
Mesa do Congresso

A Causa Real realizou no último dia 6 de Junho na Sociedade de Geografia de Lisboa o seu 15° Congresso.
Os novos Estatutos aprovados ontem (sábado) determinam uma profunda alteração da estrutura da instituição que deixará de ser uma Federação de Reais Associações, para se tornar numa associação unitária de âmbito nacional. Nesse sentido as Reais Associações espalhadas pelo Pais e nas comunidades portuguesas no estrangeiro, passam a constituir os seus órgãos locais com representação na Direcção Nacional.
Pretende-se com esta alteração uma maior unidade estratégica, no respeito pela diversidade das acções políticas locais.
(7 de Junho de 2009)
XV Congresso da causa Real
Ordem de trabalhos:

A Causa Real, ontem reunida em Congresso estatutário, foi criada em 18 de Novembro de 1993 como Federação das Reais Associações existentes em todos os distritos do Continente Português, nas duas Regiões Autónomas e noutros locais do Mundo. Instituída sob a égide de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança: ” Só com uma unidade respeitadora das diferenças e uma organização fortalecida por uma ampla representatividade, conseguirão os monárquicos tornar a sua voz influente na vida política portuguesa”. diria SAR D. Duarte no I Congresso
A Causa Real pretende reunir todos os simpatizantes da instituição Real das várias sensibilidades e quadrantes politico-partidários. Apostada na criação de um Portugal moderno, consciente da sua história e apostado no Futuro, a Causa Real está aberta ao contacto de todos os que sintam os valores da Portugalidade e a relevância do Futuro de Portugal no Mundo.Nesse sentido reuniu para discutir a forma organizativa mais adequada para antecipar o centenário da Republica a 2010 e melhor divulgar o ideal monárquico
O Congresso reunido pelas 10:30 contou com as participações e contribuições para os novos estatutos por ordem de intervenção:Portal Madeira;Jorge Leão (RAP), João Bettencourt (RAiT) ,Alexandre Lafayete: Alvaro de menezes (RAV), Rui Fortes da gama;Luís Barata (RAL); Lopes Castilho; Orlando Gois (RAR);António de Noronha e Lorena; Alvaro de Menezes; Eng. Tomaz Moreira; João Mattos e Silva; Paulo Teixeira Pinto
O Congresso iníciou os trabalhos com uma mensagem de SAR D. Duarte ao Congresso:

João Mattos e Silva, Presidente da Real Associação de Lisboa (RAL) lê a Mensagem de SAR D. Duarte Pio ao Congresso
Quote:
MENSAGEM AO CONGRESSO DA CAUSA REAL
Quando em finais dos anos oitenta fiz um apelo à organização dos monárquicos, reafirmado na mensagem de 1 de Junho de 1991, a Causa Monárquica, que fora a organização que congregara a maior parte dos que se reviam no ideário da Monarquia durante a II República e começara a desagregar-se no fim do regime, era uma pequena associação política criada após o 25 de Abril, sem meios e sem uma clara orientação e praticamente sem acção. Esse apelo, para a criação de Reais Associações de âmbito distrital, teve imperativos nacionais e gerou um movimento de constituição de associações por todo o País que, em 18 de Dezembro de 1993, constituíram a Causa Real – Federação das Reais Associações.
Na mensagem que dirigi ao I Congresso da Causa Real, frisei que ” Só com uma unidade respeitadora das diferenças e uma organização fortalecida por uma ampla representatividade, conseguirão os monárquicos tornar a sua voz influente na vida política portuguesa”.
Nos anos noventa era esse modelo o que se mostrava mais adequado para conseguir um movimento monárquico que, partindo das bases para o topo, juntasse numa só estrutura federativa e federadora, todos os que defendiam a Monarquia como a melhor solução para o futuro de Portugal, em torno do Chefe da Casa Real.
A Causa Real cumpriu bem a sua missão, não isenta de dificuldades, mas hoje as circunstâncias são diferentes e requerem soluções diferentes. A necessidade de uma maior unidade estratégica, que corresponda a uma também maior unidade de acção, sem descurar ou esbater as naturais diferenças de pensamento e propostas de execução, requer um novo modelo organizativo, dotado de outros órgãos que tornem mais eficazes a orientação política e a sua concretização nacional, numa maior unidade de esforços. Um novo modelo que respeite a diversidade, desde logo a regional, e o passado que as Reais Associações representam, realçando as suas virtualidades e colmatando a suas carências.
É, pois, por imperativo nacional, mais uma vez, que apelo aos participantes neste Congresso para que se unam em redor deste projecto de transformação da Causa Real, para que seja um instrumento eficaz do combate pela Monarquia, abatendo interesses particulares em favor de uma maior unidade e de um mais forte e eficiente desígnio colectivo.
Termino com as mesmas palavras que vos dirigi no I Congresso da Causa Real: ” Estou certo de que o mesmo respeito pelas potencialidades e pelas diferenças que cada um defendeis, como cimento do projecto unitário, presidirá às escolhas e aos debates que ireis realizar”. Deus vos ajude.
Lisboa, 6 de Junho de 2009
Dom Duarte, Duque de Bragança


