PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

IDEAL REAL

Paulo Teixeira-Pinto

E, maximamente, o Monarca que, sem dúvida deve ser considerado o servidor de todos. Pelo que podemos ora compreender que o Monarca, na eleição das leis a promulgar, se determina pelo fim. À boa organização do mundo é pois necessária a Monarquia.” DANTE

I. O Rei é a representação viva, isto é, a encarnação num só momento e numa só pessoa de toda uma comunidade em todo o tempo. O Rei é, portanto, o que de singular vive no individuo colectivo.

II. O Rei reina, não administra. Não é um simples governante. É o primeiro servidor da Grei. Não foi eleito porque ainda é e sempre continuará a ser o que já foi. Só se elege o que ainda por vir a ser de entre todas as hipóteses que podiam ter sido e não foram nem serão. Não o que é porque é. O Rei não concorre contra ninguém, portanto não está contra alguém. Cumpre um dever solitário que a mais ninguém assiste porque só a ele vincula: a obrigação de ser fiel no presente à memória dos que , já mortos, serviram para que no futuro outros pudessem também viver a servir a mesma comunidade. O Rei não tem mais direitos do que qualquer dos seus súbditos. Nem tem os mesmos, porque lhe falta um: não tem o direito de escolher o que lhe é pessoalmente mais conveniente. Esse direito é substituído pelo dever de fazer o que é necessário. Para o bem dos outros a quem serve.

III. O Rei é magistrado. Supremo magistrado. E como todos os magistrados, não pode ser eleito. Mas como qualquer magistrado, está investido de uma legitimidade democrática. Porque a monarquia significa, e é, a antitese mais perfeita da tirania. Porque o Rei é escravo da Justiça. Não há em toda a nossa civilização uma única monarquia cujo sistema político não seja a democracia. Mas todas as ditaduras sucedem em repúblicas. Por isso, o Rei, representando o todo, não pode ser uma parte. Nem tomar partido naquilo que represente ser por uns contra outros, enquanto todos são ele e ele é para todos. E é assim porque só quem representa o todo pode estar acima e compreender uma parte deste.

IV. Todos os Reis deveriam venerar a simbólica do Príncipe Perfeito. Porque esta era perfeita, apesar de nenhum homem, servo ou príncipe o poder ser. Só o pelicano que debica o próprio coração para alimentar as suas crias pode conhecer a imagem última da justiça. E é esta verdadeira coroa. A que permite que entre um tempo e outro seja uma mesma espécie ainda que habitada em ossos diferentes. Só  as penas serão sempre as mesmas. Tanto as que usa o pelicano como as que sente o Rei.

V. A monarquia não significa casta nem privilégio. Significa fidelidade. Quer dizer, honra de continuar a servir com lealdade. A nobreza verdadeira, isto é, real, é aquela que se faz fazer, é o valor de que se é doador e não donatário. O vero fidalgo é o pai d´algo. Só o Rei não é pai nem filho. É, ele próprio, o algo. Quem não entender isto, apenas não entende isto. Mas quem o perceber, sabe toda a diferença que faz em sabê-lo.

Fonte: Boletim “Por uma Causa”, n.º3, Maio de 2000. Boletim da Real Associação do Algarve.

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REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL

Real! Real! Real Beira Litoral!
Foi constituída, no passado dia 15 de Setembro, a Real Associação da Beira Litoral! A RABL representa a Causa Real no distrito de Aveiro e o seu objecto é a divulgação, promoção e defesa da Instituição Real, corporizada na Coroa e Tradição Portuguesas e a prossecução de acções e de projectos de interesse cultural, social, de assistência e de solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em geral, bem como a defesa do património nacional. A Real Associação da Beira Litoral reconhece que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa estão na pessoa de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, e em quem legitimamente lhe vier a suceder nos seus direitos.
Este sítio pretende estabelecer contacto com todos os militantes e simpatizantes da Causa Real, através do qual a RABL emitirá as posições e comunicados que entenderá oportunos, dando visibilidade às suas iniciativas sociais. Nesse sentido, desejamos que nos visite muito regularmente! Em breve teremos novidades!
Viva a Real Associação da Beira Litoral!
Viva a Causa Real!
Viva o Rei!
Viva Portugal!

