PDR – PROJECTO DEMOCRACIA REAL

INAUGURADO O PDR-CONSTITUIÇÃO

David Garcia

Foi inaugurado, no passado dia 14 de Outubro,  uma nova iniciativa do PDR-Projecto Democracia Real, centrado não só na Tradição da Monarquia Constitucional Portuguesa, mas também discutindo um Modelo de Constituição, cujos vários pontos, serão abertos a debate.

O Projecto Democracia Real, ao ter esta iniciativa, não está, de forma alguma, a querer imitar ou copiar outras iniciativas, como por exemplo a iniciativa “Constituição 2.0″, pois esta, tem por base as diversas opiniões da opinião pública sobre o que achariam que uma Constituição deveria ser e ter.

O Modelo de Constituição apresentado pelo PDR, é apenas isso, um Modelo, não uma Proposta de Constituição. O objectivo é procurar alargar o debate sobre uma nova sociedade que temos vindo a defender e que, finalmente, neste espaço poderemos discutir com todos os que quiserem participar neste longo debate.

Será importante para incentivar os Portugueses interessados nestas temáticas a dizerem o que pensam sobre cada Título  (Categoria no Blogue) deste Modelo Constitucional. É óbvio, que eu próprio, não concordo com tudo o que está discriminado no texto Constitucional, mas isso é que é interessante. Poder discordar e apontar soluções ou correcções jurídico-constitucionais.

Não vale a pena procurar dizer tudo, na análise a uma só Categoria ou Título Constitucional. O que realmente tem interesse é os interessados, clicarem na categoria que querem debater, lerem e comentarem! Esta é a regra de ouro deste novo Blogue.

É mais uma iniciativa do Projecto Democracia Real, em que também iremos defender os nossos princípios de uma Monarquia Laica, Democrática, Parlamentar, para um Portugal que precisa, urgentemente, de renascer das cinzas onde a Republica, por três vezes o colocou.

Como Coordenador do Projecto Democracia Real, faço votos que esta iniciativa, seja mais um sucesso!

Convido todos os Portugueses, não importa se são Monárquicos ou Republicanos, de virem aqui darem a sua opinião.

Nota: Este modelo que agora se apresenta em Inglês, será posteriormente traduzido para Português, de uma forma gradual. Contudo, não garantindo que a tradução seja feita a curto prazo, convém perceber o que se lê.

PDR-CONSTITUIÇÃO

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Official statement of the International Conference Monarchist about repression in Iran.

The International Monarchist Conference (IMC), confederal organization gathering 64 organizations monarchists representing 29 nations, protests against the judgment with the capital punishment of Mohammad-Reza Ali-Zamani, a 37 years old monarchist militant member of Association of the Iran Monarchy.

He had appeared last on August 8, in company of the french woman Clothilde REISS before the revolutionary Tribunal of Teheran Mohammad Reza Ali Zamani has just been condemned to dead for its role in the protest movement which shook the Islamic Republic, after the presidential election of June.

This is the first act of death penalty marked by Iranian justice against one of the participants in the demonstrations which followed the disputed re-election on June 12 of Mahmoud Ahmadinejad to the presidency of the Republic.

Mohammad-Reza Ali-Zamani is today in deferment until November 4, 2009.

Beyond the political commitment monarchist of Mohammad-Reza Ali-Zamani, it is the whole of the international community which must mobilize itself today to save the life of a political prisoner condemned to died of the simple fact of its opposition to an illegitimate and theocratic islamist dictatorship.

In order to help with the mobilization of energies and the consciences, the International Monarchist Conference thus decided to create a “Committee for the release of Mohammad-Reza Ali-Zamani” and is launching a petition to save Mohammad-Reza Ali-Zamani.

Other initiatives are in preparation.

Sylvain ROUSSILLON
General secretary of the IMC

FRANCAIS #########

Communiqué de la Conférence Monarchiste Internationale au sujet de la répression en Iran

La Conférence Monarchiste Internationale (CMI), organisation confédérale regroupant 64 organisations monarchistes représentant 29 nations, proteste contre la condamnation à la peine capitale de Mohammad-Reza Ali-Zamani, un militant monarchiste de 37 ans membre de l’Association de la Monarchie d’Iran.

Il avait comparu le 8 août dernier, en compagnie de Clothilde REISS devant le Tribunal révolutionnaire de Téhéran
Mohammad Reza Ali Zamani vient d’être condamné à mort pour son rôle dans le mouvement de protestation qui a ébranlé la République islamique, après l’élection présidentielle de juin.

