PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

D. Isabel de Herédia apoia edição para crianças sobre a vida do Condestavel

Ordem Santa Isabel patrocina edição para crianças

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“Tem a história muito resumida de D. Nuno Álvares Pereira, e pediram se a Ordem de Santa Isabel podia patrocinar a publicação dos panfletos. O que se deu de seguida foi um milagre da multiplicação dos panfletos”, explica D. Isabel

À procura de uma solução para a falta de uma edição (sobre D. Nuno Alvares Prereira) dirigida ao publico infantil, a Fundação Maria Ulrich, com o apoio da ordem de Santa Isabel, lançou um panfleto com os passos mais importantes da vida do Santo Condestável

Historia do cavaleiro D. Nuno
Folheto de divulgação infantil da vida de São Nuno Álvares Pereira

(21 de Abril de 2009)

A vida de D. Nuno Alvares Pereira explicada aos mais novos



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Declarações de D. Isabel de Herédia sobre D. Nuno Álvares Pereira:

“Estes livros todos que existem são já para uma faixa etária mais adulta. Há um que foi reeditado agora que é o Nuno de Santa Maria – Herói e Santo, de D. António Ferreira Gomes, com prefácio de D. Carlos Azevedo. Há um do Henrique Barrilaro Ruas que também é muito bom, é para crianças de 10, 12 anos. Eu li-o quando tinha essa idade e nunca mais me esqueci, marcou-me imenso e se calhar foi ali que me inspirei a ser também uma lutadora”.

À procura de uma solução, a Fundação Maria Ulrich, com o apoio da ordem de Santa Isabel, lançou um panfleto com os passos mais importantes da vida do Santo Condestável.

“Tem a história muito resumida de D. Nuno Álvares Pereira, e pediram se a Ordem de Santa Isabel podia patrocinar a publicação dos panfletos. O que se deu de seguida foi um milagre da multiplicação dos panfletos”, explica D. Isabel, “iam-se fazer 5 mil e acabámos por fazer 90 mil, com o mesmo dinheiro e com a ajuda e boa vontade de muita gente. Estamos agora a distribuir os panfletos em escolas e a catequistas para que todos possamos seguir melhor esta canonização, e orgulharmo-nos de mais um herói nacional.”

fontes:
http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/
http://www.stickypond.com/cafemonarquia/viewtopic.php?p=10250#10250

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PORTUGUESE CONDESTAVEL

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Dom Duarte de Bragança no programa “Sociedade Civil”

ddsociedadecivilEsta tarde, na RTP2, no programa “Sociedade Civil” Dom Duarte de Bragança foi um dos convidados. O tema da discussão era a Canonização de D. Nuno Álvares Pereira, o nosso Santo Condestável.

Poderá ver o programa aqui

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A Canonização de São Nuno de Santa Maria e os interesses do Status Quo

No próximo Domingo, dia 26 de Abril, terá lugar no Vaticano, uma Cerimónia presidida por Sua Santidade o Papa Bento XVI e em que estará presente a Comissão de Honra liderada pelo Presidente da Republica, mas na qual fará parte Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa, descendente do Santo Condestável.

Vai ser um dia histórico que deve a todos os Portugueses ser motivo de orgulho e de grande satisfação, porque estamos a falar de um Grande Homem, que lutou pela nossa Liberdade, durante a crise de 1383-85 até à vitória final sobre Castela em 1411 e que também depois da guerra, despojou-se da sua imensa fortuna e foi para a Ordem dos Carmelitas, onde acabaria por falecer, em 1431. Nesta última fase da sua vida dedicou-se à ajuda dos desprotegidos, dos pobres, dos famintos. Mas mesmo quando foi militar, nunca deixou para trás seja um companheiro de armas ou um adversário ferido.

O espírito de grande carisma, que ninguém nega, desde o seu tempo até hoje, levou a que os Portugueses ao longo dos séculos o chamassem de “Santo Condestável”.

