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Setembro 13, 2009 • 3:16 pm 2
Necessária e urgente a Política de Proximidade
Estamos a pouco mais de 4 semanas para o próximo 5 de Outubro, dia em que oficialmente a Republica celebrará os seus 99 anos de existência, sendo que os primeiros 16 foram em anarquia, os segundos 48 foram de ditadura e os terceiros 35 num regime democrático, mas com limitações à liberdade de escolha, nomeadamente, à impossibilidade de se poder escolher em Referendo, se se quer ter na Chefia de Estado um Rei ou continuar a ter um Presidente.
Resta saber se a Republica vai festejar os 99 anos da sua proclamação, os os 99 anos de longevidade que incluem os tais 48 anos de Ditadura!
Mas não é este assunto que me leva hoje a escrever.
Tenho reparado, com alguma tristeza, que continua a persistir junto de alguns Monárquicos a ideia de que só devemos organizar jantar e almoços entre Monárquicos.
Ora, uma coisa que o Projecto Democracia Real tem procurado seguir, e que aliás tem sido uma ideia minha desde há um tempo a esta parte, é que é fundamental existir uma política de proximidade junto dos Portugueses em geral.
Não digo que as reuniões monárquicas não devam continuar. Mas, pergunto, quando é que se vai começar a ter uma política de proximidade junto das pessoas?
O Projecto Democracia Real, em breve, vai iniciar essa política de proximidade e apelo a que todos aqueles que realmente querem a Monarquia também o façam.
Propus que em cada capital de Distrito, no próximo 5 de Outubro os Monárquicos se organizassem em Caravanas Monárquicas e tivessem essa política de proximidade. Não entendo, como é que esta ideia, que seguramente traria impacto junto da Comunicação Social Nacional e Local, não foi tida em consideração.
Tenho a lamentar isso, assim como tenho a lamentar a persistente perseguição aos que realmente querem ajudar a que a Monarquia não passe de um sonho mas sim se transforme numa realidade.
Quanto a mim, como Coordenador do Projecto Democracia Real procurarei por todos os meios, mobilizar os Monárquicos para os grandes embates que aí vem, sendo que, gostaria de ver mais apoio por parte da Causa Real e das Reais Associações a este projecto que tem sempre apoiado a organização oficial monárquica portuguesa que é a Causa Real.
Mobilização dos Monárquicos e Política de proximidade são fundamentais. Eu, como quero a Monarquia em Portugal, procurarei informar os Portugueses sobre as vantagens da Monarquia em comparação com a Republica. Não me cansarei, porque não aceito viver sob um regime que começou com um atentado ao Rei Dom Carlos e ao Príncipe Real, Dom Luíz Filipe. Não aceito um regime que tem medo do Referendo Monarquia / Republica. Não aceito um Regime que se recusa a prestar um Voto de Pesar no Parlamento pelo assassinato de um Chefe de Estado, alegando que se votasse a favor desse voto de pesar seria “um voto contra a republica”. Álvaro Cunhal, antigo Secretário Geral do PCP, quando faleceu, passou na Assembleia da Republica um voto de pesar! E não aceito um regime cujos dirigentes digam que referendar a Republica é a mesma coisa que referendar a Democracia, como se as Monarquias actuais não fossem Democracias ainda mais abertas e prósperas do que a que nós todos, Portugueses, sustentamos.
Em breve será inaugurado o Blogue PDR-Constituição onde convido todos os interessados em virem debater um Modelo de uma Constituição que foi traduzida para Português e que não é, chamo já a atenção, nenhuma proposta!
O Projecto Democracia Real não pára. Parando, seria dar folgo a este regime coisa que não aceito dar.
COLOQUEM MAIS BANDEIRAS AO VENTO!
NAS VOSSAS JANELAS!
NAS VOSSAS VARANDAS!
NOS VOSSOS QUINTAIS!
NAS VOSSAS HERDADES!
EM TODO O LADO!
DIGAM AOS VOSSOS FAMILIARES, AMIGOS, VIZINHOS, ETC… QUE A MONARQUIA É UM VERDADEIRO SERVIÇO A PORTUGAL PARA UM FUTURO MELHOR PARA TODOS OS PORTUGUESES!
QUE TODOS OS POLÍTICOS MONÁRQUICOS DA ESQUERDA À DIREITA SE AFIRMEM COMO TAL PUBLICAMENTE. ACABEMOS COM ESTE REGIME, DE VEZ!
CHEGOU A HORA DE LUTARMOS COM GARRA E DETERMINAÇÃO PELA MONARQUIA EM PORTUGAL!
VIVA O REI DOM DUARTE III
VIVA PORTUGAL!!!