CORPOS SOCIAIS

Assembleia-Geral

Presidente: Paulo Catarino
Vice-Presidente: Gaspar Albino
Secretária: Susana Veloso

Direcção

Presidente: Fábio Fernandes
Vice-Presidente: Mário Neves
Tesoureiro: Énio Semedo
Secretário: Francisco Ferreira Neves
Vogal: João Rodrigues

Conselho Fiscal

Presidente: Alberto Sousa Machado Ferreira Neves
Vice-Presidente: Paulo Páscoa
Secretário-Relator: Carlos Miraldo
SEDE SOCIAL

Rua de Santo António, 5 2ºEsq. Santa Joana 3810.009 Aveiro
realbeiralitoral@gmail.com

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A Direcção do PDR-Projecto Democracia Real deseja muitas felicidades a esta nova Real Associação e faz votos que os Monárquicos da região se associem a ela. Estaremos sempre disponíveis para divulgar o que for.

Saudações Monárquicas!

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REGRESSO AO FUTURO

João Mattos e Silva,

Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa

Este cinco de Outubro de 2009 vai ficar no filme da História da República! Para além da insípida cerimónia nos Paços do Concelho de Lisboa, onde o milionário proprietário José Relvas proclamou o novo regime a umas dezenas de lisboetas, para além das flores da memória na base da estátua do tribuno carbonário António José de Almeida, que foi presidente, para além, este ano, do discurso nos jardins do palácio presidencial para que não ficassem dúvidas de que o presidente não apoiava nem Santana nem Costa, o que toda a gente já sabia, centenas de monárquicos, na sua maioria esmagadora abaixo dos trinta anos, vieram para a rua aos gritos compassados de vi- va-o rei e por –tu –gal, empunhando bandeiras azuis e brancas e T Shirts onde se lia “Eu quero um Rei. E tu?”

A repercussão, em todos os jornais e televisões, foi enorme. Na blogosfera enormíssima. Nunca, nesta III República, os monárquicos tinham tido uma tão grande visibilidade e tinham feito falar tão claramente na questão do regime. Para ser justo, devo dizer que esta acção da Causa Real foi antecedida, em pleno verão preguiçoso e ensolarado, pela colocação da bandeira da Monarquia derrubada pelo golpe revolucionário e anti – democrático de 1910, na varanda dos mesmíssimos Paços do Concelho de Lisboa, pelo atrevimento de um grupo independente, que se intitulou Dart Vader’s, a que se seguiram acções semelhantes que os secundaram, um  pouco por todo o País.

Quem se deu ao trabalho de ler o que se escreveu nos blogs, a propósito destes episódios e da ousadia de contestar o regime prestes a fazer cem anos (afinal, para alguns republicanos ilustres como o Dr. Mário Soares, parece que não deveriam ser bem cem anos, porque há que lhes subtrair os da ditadura militar e os dos Estado Novo, que rejeitam como república, o que daria pouco mais de meio século, não fosse o Estado republicano os contrariar celebrando oficialmente o centenário), ficou ciente dos argumentos utilizados pelos republicanos irritados, para contestar a Monarquia: os privilégios, a igualdade, a democracia e o “regresso ao passado”. Argumentos estafados em que ninguém de bom senso e letrado acredita, olhando o que se passa nas Monarquias europeias, tão ou mais democráticas do que a nossa república e muito mais desenvolvidas económica, social e culturalmente. E ficou ciente de que, para além de uma cassete estafada de cem anos, grande parte recorreu à ordinarice e ao insulto como armas em defesa da República, à boa maneira republicana aliás, como a leitura da imprensa do primeiro decénio do século XX e dos dezasseis anos seguintes, demonstram largamente.