Il s’agit de la première peine capitale prononcée par la justice iranienne contre un des participants aux manifestations qui ont suivi la réélection contestée le 12 juin de Mahmoud Ahmadinejad à la présidence de la République.

Mohammad-Reza Ali-Zamani est aujourd’hui en sursis jusqu’au 4 novembre 2009.

Au-delà de l’engagement politique monarchiste de Mohammad-Reza Ali-Zamani, c’est l’ensemble de la communauté internationale qui doit aujourd’hui se mobiliser pour sauver la vie d’un prisonnier politique condamné à mort du simple fait de son opposition à une dictature islamiste illégitime et théocratique.

Afin d’aider à la mobilisation des énergies et des consciences, la Conférence Monarchiste Internationale a donc décidé de créer un « Collectif pour la libération de Mohammad-Reza Ali-Zamani » et de lancer une pétition pour sauver Mohammad-Reza Ali-Zamani.
freezamani@monarchiste.com

D’autres initiatives sont en préparation.

Sylvain ROUSSILLON
Secrétaire général de la CMI

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All actors can contact freezamani@monarchiste.com for organizing events.
Links:
http://internationale.monarchiste.com
http://www.facebook.com/group.php?gid=151478437097

Total solidariedade para com Zamani e naturalmente, estaremos sempre, na Defesa da Liberdade de Expressão, da Democracia e dos Direitos Humanos em qualquer parte do Mundo.

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Testemunho da noite do dia 4 para 5 de Outubro 2009 – David Garcia

3997247_u6s3i1Estive presente, em Lisboa, na marcha do Cais do Sodré até ao Largo Camões e deste local até, de novo, ao Cais do Sodré.

Nunca, em 10 anos de militância Monárquica vi nos olhos de tanto jovem, esta energia, esta garra, esta força de vontade em lutar na rua, junto do povo, pela Monarquia em Portugal.

Nunca, em 10 anos de militância, vi um esforço continuado de grande vigor patriótico, ouvindo tantas vozes a darem Vivas ao Rei e a Portugal!

Nunca, em 10 anos de militância, vi esta dinâmica tão forte e tão entusiasmante.

Obviamente, que tinha que estar presente. Tinha que mostrar, que o Projecto Democracia Real não é apenas um projecto de Internet, mas que tem na sua equipa gente que sairá à rua sempre que necessário, na luta pela Monarquia em Portugal.

Apesar, de tudo ter corrido bem, quero deixar aqui umas notas construtivas:

a) Considero importante que a informação sobre as vantagens da Monarquia seja distribuída aos Portugueses que nos vêm passar;

b) Na mesma linha, considero fundamental que os Monárquicos saibam informar seus compatriotas das vantagens da Monarquia, de uma forma simples, clara e directa;

c) Considero importante, uma maior divulgação das actividades, nas ruas com panfletos, cartazes e outros materiais de propaganda, dias antes da acção concreta;

d) Finalmente, considero importante, que as pessoas que nas Redes Sociais dizem, aparentemente, sim, que irão a um certo evento Monárquico, acabem mesmo por ir. Ou se é Monárquico a sério e se faz por isso, ou então mais vale não enganar quem organiza os eventos, tal como aconteceu, em Coimbra, nas tradicionais homenagens ao Fundador!

De resto, quero dar, como Coordenador do Projecto Democracia Real, os meus mais sinceros Parabéns à Causa Real, à Real Associação de Lisboa e naturalmente também aos Conjurados XXI pela organização e pelo grande espírito militante. Contem com o Projecto Democracia Real, sempre!

Viva o Rei!

Viva Portugal!

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DIA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL!

portugal-afonso1Há 866 anos, em Zamora, era assinado um Tratado, no qual, Dom Afonso VII, Rei de Leão e Castela, Imperador da Espanha, reconheceu, seu primo, Dom Afonso Henriques, como Rei de Portugal, Soberano Independente.

Foi a 5 de Outubro de 1143.

Hoje, passados esses 866 anos, muitos poucos são os Portugueses que sabem desta tão importante efeméride, quando efectivamente todos o deveriam saber e festejar a sua Liberdade, a sua Independência e a sua História, das quais se devem sentir orgulhosos como qualquer outro povo.

Na qualidade de Coordenador do Projecto Democracia Real e em nome da equipa que lidero, quero aqui homenagear o Primeiro Rei de Portugal, El-Rei Dom Afonso Henriques, o nosso Fundador e que foi também o Conquistador desta terra que graças a ele, tem o nome de Portugal! E graças a ele, também, somos Portugueses e devemos ter orgulho nisso!

