificada.

c) A nível económico e cultural: o estudo da História de Portugal tem que favorecer a auto-estima do nosso povo. Não é possível, a tamanha falta de rigor no ensino da História-Pátria. Os Portugueses têm que saber a Verdade Histórica. Não a verdade dos Vencedores, nem dos Vencidos. Mas sim, a VERDADE, total, independente, não importa o Regime em que se vive. Uma nação com forte auto-estima, ganhará melhor e maior ânimo, e a economia depende dessa sentimento. Nenhuma sociedade com pouca auto-estima poderá alguma vez crescer economicamente. Só uma sociedade bem formada e informada, o poderá fazer.

Haveria muito mais a dizer, mas vendo certos “fenómenos” na Internet, fico, deveras chocado, com a falta de visão de algumas pessoas. Segundo especialistas, a homofobia é que é uma doença, que pode criar conflitos na sociedade, provocando até situações de verdadeira calamidade pública. Eu, sempre acreditei, no príncipio da igualdade entre todos. Somos um Povo Unico na História da Humanidade. Levámos o nosso conhecimento, o nosso saber, a nossa cultura, as nossas tradições, aos quatro cantos do mundo. Respeitámos as diferenças. Fomos um povo civilizado e civilizador. Deixámos marcas em todo o lado. Pela experiência da nossa História, isto é, no respeito demonstrado pelas diferenças no passado, devemos saber olhar no presente para outras diferenças, que também é verdade, foram muitas vezes discriminadas no passado. Devemos ter a noção de que, são seres humanos, que trabalham, que estudam, que pagam impostos, e que, portanto, não podem ser postos de lado, em guetos, como ainda em pleno século XX aconteceu na Alemanha de Hitler. Devemos ter a noção do mundo em que vivemos e ter uma atitude humanista e unificadora.

O Rei de Portugal, terá que ser acima de tudo, o Rei de TODOS os Portugueses, sem qualquer tipo de exclusão. Não importa se gosta ou não. Muitas vezes na vida, surgem-nos situações que nós próprios não gostamos, por exemplo no emprego. E no entanto, somos obrigados a “engolir os sapos”, porque não temos escolha.

Em Espanha, que vive em Monarquia, há pouco tempo, o Rei Dom Juan Carlos I assinou o decreto, vindo do Governo para permitir as Uniões entre pessoas do mesmo sexo. E a maioria do povo espanhol é Católico. Mas essa medida avançou, precisamente para pôr fim à discriminação.

Defendamos pois, uma Monarquia Moderna e Unificadora!

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INTERNACIONAL: FOSSO ENTRE HOMENS E MULHERES PIORA EM PORTUGAL.MONARQUIAS NO TOPO DO ÍNDICE

Portugal piora desempenho no ranking que mede disparidades entre homens e mulheres.
Monarquias europeias no topo do índce

Photobucket

Portugal caiu cinco lugares no ranking global que mede a diferença entre homens e mulheres na vida económica e política de um país. O Fórum Económico Mundial estudou 143 países. Portugal aparece na posição 46, caiu quatro lugares em relação a 2008.
Suíça no 40º lugar ,França no 51º lugar e Portugal no 46ª lugar dizem muito sobre o desempenho das três republicas mais emblemáticas da Europa em termos de igualdade de oportunidades, todos atrás das totalidade de monarquias existentes na Europa

(25 de Outubro de 2009)

Republica Portuguesa novamente atrás das Monarquias europeias em indice de igualdade de oportunidade

Photobucket

Os dados não deixam margem para dúvidas. Relativamente ao ano passado, Portugal perdeu pontos nos indicadores que medem a participação económica e política, assim como as oportunidades de carreira dadas às mulheres, bem como no acesso destas à educação básica e superior.

Quando se compara os dados com 2008, as perdas não ficam por aqui. Há também uma quebra na igualdade do salários pagos a homens e mulheres para a mesma função bem como no acesso a cargos de topo nas empresas e na justiça.

Apesar do panorama ter piorado, o ranking do Fórum Económico e Mundial revela que, nos resultados gerais, Portugal conseguiu ainda assim estar, acima da média em três indicadores: esperança média de vida, acesso as profissões técnicas e acesso aos ensinos secundário e superior.

O ranking que hoje é divulgado em Nova Iorque avalia a forma como cada país distribui, entre homens e mulheres, as oportunidades existentes independentemente dos recursos de que dispõe.