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Agosto 17, 2009 • 3:07 pm 41
Emoções Irracionais
Na semana passada, desde o dia 10 de Agosto até ao último fim-de-semana, assistimos nesse dia ao hastear da Bandeira da Monarquia Constitucional, na Varanda Principal dos Paços do Concelho de Lisboa, em troca com a bandeira do Município da Capital, lemos e vimos na televisão notícias relacionadas com este facto e respectivas reacções, boas e más.
Aqui, no Projecto Democracia Real, é um facto, eu próprio assumo a minha culpa, em ter aplaudido entusiasticamente tal acontecimento e não estou, minimamente arrependido de o ter feito, porque, por um lado, há que reconhecer que se tem falado imenso em Monarquia nos últimos dias. Mas fazendo uma análise geral à imprensa, tem-se falado da Monarquia, pelos maus motivos, que o acto em causa suscitou.
Ao longo de 10 anos de militância monárquica, tenho reparado que se tem reagido mais emocionalmente do que racionalmente. Nós, Monárquicos, temos que perceber até onde podemos ir e se as iniciativas que tomamos são efectivamente boas para a Causa que defendemos ou se pelo contrário são negativas. O acto em si, é corajoso, chamou a atenção, percebemos que um Edifício Público, como a Câmara Municipal de Lisboa, aparentemente está mal protegido, daí o sucesso da “operação do 31 da Armada”, percebemos que a PSP culpa a Polícia Municipal, que os Vereadores das várias cores político-partidárias, agora, então, em época de eleições trocam acusações entre si, etc…
Mas o mais importante, foi a reacção emotiva e irracional que alguns de nós, Monárquicos tivemos, ao vermos a Bandeira da Monarquia hasteada. Por muito que nos custe admitir, e custa mesmo, acreditem, Portugal vive num regime republicano, com uma Constituição Republicana, num Estado de Direito, sim Democrático, apesar de todos os defeitos que lhe coloquemos com razão, mas este é um facto e portanto como cidadãos desta republica, que mesmo que não gostemos dela, a Lei é dura mas é a Lei, o acto em si, há que admiti-lo, foi um acto ilegal.
Mas mesmo admitindo que foi um acto ilegal, à luz da Lei que todos como cidadãos portugueses temos que respeitar, mesmo não gostando de viver em Republica, não compreendo, o porquê de terem prendido o Rodrigo Moita de Deus e o Henrique Burnay, quando estes, de boa vontade foram até aos Paços do Concelho de Lisboa devolver a Bandeira do Município e receberem de volta a Bandeira que tinham hasteado. Com tantos casos de Justiça gravíssimos que todos os dias lemos na imprensa e vemos na televisão, os senhores da Câmara Municipal de Lisboa, que devem pensar, viver num País rico, gastando dinheiro do erário público em processos judiciais, chamaram a Polícia Judiciária e prenderam os dois jovens cidadãos monárquicos de livre pensamento. Aparentemente ao que sei, apenas um deles ainda terá ido a Instrução. (A esta hora que escrevo não sei se já houve desenvolvimento no assunto).
Que papel devemos, então, ter, nesta Republica? Ter uma participação cívica exemplar, acima de tudo! Respeitar quem tem que ser respeitado e obviamente respeitar a Lei em vigor. Não me parece, que estejamos numa época de querer um golpe de Estado, ou uma Revolução como aconteceu no 5 de Outubro de 1910 e certamente não queremos matar ninguém, como mataram o Rei Dom Carlos e o Príncipe Real Dom Luiz Filipe ou como a I Republica matou os seus oponentes, Católicos, Socialistas etc… Portanto, o nosso papel é, e deve ser, cívico, de respeito pelas ideias contrárias e por quem as defende.
Sim, ficámos satisfeitos com o acto, mas essa satisfação veio de uma emoção que nos tocou a todos, porque lutamos todos os dias por conseguir um Referendo e ganha-lo, acima de tudo, porque acreditamos que uma Monarquia Parlamentar e Democrática é o melhor para Portugal, mas racionalmente, não é, praticando actos destes, mesmo “a brincar”, mesmo que depois se tenha ido devolver a bandeira do Município, que invadindo um Edifício Público, estejamos a dar um bom exemplo do que é ser Monárquico.
Resumindo e concluindo, não reprovo a coragem dos que lutam pela Monarquia e saúdo de braços abertos, mas é fundamental percebermos que há limites que os ultrapassando, podem prejudicar mais a Causa do que ajuda-la. O método da iniciativa, há que reconhecer, não foi muito feliz, apesar da bravura.
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Agosto 13, 2009 • 9:19 pm 1
Eis a Ética Republicana, no seu esplendor!
Tal como acontecia no tempo da I Republica e da II Republica, agora a III Republica volta a seguir o passado anti-democrático e cobarde das suas antecessoras, prendendo dois cidadãos de livre pensamento, monárquicos, por opção, quando estes iam devolver a Bandeira do Município de Lisboa à Edilidade. Quando se pensava que tudo ia correr bem, os senhores que servem a Republica, mas não a Democracia, chamaram a Polícia para prenderem os cidadãos Rodrigo Moita de Deus e Henrique Burnay.