Ser patriota hoje, não é, nem pode ser visto, como sendo de extrema-direita. Nenhum povo civilizado pensa dessa maneira. Devemos ter orgulho na nossa História e aprender com ela para prepararmos, da melhor forma possível, o futuro de nossos filhos e netos.

Quando alguns querem diluir a Pátria Portuguesa numa República Ibérica, eu encho os pulmões de ar e grito e gritarei sempre:

VIVA PORTUGAL!

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Eleições Legislativas 2009

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É favor ir votar para o Bem da Nação! Ir votar para que a Democracia faça sentido existir! Ir votar para que os outros não decidam por si!

Ir votar é um dever cívico. Todos nós temos responsabilidade para com o futuro de Portugal e ninguém se deve despreocupar com isso!

Não fique em casa! Vá votar!

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Se o 5 de Outubro de 1910 tivesse sido útil para o País… – David Garcia

Estamos cada vez mais perto do 5 de Outubro de 2009 e não posso deixar de congratular-me com as iniciativas Monárquicas previstas para Coimbra e Lisboa, ambas de grande importância.

Em Coimbra, os Monárquicos irão celebrar o outro 5 de Outubro, o de 1143, em que se celebra a Independência e a consequente Fundação do Reino de Portugal, reconhecido por Afonso VII de Leão e Castela ao assinar o Tratado de Zamora, que, naturalmente, reconheceu Dom Afonso Henriques Rei de Portugal, Soberano Independente.

Em Lisboa, os Monárquicos irão procurar dar uma prova de força e de militância – que espero sejam muitos a aderirem – lembrando, que o 5 de Outubro de 1910,  não passa de um equívoco na História de Portugal e que foi, verdadeiramente o entrave ao nosso progresso, em Democracia Real, que poderia ter sido até aos nossos dias e no futuro.

Graças a este último 5 de Outubro de 1910, Portugal teve 16 anos de uma I Republica que se denominada “Parlamentar”, que pressupunha ser Democrática; na verdade houve inúmeros atentados, crises governativas constantes e por conseguinte uma grande instabilidade política.

Sucedeu-lhe a Ditadura Militar que durou de 1926 a 1933 e neste ano, foi promulgada e levada a Referendo (a única Constituição Republicana levada a Referendo, curiosamente) a Constituição da II Republica que daria início ao denominado “Estado Novo”, que não foi mais do que a Ditadura Conservadora que durou durante 48 anos. Criou estabilidade política, é um facto, mas a um preço, retirando a Liberdade de opinião e reunião e de pensamento, aos Portugueses. Teve um forte crescimento económico nos seus últimos anos, mas não teve a visão estratégica necessária para resolver o problema do Ultramar, não conseguindo evitar a Guerra em África e as suas terríveis consequências, não só para os Portugueses mas também posteriormente às independências das antigas Províncias Ultramarinas, a Guerras Civis em Angola e Moçambique e problemas graves em Cabinda, na Guiné-Bissau, Timor-Leste e já para não falar que começou tudo com a tomada de Goa, Damão e Diu, pela União Indiana e consequentes perdas humanas para Portugal.

Seguiu-lhe com a Revolução do 25 de Abril de 1974, algo verdadeiramente espantoso. O sector económico, em grande parte foi nacionalizado e muitas fábricas, herdades e pequenas propriedades foram ocupadas, logo em 1975. O País mergulhou no caos, de um lado o Partido Comunista e a UDP e do outro, a frente dos que queriam uma Democracia de carácter ocidental. Na verdade, a Constituição que foi aprovada em 1976, ainda manteve até 1982 o chamado Conselho da Revolução. E só depois da sua abolição, é que Portugal caminhou, efectivamente, para uma Democracia. Regime este, no qual vivemos e ao qual lhe falta uma visão estratégica global para Portugal enfrentar os desafios do futuro.

A política de abandono das antigas Províncias Ultramarinas, sem qualquer proveito para Portugal, demonstra desde logo, que os que tomaram o poder após a queda da II Republica, começaram logo por acabar com o orgulho em se ser Português. Não tiveram a visão suficiente para evitar danos materiais irreparáveis para inúmeras famílias portuguesas que viveram em África. Não tiveram a visão suficiente para auxiliar condignamente todos aqueles que regressaram do campo de batalha e que ainda hoje sofrem com essa falta de atenção, que é revoltante em termos humanos.