Houve várias tentativas para a sua Canonização, muitas delas sem sucesso, também devido, à intromissão de Espanha neste processo. Mas a Vontade de Deus é Suprema a todas as Nações e se estava “escrito” que D. Nuno Álvares Pereira ia ser Beatificado por Sua Santidade o Papa Bento XV em 1918 e agora em 2009, por Sua Santidade o Papa Bento XVI Canonizado, só devemos estar felizes por tal acontecimento se verificar na nossa época, na nossa geração e que sejamos testemunhas de tal evento.

Contudo, apesar do Presidente da Republica fazer parte da Comissão de Honra, de ter por várias vezes mostrado alegria por este evento histórico, por até os Deputados desde a esquerda moderada até aos Centristas terem feito um voto de contentamento, a verdade é que se sente no ar que numa época em que o Federalismo Europeu é por demais evidente, logo vangloriar um Herói Nacional, “não parece bem” ou estando nós no ano vespertino do Centenário da Republica termos este ano a Canonização daquele que foi o Pai da Casa de Bragança, última Dinastia a reinar em Portugal, mas que é hoje representada por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança, também provoca alguns incómodos. Já para não falar do facto do Presidente da Republica fazer parte da Comissão que irá representar Portugal no Vaticano no dia 26, na Canonização de São Nuno de Santa Maria, facto que para alguns sectores laicos é dificil de engolir, mesmo sendo Portugal  uma Democracia há mais de 30 anos.

Mas parece que é crime se ter hoje em dia orgulho nacional. Parece que é crime o actual Chefe de Estado, seja ele Católico ou não, poder representar ao mais alto nível o nosso País num evento histórico desta envergadura. E ainda parece ser crime o próprio Chefe da Casa Real Portuguesa também estar presente.

É preciso que os Portugueses comecem a reflectir sobre estas verdade incómodas. Temos que valorizar o nosso passado, de forma sermos um povo com maior auto-estima. Temos que valorizar, por conseguinte, não só os feitos mas os nossos Grandes Protagonistas e dar-lhes um lugar devido na nossa Herança Histórica, sem subterfúgios. Temos que nos afirmar como um Povo unido pela sua Liberdade e Independência, tal como no tempo do Santo Condestável ou noutras épocas em que valorosos Portugueses, nossos antempassados lutaram pela nossa Liberdade, para que houvesse hoje um País chamado Portugal.

Parece que é crime amar-se Portugal. É-se logo conotado com a extrema-direita, chamam fascistas àqueles que amam a sua Pátria e que a querem valorizar, como se o futebol fosse a unica razão para termos orgulho em sermos Portugueses.

Em Democracia, em Liberdade, sejamos um pouco Nacionalistas, quer sejamos de esquerda ou de direita. Tenhamos orgulho no nosso País. Com tantos séculos de História que temos, com coisas boas e más, é um facto, mas graças a Deus não somos os únicos no mundo, também outros países tiveram as suas crises, mas olhemos para nós próprios e procuremos dar valor ao que é nosso. Portugal para recuperar destas crises mais do que ciclicas, precisa de ter auto-estima e o ensino da História de Portugal deve ser valorizado. E por favor, não nos façam de pobres coitadinhos que só fizemos asneiras ao longo de toda a nossa História! Porque é isto que ensinam hoje às crianças. Os livros de História são uma VERGONHA e servem, sem dúvida, os interesses federalistas europeus, que levam à falta de auto-estima dos povos e por conseguinte a crises de nacionalidade, crise de valores, crise económica e social.

Somos Portugueses e devemos ter Orgulho nisso! E é possível, ter orgulho em ser Português em Democracia, ao contrário do que muitos pensam.