Paulo Teixeira Pinto, Presidente da Causa Real dirige-se aos congressistas

vista parcial da sala

Orlando Gois, Presidente da Real do Ribatejo

Eng. Tomaz Moreira dirige-se ao Congresso
Após discussão foi aprovada a proposta de novos estatutos na generalidade e apresentadas à mesa as propostas de alteração decorridas da discussão.Posteriormente foram aprovadas com duas abstenções e nenhum voto contra as alterações propostas pelos vários congressistas, excepto o artigo referente à limitação dos mandatos a qual foi posta à votação, tendo ganho a proposta da Real de Aveiro com uma limitação para 4 mandatos.
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Hall de Entrada da Sociedade de geografia de Lisboa
Durante a tarde procedeu-se à discussão da estratégia a seguir com o novo formato entretanto aprovado.
Com o cerne focado na reacção às comemorações de 2010 foram discutidas várias linhas de acção tendo ficado assente a importância da cooperação entre as várias Reais.

Eng. Luís Coimbra

D. Nuno de Bragança Van Uden
Após o final dos trabalhos procedeu-se a um intervalo, antes da conferência de imprensa, onde decorreu a apresentação do livro aqui D’el Rei
Apresentação do Livro “Aqui d’El Rei”

Paulo Teixeira Pinto apresenta o livro

Vista da Sala

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Em seguida procedeu-se à votação dos corpos sociais da Causa Real, a qual, não havendo votos contra foi aprovada por aclamação.
Órgãos Sociais da Causa Real
Mesa do Congresso
Presidente: António de Souza-Cardoso
Vice-Presidente: Vasco Soares da Veiga
Secretários:
António Macedo Aníbal Pinto de Faria
Vogais:
João Afonso Machado
Ricardo Abranches
Conselho Superior
João Bettencourt
João Brito e Cunha
Teresa Sabugosa
Miguel de Sousa Otto
Tomás Moreira
Rui Fortes da Gama
Conselho de Jurisdição Nacional
Presidente: Augusto Ferreira do Amaral
Vogais:
Luis Barata
Alberto Baldaque
Conselho Fiscal
Presidente: Nuno Van Uden
Vogais
Fernando de Sfeuve e Menezes
Alexandre Lafayette
Conselho Monárquico
Adalberto Neiva de Oliveira
Alcino Cardoso
Aníbal Pinto de Castro
António Lobo Xavier
Carlos Macedo
David Garcia
Duarte Athayde
Estêvão Gago da Câmara
Gonçalo Portocarrero de Almada
Gonçaio Ribeiro Telles
Hélder Macedo Sampaio
João Alarcão
João Amaral
João Resende
João Vicente de Saldanha Oliveira e Sousa
Joaquim Figueiredo Lobo
José Bernardo Falcão e Cunha
José Pedro Paço d’Arcos
José Tomás de Mello Breyner
Luís Coimbra
Luís Pedro Mota Soares
Manuel Ivo Cruz
Miguel Esteves Cardoso
Miguel Pignateli Queiroz
Pedro Ayres de Magalhães
Rui Barbosa
Rui Carp
Rui Cruli Tabosa
Teresa Costa Macedo
Vasco Telles da Gama
Direcção Nacional
Presidente: Paulo Teixeira Pinto
Vice-Presidente: Pedro Cymbron
Secretário-Geral: Rui Gomes Araújo
Tesoureiro: Luís Lavradio
Vogais:
Domingos Patacho
Jorge Costa Rosa
José Carlos de Seabra Pereira
Lourenço Pereira Coutinho
Manuel Guerra Pinheiro
Manuel Lencastre
Pedro Caçorino Dias
Sessão de encerramento do XV Congresso da Causa Real


SAR D. Duarte chega à Sala do Congresso

SAR D. Duarte na mesa do Congresso

Paulo Teixeira Pinto faz o discurso final ao Congresso


SAR D. Duarte Pio, bem disposto é entrevistado pela RTP1


SAR D. Duarte Pio à saida em cumprimentos ao participantes e monárquicos presentes.
Fonte: Blogue Causa Monárquica
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