Esta é a ética republicana. Prender quem é diferente. Estigmatizar, quem tem uma posição diferente a nível político, impedir o voto em referendo, se os Portugueses querem ter um Rei ou um Presidente, desfazer Portugal, nesta crise política, económica e social, não permitindo novos rumos.
Como é que um Cidadão Português pode aceitar viver e contribuir para um Regime Político assim?
Creio que é tempo de os Portugueses “abrirem os olhos” à realidade e exigirem o fim da Republica, com um Referendo que dê uma vitória esmagadora à Monarquia Parlamentar e Democrática. É tempo de uma Democracia a sério! No tempo da Monarquia Constitucional, os Partidos Republicano e Socialista concorriam livremente nas Eleições locais e nacionais.Havia, sem dúvida, mais Democracia nessa época, do que agora. E não é só uma questão de Democracia, é uma questão de ética e de respeito pela Liberdade de opinião.
Era perfeitamente escusado prenderem estes jovens, que no fundo não fizeram mais do que lembrar que a Bandeira Azul e Branca com as Armas Reais ao Centro, também é uma Bandeira Nacional, que vigorou em Portugal entre 1830 e 1910 e mesmo que tenha tido um propósito político, sem dúvida que o teve, não foi nada comparado ao que certos republicanos fizeram ao longo de quase 99 anos de História republicana.
Como Responsável máximo do PDR-Projecto Democracia Real, a minha solidariedade está toda com o Rodrigo Moita de Deus e o Henrique Burnay do 31 da Armada!
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• 2:44 pm 1
O Caso da Bandeira ainda dá que falar, 3 dias depois!
Vejamos o que se fala na Imprensa, nomeadamente no DN Online, sobre esta matéria!
Caso da bandeira põe 31 da Armada nos ‘tops’
por EVA CABRALHoje

Blogue atingiu pico de audiências com a troca de bandeiras. E o PSD acusou executivo de Costa de não garantir a segurança da CML
Nos dois primeiros dias após a simbólica “troca” da bandeira do Município de Lisboa pela da Monarquia o blogue que patrocinou a acção, o 31 da Armada, registou um pico de audiências com cerca de 87 mil acessos, referiu ao DN Rodrigo Moita de Deus, um dois 38 elementos que o integram. Segundo este blogger, “a estes números acresce o enorme efeito nos media tradicionais” com vários jornais, entre os quais o DN, a darem acesso ao vídeo da iniciativa de colocação da bandeira.
O 31 da Armada revelava ontem que a bandeira da Câmara de Lisboa, que em breve tencionam entregar de novo à autarquia, foi enviada para uma lavandaria a fim de “ser limpa e engomada antes de ser devolvida”.
A iniciativa foi avaliada pelo blogue especializado na área de relações públicas e comunicação – http://piar.blogs.sapo.pt/ -, que considera que “a acção levada a cabo por alguns bloggers do 31 da Armada resulta de uma estratégia comunicacional previamente definida, contemplando cuidadosamente diversas componentes, onde nada foi deixado ao acaso. Não se está perante um episódio casual e inocente, mas sim face a um trabalho profissional de comunicação, no qual se contornam os meios tradicionais e as amarras conservadoras e se privilegiam as ferramentas digitais enquadradas em novos modelos de pensamento”. O Piar frisa que ” a acção levada a cabo pelo 31 da Armada destaca-se pela aplicação de um conceito ou ideia num formato criativo e propagada através de um suporte eficaz. Ora, foi precisamente a conjugação destes três factores (mensagem, criatividade, suporte) que fizeram daquela acção um momento único e muito valioso de comunicação”.
Entretanto, ontem o líder da bancada social-democrata na Assembleia Municipal de Lisboa, Saldanha Serra, mostrou-se”estupefacto” com as declarações do vice-presidente camarário, Manuel Salgado, sobre a insegurança da cidade, alegando que a presidência socialista “nunca esteve minimamente preocupada” com a questão. Para Saldanha Serra, o PS quis “desculpabilizar-se pela devassa dos Paços do Concelho”.
O “rei assim” de José Saramago
Hoje
Num artigo intitulado “Um rei assim”, ontem publicado, José Saramago afirma que o “rei assim é o sr. D. Duarte de Bragança” . Que “detesta a literatura em geral e o que escrevo em particular” – “primeiramente porque considera que no Memorial do Convento lhe insultei a família e em segundo lugar porque a dita obra é, de acordo com o seu requintado linguajar de pretendente ao trono, uma “grande merda”". “Não me importo de levar uma bofetada de vez em quando, mas a virtude cristã de oferecer ao agressor a outra face é virtude que não cultivo”, acrescenta. Ironizando que a monarquia “acaba de ser-nos restituída” pela troca da bandeira nos Paços do Concelho, Saramago diz que o “sr. D. Duarte não tem estaleca para exigir na praça pública (…) que lhe sejam entregues a coroa, o ceptro e o trono”. (veja o artigo na íntegra no DN online).