Entre a colocação da bandeira na Câmara Municipal de Lisboa e o 5 de Outubro, decorreu entretanto a guerra, primeiro de meias palavras e depois de um discurso palavroso e incompreensível do actual “inquilino de Belém”, sobre eventual espionagem por parte do governo à presidência, que só veio dar razão a quem, há cem anos, contesta a independência e supra -partidarismo do presidente da República por força constitucional, quando esses altos magistrados do regime, têm origem nos partidos, são apoiados política e financeiramente pelos partidos nas suas candidaturas e actuam, uma vez eleitos, com o argumento da mesma origem de legitimidade eleitoral que o Parlamento, contra os governos que são de ideologia diferente, para tentar contrariar as suas opções políticas legitimadas pelo voto parlamentar. Este episódio é, aliás, e além do mais, o mais caricato argumento do mais caricato filme de espiões, em que nem os espiões são desvendados nem os espionados vencem a “potência” adversária e todos perdem, acabando a fita numa enorme gargalhada.

Quem não quer ver que esta República e os argumentos a seu favor ficaram uma vez mais feridos de morte, talvez se espante se um dia forem os seus presumíveis cidadãos a dizer basta. E, continuando no paralelismo cinematográfico, a dizer que querem “regressar ao futuro”. O filme já está em rodagem.

Fonte: Blogue da Real Associação de Lisboa

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O PDR AVANÇA RUMO AO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

David Garcia,

Presidente da Direcção do PDR – Projecto Democracia Real

Ontem, dia 17 de Outubro de 2009, a Direcção do PDR reuniu-se, no ISCTE, em Lisboa, para aprovação de um Regulamento Interno e eleição da Presidência da Direcção e também para abordar outras questões de índole estratégica.

1.º O Regulamento Interno que abrange, apenas e só, a Direcção, tendo em conta que o PDR não é um Movimento Oficial, mas uma Entidade Oficiosa de apoio, incondicional à Causa Real e às Reais Associações, é, no fundo, um compromisso assumido pela Direcção, em procurar por todos os meios divulgar o Ideal Monárquico aos Portugueses. O Regulamento foi aprovado por unanimidade.

2.º O Regulamento aprovado por unanimidade da Direcção, implicou a eleição do Presidente da Direcção. Tal facto aconteceu, por aclamação. Evidenciando a total legitimidade em, eu, como criador e fundador do Projecto Democracia Real, e pelo esforço que tenho tido em manter este projecto de pé, por uma Monarquia para Portugal, parece-me evidente que teria todas as condições para continuar. Daqui a 5 anos voltará a haver a eleição.

3.º Foram distribuídas tarefas bem específicas e claras. Eu assumo a Presidência da Direcção do PDR. O Dr. Pedro Quartin Graça assume o papel de Conselheiro da Direcção. Maria do Monte assume o papel de responsável pelas Redes Sociais do PDR, com o meu total apoio e ajuda. Artur de Oliveira, assume o papel de promoção do PDR junto das Entidades Oficiais e Oficiosas, que defendam a Monarquia para Portugal.E o Daniel assume a Edição do Futuro Boletim do PDR, que será bimensal e que estará disponível aqui no Blogue do PDR para download.

4.º Assumiu-se o compromisso de apoiar e articular esforços com a Causa Real e as Reais Associações e demais voluntários monárquicos, nomeadamente os da blogosfera.

5.º Assumiu-se o compromisso de divulgação e promoção dos Ideais de uma Monarquia Parlamentar e Democrática.

6.º Chamar-se-á sempre a atenção dos Portugueses para situações que surjam contra os Direitos Humanos. Ainda há poucos dias, chamámos aqui a atenção do facto de um monárquico iraniano ter sido preso e condenado à morte, por defender a Democracia e a Liberdade. Continuaremos neste caminho.

7.º Defenderemos a Independência de Portugal, sua Identidade Cultural, sua Diversidade Religiosa, com total Lealdade a Dom Duarte de Bragança e a quem lhe vier a Suceder na Chefia da Casa Real Portuguesa.

8.º Promoveremos a Democracia Real e lutaremos pelo Direito ao Referendo Monarquia ou República.