Por outro lado, a nível político, temos um sistema semi-presidencialista que permite ao Presidente da Republica se intrometer e dar opiniões pessoais ou tomar decisões pessoais sobre políticas governativas. Ao contrário do que alguns defendem, não tem havido uma verdadeira estabilidade Política em Portugal desde há muitos anos. Cada governo que se sucede é tanto ou pior que o seu antecessor. Quando o Partido Socialista ganha as eleições, destrói o que o Partido Social – Democrata fez enquanto governo, e vice-versa. Isto é um regime de “bola de ping pong”. Acusam-se uns aos outros dos problemas de Portugal, mas não conseguem reconhecer que de ambos os lados cometeram-se erros muito graves.

Portugal não tem praticamente economia. Vive dos serviços e dos subsídios vindos da União Europeia. Portugal não produz a nível agrícola, de uma forma competitiva e inteligente. Portugal não tem uma frota pesqueira para competir com as outras frotas pesqueiras da União Europeia. Vivemos da pesca artesanal. A nível escolar, as sucessivas reformas na educação, não fizeram mais do que agravar o problema. Concordo com a avaliação dos Professores assim como concordo com a avaliação de todos os trabalhadores seja na função pública ou privada. Não é só durante o tempo que somos estudantes que devemos ser avaliados, é também profissionalmente. É algo perfeitamente normal.

Este regime permite que os Sindicatos, que acho bem que existam, tenham influências político-partidárias. Os Sindicatos não devem servir os interesses partidários. Devem servir os interesses dos trabalhadores e portanto devem ser totalmente independentes! De modo a que, em consciência possam convocar uma greve, não porque convém ao partido A, B ou C, mas porque é realmente do interesse dos trabalhadores como sendo um acto justo de protesto. O mesmo para as manifestações.

Com tudo isto, temos um crescimento económico reduzido e um endividamento externo assustador. Queremos, pelas sondagens, tendo em conta que estamos num período eleitoral, continuar neste caminho. O caminho do facilitismo nas escolas, o caminho das grandes obras públicas – “obras de país rico a cobrir realidades de terceiro mundo”, citando Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança.

Fazendo uma avaliação concreta a este, quase, I Centenário da Republica ou da Proclamação da Republica (os republicanos ainda não se decidiram, qual dos dois devem festejar; se for o primeiro terão que engolir 48 anos de Ditadura!!, o que para eles é muito mau, porque segundo eles, a Democracia confunde-se com a Republica; estranho por terem havido durante o século XX e ainda hoje em alguns países do Mundo, republica autoritária que violam diariamente os direitos humanos), devo dizer que só o facto de nunca ter havido um Referendo sobre a questão Monarquia ou Republica, já de si, é uma imposição constitucional, verdadeiramente inaceitável, isto se Portugal realmente se considera estar dotado de um regime democrático e livre. Por outro lado, ao ver Portugal cada vez mais com casos de corrupção, suspeitas de escutas ao mais alto nível do Estado, processos judiciais que nunca acabam ou quando acabam, os poderosos são presos “sob pena suspensa” (alguém me explique o que é isto)… Só podem, de facto, estar a brincar, com o Povo Português, contribuinte deste sistema político.

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Por tudo isto, concordo com a frase do Senhor Dom Duarte: “Se o 5 Outubro tivesse sido útil para o País, não era preciso fazer-se o 25 de Abril”. Querendo dizer com isto, que obviamente a interrupção da Monarquia Constitucional foi a causa de todo o nosso atraso e que a I Republica foi a origem principal da Ditadura de Salazar e Caetano – a II Republica. Recuperar a “velha ética republicana”, com origens no primeiro sistema constitucional republicano, é algo de errado, profundamente anti-patriótico, e com claras tendências iberistas. É bom lembrar que a actual bandeira nacional, quando foi aprovada, não tinha o significado que muitos no tempo de Salazar aprenderam nas Escolas. O significado inicial do verde-rubro era e é, que o verde significaria Portugal e o rubro Espanha, sendo a parte maior da bandeira. E, portanto, a ideia desta bandeira seria provocar a queda da Monarquia Espanhola e colocar Portugal à frente de uma Republica Federal Ibérica com muitos maçons a comandarem os destinos da Ibéria. Não esqueçamos as diligências do Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, Magalhães Lima, a Londres, para procurar evitar a todo o custo, o casamento do Rei Dom Manuel II com uma Princesa da Casa Real Britânica. Não esqueçamos também as N conspirações desse senhor contra a Monarquia, fora de Portugal e só regressou depois da Republica ter sido proclamada! Mas também não esqueçamos que, o Duque de Connaught, Grão – Mestre da Maçonaria Inglesa, irmão do Rei Jorge V, foi de facto quem conseguiu impedir o Casamento de Dom Manuel II, depois de uma delegação republicana ter ido a Londres, a Downing Street perguntar aos Governantes Britânicos qual seria a posição Britânica relativamente à hipótese de uma Republica em Portugal. A Aliada Britânica foi clara, afirmando que a Aliança com Portugal não era uma aliança de Dinastias mas uma aliança de povos, descansando os republicanos, portanto!