Monarquia ,campeã da igualdade

Na linha da frente dos que mais fazem pela igualdade de sexos estão os países no Norte da Europa como Noruega (2), Dinamarca (13), Espanha (10), Reino Unido (11), Holanda (12), Suécia (1).Curiosamente na sua maioria, porque não existem mais, monarquias
Face a Republicas como França que passou do 70º lugar, próximo do Brasil (outra Republica que este ano piorou ,apesar do aumento de riqueza), para 51ª lugar, ou dos EUA o 31ª lugar e Austria (27º), ambos atrás de Cuba.Este resultado é a prova efectiva de que a iguladade de oportunidades é uma falácia entre as republicas, mesmo as mais ricas

consultar índice:
http://www.weforum.org/pdf/gendergap/rankings2007.pdf

fonte:
http://www.weforum.org/en/Communities/Women%20Leaders%20and%20Gender%20Parity/GenderGapNetwork/index.htm

Retirado do Portal Somos Portugueses

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REGRESSO AO FUTURO

João Mattos e Silva,

Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa

Este cinco de Outubro de 2009 vai ficar no filme da História da República! Para além da insípida cerimónia nos Paços do Concelho de Lisboa, onde o milionário proprietário José Relvas proclamou o novo regime a umas dezenas de lisboetas, para além das flores da memória na base da estátua do tribuno carbonário António José de Almeida, que foi presidente, para além, este ano, do discurso nos jardins do palácio presidencial para que não ficassem dúvidas de que o presidente não apoiava nem Santana nem Costa, o que toda a gente já sabia, centenas de monárquicos, na sua maioria esmagadora abaixo dos trinta anos, vieram para a rua aos gritos compassados de vi- va-o rei e por –tu –gal, empunhando bandeiras azuis e brancas e T Shirts onde se lia “Eu quero um Rei. E tu?”

A repercussão, em todos os jornais e televisões, foi enorme. Na blogosfera enormíssima. Nunca, nesta III República, os monárquicos tinham tido uma tão grande visibilidade e tinham feito falar tão claramente na questão do regime. Para ser justo, devo dizer que esta acção da Causa Real foi antecedida, em pleno verão preguiçoso e ensolarado, pela colocação da bandeira da Monarquia derrubada pelo golpe revolucionário e anti – democrático de 1910, na varanda dos mesmíssimos Paços do Concelho de Lisboa, pelo atrevimento de um grupo independente, que se intitulou Dart Vader’s, a que se seguiram acções semelhantes que os secundaram, um  pouco por todo o País.

Quem se deu ao trabalho de ler o que se escreveu nos blogs, a propósito destes episódios e da ousadia de contestar o regime prestes a fazer cem anos (afinal, para alguns republicanos ilustres como o Dr. Mário Soares, parece que não deveriam ser bem cem anos, porque há que lhes subtrair os da ditadura militar e os dos Estado Novo, que rejeitam como república, o que daria pouco mais de meio século, não fosse o Estado republicano os contrariar celebrando oficialmente o centenário), ficou ciente dos argumentos utilizados pelos republicanos irritados, para contestar a Monarquia: os privilégios, a igualdade, a democracia e o “regresso ao passado”. Argumentos estafados em que ninguém de bom senso e letrado acredita, olhando o que se passa nas Monarquias europeias, tão ou mais democráticas do que a nossa república e muito mais desenvolvidas económica, social e culturalmente. E ficou ciente de que, para além de uma cassete estafada de cem anos, grande parte recorreu à ordinarice e ao insulto como armas em defesa da República, à boa maneira republicana aliás, como a leitura da imprensa do primeiro decénio do século XX e dos dezasseis anos seguintes, demonstram largamente.

Entre a colocação da bandeira na Câmara Municipal de Lisboa e o 5 de Outubro, decorreu entretanto a guerra, primeiro de meias palavras e depois de um discurso palavroso e incompreensível do actual “inquilino de Belém”, sobre eventual espionagem por parte do governo à presidência, que só veio dar razão a quem, há cem anos, contesta a independência e supra -partidarismo do presidente da República por força constitucional, quando esses altos magistrados do regime, têm origem nos partidos, são apoiados política e financeiramente pelos partidos nas suas candidaturas e actuam, uma vez eleitos, com o argumento da mesma origem de legitimidade eleitoral que o Parlamento, contra os governos que são de ideologia diferente, para tentar contrariar as suas opções políticas legitimadas pelo voto parlamentar. Este episódio é, aliás, e além do mais, o mais caricato argumento do mais caricato filme de espiões, em que nem os espiões são desvendados nem os espionados vencem a “potência” adversária e todos perdem, acabando a fita numa enorme gargalhada.