Vamos trabalhar duramente, para organizar um Encontro em Sintra para Novembro deste ano. Estaremos presentes no Jantar dos Conjurados deste ano, assim como estaremos presentes no dia 1 de Dezembro nos Restauradores e, naturalmente, no dia 1 de Fevereiro no Terreiro do Paço e na missa por Sua Majestade o Rei Dom Carlos e pelo Príncipe Real Dom Luís Filipe.

Definitivamente, o PDR deixa de ser apenas e só uma Rede de Espaço na Net, mas também, passa a ser uma Entidade organizada preparada para assumir o seu papel junto, não só das Entidades Monárquicas Oficiais, mas também junto dos Portugueses.

Quero chamar a atenção para o artigo que escrevi para o Jornal de Sintra que saiu na passada sexta-feira e que está disponível no Blogue do respectivo jornal: http://jornaldesintra.blogspot.com “Um 5 de Outubro desconhecido, o de 1143″.

Aqui deixo agora, com todo o gosto, algumas fotografias do dia de ontem:

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Artur de Oliveira, David Garcia, Pedro Quartin Graça

David Garcia e Artur de Oliveira

David Garcia e Artur de Oliveira

Acção de Formação sobre WordPress

Acção de Formação sobre WordPress. Ao meu lado esquerdo, Maria do Monte, Responsável pelas Redes Sociais do PDR

VIVA O REI!

VIVA O REI!

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A dor de cotovelo do Dr. Louçã

Pedro Quartin Graça

O líder do BE, Francisco Louçã, manifestamente, acusou o “toque” e revela a maior dor de cotovelo por ver outros, que não os seus apaniguados, manifestarem-se na rua pelas ideias e os ideais que defendem. E vai daí botou discurso revelador do seu anti-monarquismo primário.

Louçã realmente não percebe. Não consegue entender como, em pleno séc. XXI, existem larguíssimos milhares de portugueses que discordam do “regime perfeito” que entende ser a República e defendeu hoje que aquela “é a única forma de democracia responsável” e o sistema político que “combate as desigualdades”, assinalando que apenas a “direita reaccionária” deseja regressar ao “atraso” da monarquia.

Discursando na Carregueira, no final de um almoço/comício de apoio à candidatura do BE no concelho da Chamusca, Louçã, inflamado, lançou ataques ao Governo PSD/CDS liderado por Durão Barroso por uma tentativa de alterar a Constituição para que as “futuras constituições pudessem ser ou republicanas ou monárquicas” e também à iniciativa de homenagem ao rei D.Carlos, organizada pela Causa Real – a quem chamou “pequeno grupo patusco” – no domingo à noite. “Hoje pela madrugada fora, um pequeno grupo patusco atrás de um milionário banqueiro [Paulo Teixeira Pinto, antigo administrador do BCP e presidente da Causa Real], que conduziu um dos maiores escândalos da criminalidade económica em Portugal, lá apareceu pelo Tejo a gritar as saudades da monarquia”, afirmou, referindo que “sobretudo na cultura mais reaccionária da direita”, ainda “há gente que reclama o regresso ao passado, o regresso ao atraso, à monarquia e à diferença”. Para o líder bloquista, o princípio republicano, “que é o princípio elementar da democracia, que é o que torna todos iguais, na República todos são iguais em deveres e direitos, é a força da República”. “República e democracia são uma e a mesma coisa”, advogou.

Vincando a sua ideia, Louçã estabeleceu uma oposição entre República e monarquia, considerando que esta última representa “o contrário” da primeira: “Na monarquia há súbditos, o poder não é eleito, o poder do chefe de Estado passa dentro da família, por linhagem familiar e não pela responsabilidade da escolha democrática e o país está dividido em duas classes, os soberanos que têm o poder e os súbditos que têm de obedecer aos soberanos, a monarquia é o contrário da democracia”. Falando para quase duas centenas de apoiantes, numa freguesia onde foi o segundo partido mais votado nas legislativas (com 18 por cento), o bloquista defendeu que a República “é a única forma de uma democracia responsável, em que todos estão em iguais em deveres e em direitos”.