A Monarquia Portuguesa foi interrompida, não só graças ao Regicídio que vitimou um Grande Rei e um Promissor Príncipe Herdeiro, mas também caiu graças aos conspiradores e ambiciosos Monárquicos que alguns até se juntaram aos republicanos já durante a Republica e ocuparam cargos importantes, desde o Congresso Republicano até outros cargos de importância. Um Monárquico até foi Presidente da Republica, o Almirante Canto e Castro. A Monarquia também caiu devido a inúmeras conspirações da Maçonaria, naquela época. O que estou a dizer, não é nada de novo. Há diversos livros que falam disso!

Portanto, finalizando, a Republica Portuguesa, no seu todo, com 16 anos de anarquia, 48 de ditadura e 35 sem um projecto galvanizador e unificador da sociedade portuguesa e com todos estes “casos”, não creio que dure muito mais tempo. É tempo dos Monárquicos mostrarem aos Portugueses que uma Monarquia Parlamentar e Democrática, é a melhor solução para combater as graves crises, éticas, morais, económica, social, etc… de que o País padece.

Portugal perdeu 100 anos de desenvolvimento e de estabilidade política que só uma Monarquia pode dar!

VIVA O REI!

VIVA PORTUGAL! 3997247_U6s3I

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Festa Azul e Branca & Grande Concentração Monárquica

novabandeiraportuguesa3go5Caríssimos:

Caros Amigos

Vimos deste modo ao vosso encontro para divulgar duas importantes acções monárquicas programadas para a noite de 4 para 5 de Outubro:

Festa Azul e Branca

Um grupo de jovens monárquicos está a organizar um grande acontecimento que marcará politicamente o próximo dia 5 de Outubro: a Grande Festa Azul e Branca, a decorrer a bordo dum cacilheiro no Tejo. Este evento juvenil ao qual a Plataforma do Centenário da República com orgulho se associa, conta com o apoio da Causa Real e da Real Associação de Lisboa. Acontece a realização deste evento exige um dispêndio inicial duma volumosa quantia de dinheiro para a reserva do barco. Nesse sentido vimos apelar à generosidade de todos para que ajudem a levar esta grande acção a bom porto. Nesse sentido deixamo-vos aqui o NIB da conta da Real Associação de Lisboa, para a qual devem ser feitas as transferências de dinheiro, que devem ser feitas com referência à festa “Azul e Branca”.

Real Associação de Lisboa
a/c Banco Santander Totta
NIB 001800002217143500138

Grande Concentração Monárquica

Entretanto, assinalando o início do ano do centenário golpe de estado republicano, no próximo dia 5 de Outubro às 0.00hs a Causa Real e a Real Associação de Lisboa promovem uma concentração na Praça do Comércio, junto da placa que assinala o local do Regicídio ocasião em que o Presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto dirigir-se-á a todos os presentes. A esta manifestação juntar-se-ão os participantes da Festa Azul e Branca que para o efeito fazem uma atracagem junto ao Cais das Colunas.

Bandeiras

Estão já à venda na loja online do site da Real Associação de Lisboa bandeiras da monarquia 1,0m x 0,70m. Pode efectuar o seu pedido AQUI

É tempo de mobilização, é tempo de acção: solicitamos a divulgação destas iniciativas e respectiva recolha de fundos.

Com amizade,

João Távora

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O Projecto Democracia Real congratula-se com estas iniciativas e juntar-se-á a elas. bandei10

Sempre por Portugal!

VIVA O REI!