Símbolos nacionais
Hoje

O texto publicado pelo Sr. José Saramago, na sua coluna de opinião do dia 12 de Agosto, apenas me merece três considerações:
1. O Sr. José Saramago escreve que ” (…) a virtude cristã de oferecer ao agressor a outra face é virtude que não cultivo”. A expressão que utilizei, porventura excessiva, não se refere ao Memorial do Convento, mas ao livro O Evangelho segundo Jesus Cristo, em que o autor atribui a Cristo a condição de “bastardo” de um soldado romano, o que me chocou profundamente. Para qualquer cristão, um insulto desse teor é bem mais grave que um insulto à própria família.
2. Quanto ao caso da bandeira substituída no passado 10 de Agosto na sede da Câmara Municipal de Lisboa, o que pretendi explicar à Comunicação Social foi que todas as bandeiras portuguesas que representam ou representaram Portugal são símbolos nacionais, tendo, por isso, a mesma dignidade. O que se passou foi uma irreverência própria da juventude e assim o interpreto.
3. Quanto aos demais considerandos da nota apenas digo que como português me congratulo com o facto de ter sido Prémio Nobel da Literatura em 1988, arrastando uma maior visibilidade para Portugal e para a Cultura Portuguesa. Sei bem que a política dos escritores e artistas consiste em fazer obras de arte e são essas que devem merecer a nossa atenção.
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Agosto 12, 2009 • 5:23 pm 2
Uma Saudação Especial
No passado dia 10 de Agosto, ficámos todos surpreendidos, pela positiva (pelo menos nós Monárquicos, ficámos) com o facto de um grupo Monárquico ter conseguido hastear a Bandeira da Monarquia Constitucional na Varanda da Câmara Municipal de Lisboa.
Ao que constou, a Bandeira Monárquica ficou hasteada toda a noite (foi hasteada por volta da meia noite) e só foi removida ao fim de 12horas e poucos minutos!
Quero, em nome da Administração do PDR-Projecto Democracia Real, saudar a Equipa do Blogue 31 da Armada, pela sua acção, pela sua organização, pela coragem, pela determinação em levar a avante algo que já não se via há muito. Há quase 99 anos, que a Bandeira da Monarquia não era hasteada na Varanda da Câmara Municipal de Lisboa. Por cerca de 12 horas, sonhou-se com a Monarquia restaurada e sobretudo, acabamos todos (nós Monárquicos) por pensar que é, realmente, possível ter uma Monarquia.
Quero agradecer à Equipa do Rodrigo Moita de Deus do Blogue 31 da Armada, por nos ter permitido sonhar com algo que é perfeitamente concretizável.
Apercebo-me, também, que, no fundo, a Republica Portuguesa, nome que é dado a Portugal, está frágil e não tem já o punho firme que noutros tempos, em que era “mais jovem” tinha. Demorou cerca de 12 horas para remover a Bandeira. Ninguém da Câmara se dispôs, verdadeiramente durante largas horas em a remover. Por que será?
Esta Republica está velha e já não anda tão rápido como andava, nas perseguições aos Monárquicos, Socialistas e Católicos (na sua Primeira fase), aos Portugueses de livre pensamento (na sua Segunda fase) e agora ainda faz pior, (nesta sua Terceira fase), impedindo-nos, nós Portugueses, de livre pensamento e com direito à escolha, que a Democracia nos dá, em podermos livremente, em referendo, porque é a unica forma democrática de se conseguir alterar um rumo que é negativo para Portugal, neste quadro triste desta III Republica. Portugal merece muito mais e melhor!
Graças ao Grupo 31 da Armada, o Debate foi lançado e deve ser muito bem aproveitado pelos Monárquicos Portugueses. Chegou, efectivamente, a hora, de mostrar que a Monarquia está bem viva! E o mais espantoso, é que segundo Sondagem do DN de hoje, cerca de 60%, num universo de perto de 2000 pessoas sondadas, mostraram-se com simpatia pela Monarquia. A presença Monárquica na Internet, a isso ajuda. O movimento monárquico no seu todo, desde a Causa Real, passando pelos grupos como o PDR e o 31 da Armada, entre outros, está cada vez mais forte, unido e não deixará passar o Centenário da Republica sem dizer de sua justiça.
Mais uma vez, um Grande Abraço Monárquico à Equipa do 31 da Armada!
Nota: fotos retiradas do Blogue 31 da Armada
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