Quem não quer ver que esta República e os argumentos a seu favor ficaram uma vez mais feridos de morte, talvez se espante se um dia forem os seus presumíveis cidadãos a dizer basta. E, continuando no paralelismo cinematográfico, a dizer que querem “regressar ao futuro”. O filme já está em rodagem.

Fonte: Blogue da Real Associação de Lisboa

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MELHORAR A DEMOCRACIA

MELHORAR A DEMOCRACIA (Clique na imagem para ampliar)
Fonte: Blogue Família Real Portuguesa

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O PDR AVANÇA RUMO AO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

David Garcia,

Presidente da Direcção do PDR – Projecto Democracia Real

Ontem, dia 17 de Outubro de 2009, a Direcção do PDR reuniu-se, no ISCTE, em Lisboa, para aprovação de um Regulamento Interno e eleição da Presidência da Direcção e também para abordar outras questões de índole estratégica.

1.º O Regulamento Interno que abrange, apenas e só, a Direcção, tendo em conta que o PDR não é um Movimento Oficial, mas uma Entidade Oficiosa de apoio, incondicional à Causa Real e às Reais Associações, é, no fundo, um compromisso assumido pela Direcção, em procurar por todos os meios divulgar o Ideal Monárquico aos Portugueses. O Regulamento foi aprovado por unanimidade.

2.º O Regulamento aprovado por unanimidade da Direcção, implicou a eleição do Presidente da Direcção. Tal facto aconteceu, por aclamação. Evidenciando a total legitimidade em, eu, como criador e fundador do Projecto Democracia Real, e pelo esforço que tenho tido em manter este projecto de pé, por uma Monarquia para Portugal, parece-me evidente que teria todas as condições para continuar. Daqui a 5 anos voltará a haver a eleição.

3.º Foram distribuídas tarefas bem específicas e claras. Eu assumo a Presidência da Direcção do PDR. O Dr. Pedro Quartin Graça assume o papel de Conselheiro da Direcção. Maria do Monte assume o papel de responsável pelas Redes Sociais do PDR, com o meu total apoio e ajuda. Artur de Oliveira, assume o papel de promoção do PDR junto das Entidades Oficiais e Oficiosas, que defendam a Monarquia para Portugal.E o Daniel assume a Edição do Futuro Boletim do PDR, que será bimensal e que estará disponível aqui no Blogue do PDR para download.

4.º Assumiu-se o compromisso de apoiar e articular esforços com a Causa Real e as Reais Associações e demais voluntários monárquicos, nomeadamente os da blogosfera.

5.º Assumiu-se o compromisso de divulgação e promoção dos Ideais de uma Monarquia Parlamentar e Democrática.

6.º Chamar-se-á sempre a atenção dos Portugueses para situações que surjam contra os Direitos Humanos. Ainda há poucos dias, chamámos aqui a atenção do facto de um monárquico iraniano ter sido preso e condenado à morte, por defender a Democracia e a Liberdade. Continuaremos neste caminho.

7.º Defenderemos a Independência de Portugal, sua Identidade Cultural, sua Diversidade Religiosa, com total Lealdade a Dom Duarte de Bragança e a quem lhe vier a Suceder na Chefia da Casa Real Portuguesa.

8.º Promoveremos a Democracia Real e lutaremos pelo Direito ao Referendo Monarquia ou República.

Vamos trabalhar duramente, para organizar um Encontro em Sintra para Novembro deste ano. Estaremos presentes no Jantar dos Conjurados deste ano, assim como estaremos presentes no dia 1 de Dezembro nos Restauradores e, naturalmente, no dia 1 de Fevereiro no Terreiro do Paço e na missa por Sua Majestade o Rei Dom Carlos e pelo Príncipe Real Dom Luís Filipe.

Definitivamente, o PDR deixa de ser apenas e só uma Rede de Espaço na Net, mas também, passa a ser uma Entidade organizada preparada para assumir o seu papel junto, não só das Entidades Monárquicas Oficiais, mas também junto dos Portugueses.

Quero chamar a atenção para o artigo que escrevi para o Jornal de Sintra que saiu na passada sexta-feira e que está disponível no Blogue do respectivo jornal: http://jornaldesintra.blogspot.com “Um 5 de Outubro desconhecido, o de 1143″.

Aqui deixo agora, com todo o gosto, algumas fotografias do dia de ontem:

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Artur de Oliveira, David Garcia, Pedro Quartin Graça

David Garcia e Artur de Oliveira

David Garcia e Artur de Oliveira

Acção de Formação sobre WordPress

Acção de Formação sobre WordPress. Ao meu lado esquerdo, Maria do Monte, Responsável pelas Redes Sociais do PDR

VIVA O REI!

VIVA O REI!

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