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Reportagem SIC sobre o lançamento do livro “Aqui D´El-Rei”

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Eleições na Real Associação de Lisboa. Divulgação da Lista e Programa!

lisboa_tejoLISTA PARA OS CORPOS SOCIAIS DA REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA

Mesa da Assembleia – Geral

Presidente – Dom Vasco Teles da Gama

Vice- Presidente – Miguel Cabral Moncada

Secretário – Diogo Belford Henriques

Direcção

Presidente – João de Mattos e Silva

Vice – Presidente – Nuno Pombo

Secretária – Maria da Conceição Mascarenhas

Tesoureiro – Ricardo Gomes da Silva

Vogal – Nuno Bonneville van Uden

Vogal – Joel Moedas Miguel

Vogal – João de Lancastre e Távora

Vogal Suplente –Mariana Garcia Filippe

Vogal Suplente – Raul Bugalho Pinto

Conselho Fiscal

Presidente – Dom Nuno de Bragança van Uden

1º Secretário –Luís Miguel Barata

2º Secretário – Tiago Teles de Abreu Tarré

PROGRAMA DE ACÇÃO

Organização interna e serviços da RAL

1. Documentos de organização interna
1. Elaboração da proposta de revisão dos Estatutos, adequando-os ao disposto nos novos Estatutos da Causa Real.
2. Análise e eventual elaboração de proposta de revisão do Regulamento Interno, incluindo o que se dispõe a respeito da organização de juventude e dos Núcleos Concelhios.

2. Sede e património imobiliário
1. Análise da situação do imóvel da Rua do Carrião. Elaboração de proposta à Assembleia – Geral sobre o seu destino.
2. Análise da situação do imóvel da Praça Luís de Camões e dos direitos que sobre ele tenha ou possa vir a ter a RAL.

3. Equipamentos e sistemas
1. Inventariação do equipamento existente e identificação das necessidades, com vista à aquisição do que se mostre necessário.
2. Adaptação da estrutura da RAL às novas tecnologias, seja no sentido de facilitar as comunicações, seja com o objectivo de reduzir os respectivos custos.

4. Secretariado
1. Actualização de ficheiros.
2. Revisão dos ficheiros dos associados, desenvolvendo a sua segmentação por concelhos, idades, profissões, interesses pessoais, etc. e recolhendo novos elementos de utilidade, designadamente endereços de e-mail.
3. Realização de uma campanha de filiação de novos associados.
4. Estudo do eventual lançamento de um novo cartão de associado.
5. Contratação de pessoa com experiência, que possa assegurar o funcionamento adequado dos serviços de atendimento.

5. Tesouraria / Finanças
1. Análise e elaboração de um relatório relativo à situação económico-financeira da RAL.
2. Revisão do programa de quotização dos associados, de forma a permitir a sua permanente actualização.
3. Realização de uma campanha de sensibilização para a necessidade de pagamento de quotas em atraso.
4. Sensibilização dos associados para as vantagens decorrentes do pagamento por transferência bancária.
5. Campanha de mobilização de sócios beneméritos.
6. Criação de uma comissão para angariação de fundos, com composição a definir, mas envolvendo obrigatoriamente os sócios beneméritos.
7. Realização de eventos, visando a angariação de fundos.

6. Núcleos e órgãos sociais
1. Nomeação da Direcção do Núcleo da Juventude.
2. Criação, ao nível da Direcção da RAL, de Grupo de Acompanhamento e de Apoio ao Núcleo de Juventude, especialmente vocacionado para a definição de uma estratégia comum, identificação de sinergias e de apoio efectivo das actividades do Núcleo de Juventude, com especial enfoque nas acções de formação nas escolas e nas Universidades.
3. Criação de Núcleos Concelhios em todos os concelhos onde existam associados.
4. Identificação dos objectivos estratégicos dos Núcleos Concelhios, em especial no que respeita à formação doutrinária.
5. Criação, ao nível da Direcção da RAL, de um Grupo de Acompanhamento das actividades dos Núcleos Concelhios.
6. Apoio à participação dos Núcleos em acções que permitam a visibilidade da RAL, tais como feiras, mostras, etc.
7. Eventual criação de “núcleos” profissionais.
8. Realização de reuniões periódicas entre a Direcção e os Presidentes dos demais órgãos sociais, para dar a conhecer a situação da RAL e a execução do Plano de Acção.
9. Dinamização do Conselho Monárquico e sua mobilização para as acções de formação.