David Garcia,
Coordenador do PDR – Projecto Democracia Real

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Necessária e urgente a Política de Proximidade

dduarte_bragancaEstamos a pouco mais de 4 semanas para o próximo 5 de Outubro, dia em que oficialmente a Republica celebrará os seus 99 anos de existência, sendo que os primeiros 16 foram em anarquia, os segundos 48 foram de ditadura e os terceiros 35 num regime democrático, mas com limitações à liberdade de escolha, nomeadamente, à impossibilidade de se poder escolher em Referendo, se se quer ter na Chefia de Estado um Rei ou continuar a ter um Presidente.

Resta saber se a Republica vai festejar os 99 anos da sua proclamação, os os 99 anos de longevidade que incluem os tais 48 anos de Ditadura!

Mas não é este assunto que me leva hoje a escrever.

Tenho reparado, com alguma tristeza, que continua a persistir junto de alguns Monárquicos a ideia de que só devemos organizar jantar e almoços entre Monárquicos.

Ora, uma coisa que o Projecto Democracia Real tem procurado seguir, e que aliás tem sido uma ideia minha desde há um tempo a esta parte, é que é fundamental existir uma política de proximidade junto dos Portugueses em geral.

Não digo que as reuniões monárquicas não devam continuar. Mas, pergunto, quando é que se vai começar a ter uma política de proximidade junto das pessoas?

O Projecto Democracia Real, em  breve, vai iniciar essa política de proximidade e apelo a que todos aqueles que realmente querem a Monarquia também o façam.

Propus que em cada capital de Distrito, no próximo 5 de Outubro os Monárquicos se organizassem em Caravanas Monárquicas e tivessem essa política de proximidade. Não entendo, como é que esta ideia, que seguramente traria impacto junto da Comunicação Social Nacional e Local, não foi tida em consideração.

Tenho a lamentar isso, assim como tenho a lamentar a persistente perseguição aos que realmente querem ajudar a que a Monarquia não passe de um sonho mas sim se transforme numa realidade.

Quanto a mim, como Coordenador do Projecto Democracia Real procurarei por todos os meios, mobilizar os Monárquicos para os grandes embates que aí vem, sendo que, gostaria de ver mais apoio por parte da Causa Real e das Reais Associações a este projecto que tem sempre apoiado a organização oficial monárquica portuguesa que é a Causa Real.

Mobilização dos Monárquicos e Política de proximidade são fundamentais. Eu, como quero a Monarquia em Portugal, procurarei informar os Portugueses sobre as vantagens da Monarquia em comparação com a Republica. Não me cansarei, porque não aceito viver sob um regime que começou com um atentado ao Rei Dom Carlos e ao Príncipe Real, Dom Luíz Filipe. Não aceito um regime que tem medo do Referendo Monarquia / Republica. Não aceito um Regime que se recusa a prestar um Voto de Pesar no Parlamento pelo assassinato de um Chefe de Estado, alegando que se votasse a favor desse voto de pesar seria “um voto contra a republica”. Álvaro Cunhal, antigo Secretário Geral do PCP, quando faleceu, passou na Assembleia da Republica um voto de pesar! E não aceito um regime cujos dirigentes digam que referendar a Republica é a mesma coisa que referendar a Democracia, como se as Monarquias actuais não fossem Democracias ainda mais abertas e prósperas do que a que nós todos,  Portugueses, sustentamos.

Em breve será inaugurado o Blogue PDR-Constituição onde convido todos os interessados em virem debater um Modelo de uma Constituição que foi traduzida para Português e que não é, chamo já a atenção, nenhuma proposta!

O Projecto Democracia Real não pára. Parando, seria dar folgo a este regime coisa que não aceito dar.

COLOQUEM  MAIS BANDEIRAS AO VENTO!3997247_U6s3I

NAS VOSSAS JANELAS!

NAS VOSSAS VARANDAS!

NOS VOSSOS QUINTAIS!

NAS VOSSAS HERDADES!

EM TODO O LADO!

DIGAM AOS VOSSOS FAMILIARES, AMIGOS, VIZINHOS, ETC… QUE A MONARQUIA É UM VERDADEIRO SERVIÇO A PORTUGAL PARA UM FUTURO MELHOR PARA TODOS OS PORTUGUESES!

QUE TODOS OS POLÍTICOS MONÁRQUICOS DA ESQUERDA À DIREITA SE AFIRMEM COMO TAL PUBLICAMENTE. ACABEMOS COM ESTE REGIME, DE VEZ!

CHEGOU A HORA DE LUTARMOS COM GARRA E DETERMINAÇÃO PELA MONARQUIA EM PORTUGAL!

VIVA O REI DOM DUARTE III

VIVA PORTUGAL!!!

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