“O grande combate pela República não é o que olha para trás, porque essa monarquia e essa arrogância está vencida para todo o sempre, agora é mero folclore dessa cultura reaccionária dos partidos da direita que ainda agitam de vez em quando a saudade do rei ou da corte ou da aristocracia ou dos privilégios. O que é preciso para a República é olhar para a frente, para o futuro, e ser mais exigente, ser mais republicana e ser mais democrática”, concluiu.

Todos aprendemos com os outros. E da reacção pública do totalitário Dr. Louçã recebemos a lição de que o caminho traçado está correcto e é aquele que deve ser trilhado no futuro. E olhe Dr. Louçã, não vale a pena mandar mais grupos de bloquistas travestidos de  pseudo “anarcas” boicotar as manifestações monárquicas porque essa música já nos conhecemos.

Fonte: Blogue Risco Contínuo

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INÍCIO DO FIM DA REPÚBLICA – Artur de Oliveira

A ética republicana em Portugal equivale à famosa honra entre ladrões… A república é um elemento estranho que não pertence á genética de Portugal como Nação… Basta ver o que se passou nas duas primeiras repúblicas e nesta terceira e esperemos que última… Tachos, panelinhas, mesquinhez, etc… Chega! A república tornou este país numa anedota sem qualquer tipo de graça aos olhos do mundo civilizado… Nunca os monárquicos estiveram tão perto de conseguir o seu objectivo… O número de descontentes cresce e o prestígio da república decresce mais e mais… Monárquicos, uni-vos ainda mais porque espero que as manifestações da noite de 4 para 5 de Outubro sejam apenas uma amostra daquilo que somos capazes… No dia da Restauração, aí sim, é que teremos que dar o nosso melhor… É mais um teste á nossa determinação e uma batalha decisiva… Sempre a insistir e nunca parar! Vamos em frente!

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Bandeira Monárquica hasteada na Sede da Causa Real – 5 de Outubro 2009

- RTPN

Fonte: TVI24 :

Em vésperas do ano do centenário da implantação da República, que se comemora em 2010, a Causa Real «embarcou» na ultima noite numa viagem ao passado gritando «viva o rei, viva a monarquia, viva Portugal» na baixa de Lisboa.

Cerca de duas centenas de apoiantes do movimento monárquico partiram de Belém no barco «São Jorge» em direcção ao Cais do Sodré, informa a agência Lusa. Às 23:00, a embarcação partiu em direcção ao Cais do Sodré, local que serviu como alternativa ao Terreiro do Paço, depois de a Transtejo ter recusado na sexta-feira o desembarque «simbólico» naquele terminal.

Ao contrário do previsto, os monárquicos deslocaram-se para o Largo de Camões sem passar pelo Terreiro do Paço, onde iriam homenagear o rei Dom Carlos I, que a 1 de Fevereiro de 1908 foi assassinado nas ruas de Lisboa, episódio que, dois anos mais tarde, abriu portas à implantação da República, a 5 de Outubro de 1910.

A bandeira monárquica voltou a ser hasteada na sede da Causa Real, no Largo de Camões, depois de em Janeiro a autarquia de Lisboa ter ordenado a sua retirada. «Viva o rei, viva a monarquia, viva Portugal», gritaram as duas centenas de pessoas, confiantes de que esta noite será «o início de uma nova era» para o movimento monárquico.

A chuva marcou o fim da iniciativa no Largo de Camões, com os apoiantes monárquicos a regressarem, às 00:30, ao barco «São Jorge», para o regresso a Belém.

Segundo Paulo Teixeira Pinto, presidente da Causa Real, este ano de centenário da República pode ser o início de uma nova era para o movimento monárquico:

«É o primeiro dia de uma nova era. Acreditamos firmemente que este ano de centenário da república vai dar não só outra visibilidade mas outra importância e influência politica ao movimento monárquico. A Causa Real acredita que é seu dever defender o ideal monárquico. O rei é para reinar e não para governar. Pretendemos ser uma solução programática para o país, no sentido de que não somos uma alternativa de Governo e tudo quanto defendemos é a alteração da natureza do regime do Estado».