7. Causa Real e Reais Associações
1. Estreitamento de relações com a Causa Real, sobretudo em vista da evocação do Centenário da República.
2. Manutenção de contactos com as Reais Associações limítrofes, com vista a estudar a possibilidade de realizações comuns.

8. Comunicação
1. Edição de uma “newsletter”, embrião de um boletim periódico, de informação aos associados, sobre as actividades da RAL e o movimento monárquico.
2. Reestruturação do sítio da RAL na Internet, em termos gráficos e de conteúdos, mantendo-o permanentemente actualizado, aproximando-o dos associados e dos que possam sentir-se atraídos pela Instituição Real e promovendo ligações a outros sítios que promovam o Ideário Monárquico.
3. Criação, ao nível da Direcção da RAL, de uma equipa de comunicação, com selecção de porta-vozes para determinados temas que estejam na agenda da RAL.
4. Elaboração comunicados de imprensa sobre temas políticos, culturais, de património, etc. no âmbito do Distrito de Lisboa.
5. Estabelecer contactos com órgãos de comunicação nacionais ou regionais, sensibilizando-os para a divulgação do pensamento e acção monárquicos e actividades da RAL.
6. Estabelecer contactos e eventuais parcerias com organizações, formais ou informais, de carácter monárquico, para divulgação de posições e acções da RAL.
7. Criação, ao nível da Direcção da RAL, de uma equipa de trabalho, especialmente focada para a evocação do Centenário da República, promovendo, nomeadamente, o contacto com a Plataforma do Centenário e outras acções que venham a ser detectadas.

Formação
1. Realização de jantares-debate, palestras e conferências de divulgação doutrinária e actualidade política, ao nível dos núcleos concelhios, de juventude e distrital.
2. Edição ou apoio à edição de livros, brochuras ou outros meios de formação/informação monárquica.
3. Realização de “work shops”, campos de férias e outras acções de formação, nomeadamente para a juventude.

Acções Políticas
1. Realização ou colaboração no Jantar dos Conjurados.
2. Participação activa nas comemorações do 1º de Dezembro realizadas pelas entidades oficiais e pela SHIP.
3. Realização de acções que recordem o Regicídio
4. Realização de evento evocativo e de homenagem ao Santo Condestável, por ocasião da sua canonização pela Igreja Católica.
5. Colaboração activa com as iniciativas da Causa Real, que tenham lugar no Distrito de Lisboa e nomeadamente as que tenham por finalidade lembrar o centenário da implantação da República.
6. Contacto com as forças políticas de âmbito distrital com vista a sensibilizá-las para as posições da RAL.

Actividades diversas
1. Voltar a hastear a bandeira no Largo Camões, obtidas todas as licenças necessárias.
2. Restauração das comemorações do aniversário da RAL com visitas a monumentos, almoço de confraternização, convívio.
3. Realização de visitas de estudo com a participação de especialistas que as acompanhem.
4. Promoção de contactos internacionais com organizações monárquicas, procurando colher experiências diferentes e intercâmbios enriquecedores, nomeadamente ao nível da juventude.
5. Acompanhamentos das deslocações de SS.AA.RR no distrito de Lisboa, sempre que a nossa presença seja solicitada e faça sentido.
6. Disponibilização de artigos monárquicos a preços acessíveis.
7. Promoção de uma rede de fornecedores de bens e serviços que aceitem conceder condições mais atractivas para os associados da RAL.