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5 de Outubro de 2009! Apanhado geral sobre as Notícias de um Dia marcante para os Monárquicos

GUIMARÃES – 5 DE OUTUBRO DE 2009
Guimarães acordou a 5 de Outubro com a verdadeira Bandeira de Portugal hasteada no Palácio de Santa Clara, sede do Município de Guimarães. 99 anos depois, lembramos a Monarquia, o regime deposto por um crime e contra a vontade de um povo. O regime que a “democrática” Constituição da República Portuguesa não permite que seja reinstituído por referendo popular. Lembramos a nossa História a partir da terra sagrada que viu nascer Portugal e o seu Primeiro Rei!
Publicada por Maria Menezes em 20:06 0 comentários

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RESPOSTA À LEGALIDADE
Hoje de madrugada foi de novo hasteada a bandeira portuguesa da monarquia na sede Real Associação de Lisboa no Largo Camões, em desafio à ordem da Câmara Municipal de Lisboa que após mais de quarenta anos decidiu ordenar a sua remoção. Estranho é que em véspera de Centenário da revolução carbonária, a edilidade que não consegue zelar pela sua própria varanda, se entretenha a vasculhar as dos outros com o fundamento de que a exibição desse símbolo nacional deverá obedecer aos regulamentos de publicidade e mobiliário urbano. Se a CML optar por nos remover a bandeira, isso não faz mal: temos muitas.
Publicada por João Távora em Segunda-feira, Outubro 05, 2009
MONÁRQUICOS NA RUA COM TEIXEIRA PINTO

(Clique nas imagens para ampliar)

“A REPÚBLICA NUNCA FOI REFERENDADA PELO POVO” 05 Outubro 2009 – 00h30
Discurso Directo

Paulo Teixeira Pinto, Presidente da Causa Real, falou ao CM sobre as comemorações da Implantação da República.
Correio da Manhã – O que têm os monárquicos preparado para o dia de hoje, aniversário da Implantação da República?
Paulo Teixeira Pinto – Vamos partir de barco de Belém e pelas primeiras horas de madrugada hastear a bandeira monárquica na sede da Causa Real, algo que a Câmara Municipal de Lisboa proibiu há um ano.
– Estão proibidos de ter uma bandeira monárquica na sede da Causa Real? Porquê?
– Segundo a autarquia por questões ligadas ao “mobiliário urbano” e “publicidade”. Pergunto: um símbolo nacional como a bandeira monárquica é publicidade? Vamos hastear a bandeira e só a tiramos com uma ordem do tribunal. Parece que a câmara está mais preocupada com as bandeiras dos outros do que as bandeiras que estão na sua varanda.
– Como vêem as preparações para comemorar o centenário da República para o ano?
– Só em quatro meses já gastaram meio milhão de euros em questões estéticas. E tudo por ajuste directo. Um desenho de site que custou 99 mil euros? Num tempo de solidariedade como este que atravessamos? Justifica-se? Se continuar assim não chega ao próximo 5 de Outubro com os dez milhões que tinham para gastar.
– Querem que Portugal volte a ser uma monarquia?
– Uma monarquia constitucional. Qualquer Presidente da República, excepto o general Ramalho Eanes, teve uma vida ligada a uma força política. Um Rei não. É um poder independente que advém do povo.
– Mas acha que os portugueses querem uma monarquia?
– Há cada vez mais monárquicos a dar a cara. E de todos os campos ideológicos e faixas etárias. Defendemos que na Constituição se deve mudar a palavra República por Democracia. E fazer um referendo para saber o que os portugueses querem. A República nunca foi referendada pelo povo.
Bandeira monárquica de novo hasteada:
MONÁRQUICOS DESAFIAM REPÚBLICA A UM REFERENDO
Em pleno dia de comemoração da República, um grupo de monárquicos lançou um desafio ao regime: quer uma alteração da Constituição, que permita a realização de um referendo. Os republicanos rejeitam o desafio, garantindo que a República é pacífica em Portugal. E o PS já diz que não muda nada.
Esta madrugada, já em pleno dia de comemoração da República, um grupo de centenas de monárquicos desembarcou simbolicamente perto do Terreiro do Paço, correu em direcção ao Largo Camões, hasteou a bandeira da Causa Real e pediu que se abrissem as portas à realização de um referendo, em Portugal, à República.
O desafio foi preparado com máxima discrição e teve de contornar vários obstáculos, explicou ontem ao DN – ainda antes da iniciativa – Paulo Teixeira Pinto, o ex-governante e ex-presidente do BCP, que agora lidera a Causa Real.
Os obstáculos começaram no sábado, quando o grupo (estavam previstos 500 defensores da causa) recebeu a informação de que não poderiam desembarcar, como o rei D. Carlos há 101 anos, no dia do regicídio, no Terreiro do Paço, mas apenas no Cais do Sodré. Continuaram com um aviso: de que a bandeira monárquica não poderia entrar a bordo – o que não impediu ninguém, nem o próprio Teixeira Pinto, de a usar, assim como de ostentar as T-shirts a dizer “Eu quero um Rei”. No início da iniciativa, tudo corria como previsto, com a polícia a acompanhar o grupo.
Mas a aventura nocturna era só simbólica. Antes de entrar no cacilheiro que o levaria ao Cais do Sodré, Paulo Teixeira Pinto garantia ao DN que a sua luta, a da monarquia, “é política”. No discurso que preparou para fazer, de uma varanda do Largo Camões, constava uma exigência bem definida: “Queremos suprimir a cláusula da Constituição que diz ser irremovível a República como base do sistema político português.”
A questão é polémica. Teixeira Pinto diz que “só” quer trocar a palavra “República” dessa alínea constitucional pela palavra “democracia” – alegando que essa, sim, é a base do sistema político nacional. Porém, a ser aceite pelos deputados, a alteração permitiria um outro passo, que constitui o verdadeiro objectivo da acção desta madrugada: “Fazer um referendo” à República – que hoje faz 99 anos de existência.
A guerra é política e os monárquicos sabem disso. Mas não partidária, alegam. “Eu sou monárquico e nunca votei no PPM”, garante. Mas o certo é que, para atingir os objectivos, ela terá sempre de contar com apoio nos partidos.
Agora, depois do discurso – que diz ser o “primeiro passo” de uma luta que quer levar até ao fim – Teixeira Pinto quer que a sua Causa Real vote o passo seguinte: levar ao Parlamento uma proposta, para que lá se discuta a mudança constitucional. É que a legislatura que começa agora é de revisão. E as novas regras da Assembleia já permitem que um grupo de cidadãos apresente propostas para votação.
Porém, nada indica que a iniciativa tenha sucesso dentro de São Bento. Vital Moreira, deputado da Constituinte de 1975 e fiel a José Sócrates, é taxativo na rejeição da proposta. “Ninguém vai mexer nisso. E, em matéria de divertimento, já vi melhor.”
À previsível resposta, Teixeira Pinto recorda um debate, na RTP, onde esteve com António Reis e Medeiros Ferreira, dois republicanos e socialistas que, garante, admitiram que a cláusula não fazia sentido, admitindo mudá-la. Ontem, em declarações ao DN, Medeiros Ferreira admite recordar-se desse debate, mas não do “compromisso”. “Os monárquicos tiveram uma oportunidade de ouro para participar nessa discussão em 1975, mas afastaram-se. Hoje, essa não é uma questão pendente”, remata o ex-deputado.
Na próxima bancada socialista, de resto, reina a desconfiança face à proposta. “A República é um caminho adequado”, diz Ricardo Rodrigues. E se a proposta chegar mesmo a São Bento? “São precisos dois terços dos deputados para a aprovar”, recorda o socialista.
Se a ideia ficar pelo caminho, o referendo ao regime fica excluído. Mas Teixeira Pinto promete não desistir. Este ano, promete várias acções “surpreendentes”. E já se prepara para, de hoje a um ano, contar quantos republicanos e quantos monárquicos estarão nas respectivas cerimónias.

Jornal de Notícias: -http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1381543

Toda esta Informação foi retirada do Blogue Família Real Portuguesa

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