Abril de 2009

Fonte: Fórum Netcafé Monarquia

A Administração do PDR-Projecto Democracia Real deseja as maiores felicidades à futura Direcção da Real Associação de Lisboa.

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Grande satisfação!

logo_11Hoje, dia 4 de Abril de 2009, foi um dia que marca de uma forma extraordinária o presente e o futuro do PDR-Projecto Democracia Real. Por uma razão muito simples: a partir de hoje, temos uma ligação para o nosso site a partir do Site da Casa Real Portuguesa.

Além do PDR, também outros espaços de grande qualidade, administrados por voluntários da Causa, ou por organizações oficiais e reconhecidas por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte também têm uma ligação web a partir do Site da Casa Real Portuguesa.

A partir de hoje, estamos todos, ou grande parte de nós, ligados à Casa Real Portuguesa via Internet e este facto enche-nos de grande satisfação.

No que toca ao Projecto Democracia Real, era algo que queriamos que acontecesse e finalmente conseguimos!

Isto demonstra também que o trabalho feito por nós é reconhecido e que temos mérito por isso. Nada acontece por acaso. O Projecto Democracia Real está a consolidar a nova Administração, cujos membros têm um papel muito específico. Serem os Responsáveis Regionais do PDR. Em breve cobriremos todo o território nacional, incluíndo as Regiões Autónomas e isso irá consolidar uma rede nacional do Projecto Democracia Real, que estou convencido dará muito que falar no futuro. Não vamos parar até conseguir o nosso intento final: um Referendo Nacional sobre a questão da Chefia do Estado e lutar pela Restauração da Monarquia Portuguesa.

O facto de haver uma ligação web a partir do Site da Casa Real Portuguesa para o nosso Site Oficial, é um sinal dado para continuarmos a prestar este serviço a Portugal e fazemo-lo, sem gaguejar, sem tremelicar, de pé firme com as nossas humildes armas e iremos continuar até voltarmos a ver a Bandeira Azul e Branca como Bandeira Nacional.

Haja as dificuldades que houverem. Haja as provações que houverem, o Projecto Democracia Real só parará depois de conseguir o seu intento ultimo. Manteremos sempre o bom nível, não insultaremos nem seremos provocadores; não precisamos disso. Os argumentos em pleno respeito democrático são o suficiente para os Portugueses entenderem que há uma clara diferença entre uma Monarquia de Cidadãos e uma Republica imposta à força há quase 100 anos e com 3 tipos de regime diferentes, um deles, ditatorial!

Portugal precisa de Portugueses que acreditem em Portugal. Convoco todos os Monárquicos que se quiserem juntar a nós, pois nós iremos todos juntos, ajudar a dinamizar a Causa Real e as Reais Associações.

Portugal é a nossa Pátria. Se não a amarmos, se não a protegermos, mais ninguém a protegerá. Cabe aos Portugueses essa missão histórica, porque os nossos antepassados também o fizeram! Em cada crise, de cada época, temos todos uma missão a cumprir e hoje, mais do que nunca Portugal precisa dos Portugueses.

Celebremos os 900 anos do nascimento de Dom Afonso Henriques e a 5 de Outubro aquando da I Convenção do PDR, em Lisboa, mostremos que ainda há Portugueses que amam a sua Pátria e que a querem de volta!

Este mês temos um evento muito importante também: a Canonização do Santo Condestável à qual o Projecto Democracia Real não ficará indiferente!

Oremos ao Santo Nuno de Santa Maria, o nosso Santo Condestável, Protector das Nossas Armas e da Nossa Terra e do nosso Povo, e à Virgem Maria para que intercedam por nós, junto de Deus Nosso Senhor,  que nos ilumine e nos dê forças para continuar a acreditar e a ter esperança que vamos todos ultrapassar esta crise e sairemos tal como em Aljubarrota, vencedores!

Viva o Rei!

Viva Portugal!

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Encontros Actualidade e Cultura – “Nuno Álvares Pereira, Ventura e Aventura”

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